GENTE QUE FAZ... (FALTA PRA CACETE)

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FÔDA-SE O JINGLE BELLS, JINGLE BELLS... FODAM-SE TODOS OS ENTENDIDOS QUE ADORAM ESTA PIADA DE MAL GOSTO

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Deus, Jesus, Satanás e o Papai Noel


Lambido do fervoroso blog DEUSILUSÃO

Um ateu é como se fosse um ex-detento: um cara que conhece o presídio por dentro e por fora, mas que — por motivos óbvios — acha o lado de fora muito mais interessante.

Hoje eu sou ateu, mas já fui católico “não praticante”, embora a coisa mais difícil do mundo seja você encontrar um católico praticante. Nenhum católico pratica os ensinamentos de Cristo, a começar pelo papa. Talvez isso se deva ao fato do filho de Deus não ter deixado instruções muito claras, ora falando como se fosse o Mestre dos Magos, ora ensinando coisas absurdamente contraditórias, como amar ao próximo e seguir as leis de Deus, que mandava você matar a pedradas quem não acreditasse nele, no Deus único.

Um católico não praticante é aquela pessoa que foi visitar um parente preso e resolveu ficar morando no presídio, porque toda a sua família, todos os seus amigos e todo mundo que ela conhecia já estavam lá dentro.

Sendo ateu e ex-católico, eu posso lhe assegurar que sei praticamente tudo o que se precisa saber sobre Deus e sobre Jesus Cristo. Sério. E, hoje em dia, graças à internet, mesmo que você não esteja seguro de alguma coisa sobre Deus e Jesus, basta dar umas três ou quatro dedadas no seu tablet, que a informação que você precisa lhe chega às mãos, em qualquer lugar e a qualquer momento. Informação de onde? Da Bíblia. Procure em qualquer outra fonte que você estará cometendo um pecado digital. O assunto é Deus? O assunto é Jesus? Então morreu Maria Preá: é só ler na Bíblia.

Agora, se você estiver procurando informações sobre Satanás ou sobre o Papai Noel… Aí é bom consultar em outro lugar. O livro sagrado do cristianismo não trata desses assuntos. E deveria! Não com relação ao Papai Noel, mas a Satanás.

Jesus-Maria-José!! Se não fosse por Satanás a gente tava numa boa! Não teria havido nenhum despejo do Paraíso, nenhum dilúvio, nem fuga do Egito, nem caça às bruxas, nem Inquisição, nem Cruzadas, nem 11 de setembro… Nem as Testemunhas de Jeová viriam me encher o saco todo domingo de manhã… É: sem Satanás, a gente já estaria no Paraíso.

A questão é que a Bíblia não fala nada de aproveitável sobre o arqui-inimigo do Criador. E não quero nem entrar agora no mérito de um ser todo-poderoso ter um arqui-inimigo a lhe atrapalhar os planos, ou a lhe estragar a Criação o tempo todo… Mas enfim… Tá querendo saber alguma coisa sobre Satanás? Vai lá na Wikipédia.

Se você é cristão, já deve estar fazendo força para lembrar do livro, capítulo e versículo da Bíblia em que leu sobre aquela revolta das criaturas celestiais comandadas por Lúcifer, que culminou na expulsão de um terço dos anjos do Paraíso… Será que você leu algo parecido em Apocalipse? Talvez, mas esse livro supostamente trata do fim das coisas e não do seu início. O Anjo Caído é uma fábula hebraica que fazia parte de uma coleção de estórias contidas num livro reconhecidamente literário — leia-se: não divino — chamado Livro de Enoch.

Satanás não era o “Diabo” até Jesus Cristo ter vindo fofocar dele aqui na Terra. Antes de ter sido difamado pelo Filho do Homem, o Coisa Ruim era descrito na Bíblia como sendo um dos anjos que frequentavam o gabinete divino; quase um assessor, como bem demonstra o livro de Jó.

“Nossa, mas por que Jesus teria feito isso?“, você pergunta. E eu respondo. Quem escreveu as falas de Jesus Cristo, estava, na verdade, corrigindo um problema — um bug — que fatalmente não passaria desapercebido pelas gerações futuras: o Deus do Antigo Testamento, sendo único, fazia tudo sozinho: coisas boas e coisas más… Foi Deus quem “tentou” Davi e Samuel, e foi Deus quem disse:
Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal; eu, o SENHOR, faço todas estas coisas.
Deus… Que feio!!

Por isso que tiveram que inventar um… um… um o que, meu Deus?… Um negativo, um opositor, um rival, um desafiante, um oponente, um adversário, um bandido, um vilão. E, então, pegaram emprestado esse Satanás das fábulas que os hebreus já conheciam.

Nós, ateus, entendemos que Jesus Cristo é um ser mitológico, um personagem fictício. Você, cristão, entende que Jesus foi realmente quem a Bíblia diz que ele foi. Só que, agora, já que a Bíblia não diz que o Diabo é o que você achava que era, você vai precisar encarar o fato de que ele, Jesus, talvez tenha sido enviado aqui para Terra, pelo Criador do universo, para nos salvar de um ser tão mitológico quanto o Papai Noel.

GOVERNADOR 2014: CONTINUE QUERENDO, PIMENTEL

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‘Continue querendo’, diz Pimentel ao não responder às declarações de Aécio

Lambido do O GLOBO

Ministro mais uma vez evita imprensa e se recusa a dizer se vai ao Congresso
BELO HORIZONTE (MG) - Cerca de 30 empresários e amigos do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, promoveram nesta sexta-feira um almoço de fim de ano em sua homenagem no restaurante Vecchio Sogno, um dos mais caros da capital mineira. O ministro deixou o encontro no carro do seu antigo assessor na prefeitura de BH e sócio na P21 Consultoria e Projetos, Otílio Prado.

Prado trabalhava no gabinete do prefeito aliado de Pimentel, Márcio Lacerda (PSB) e deixou o cargo no início deste mês, quando o GLOBO revelou que a empresa dele e de Pimentel faturou R$ 2 milhões em dois anos. No trajeto entre o restaurante e o veículo, o ministro se recusou mais uma vez a responder perguntas sobre suspeitas de tráfico de influência e contradições de versões apresentadas a respeito de suas atividades como consultor, além das declarações do senador Aécio Neves (PSDB-MG) de que o ministro deve ir ao Congresso dar explicações sobre as consultorias. Otílio também não quis falar ao GLOBO.

O GLOBO: O senador Aécio Neves (PSDB) deu declarações hoje, queria repercutir com o senhor. Na opinião dele, o senhor deveria ir ao Congresso Nacional..
Pimentel: (interrompendo) Mas você começou a sua pergunta usando o tempo do verbo no tempo certo. Você queria. Continue querendo.
O GLOBO: Mas o senhor não vai responder? Meu papel, como repórter, é ouvir o outro lado, é ouvir o senhor.
Pimentel: Eu vou repetir para você, você está me ouvindo. Você queria me ouvir. Continue querendo.
O GLOBO: Porque o senhor não responde às nossas perguntas?
Pimentel: Eu vou dizer de novo, pela terceira vez, quem sabe você entenda.
O GLOBO: Mas agora eu fiz uma outra pergunta..
Pimentel: Você queria, continue querendo. Bom natal para você.
O GLOBO: O senhor não acha que o senhor tem que prestar informações à sociedade? O senhor não acha que como ministro de Estado o senhor deve responder pelo menos às perguntas?
Pimentel: Eu já te respondi, querido.
O GLOBO: Eu fiz outra pergunta.
Pimentel: A primeira responde todas. Continue querendo...


É isso aí, Pimentel, continue querendo...

PETISTA SAFADO QUE TEM AMIGOS COMO AÉCIO (QUE NUNCA EXPLICOU NADA DA SUA LIMPA E CÂNDIDA VIDA PRIVADA), NÃO PRECISAM DE INIMIGOS

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Aécio defende ida de Pimentel ao Congresso para explicar consultorias

Lambido do O Globo


BELO HORIZONTE (MG) - O senador Aécio Neves (PSDB) defendeu nesta sexta-feira a ida do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Externo, Fernando Pimentel, ao Congresso no próximo ano para explicar contradições a respeito das atividades da P-21 Consultoria e Projetos, empresa do ministro. Aécio criticou a presidente Dilma Rousseff (PT), que vem defendendo Pimentel publicamente por entender que as suspeitas se referem à vida pessoal de Pimentel e não à sua atividade à frente do Ministério. Há duas semanas, o senador mineiro chegou a comentar que pairavam dúvidas sobre as consultorias do ministro.

- Eu acho que é muito difícil separar duas vidas, quando você vem para um cargo público, você vem com a sua vida privada. Nós somos a mesma pessoa, seja em casa, seja fora de casa, com os mesmos valores e a mesma conduta. Eu não acho que tenha sido uma declaração feliz da presidente Dilma - disse o tucano, que é aliado de Pimentel na prefeitura de Belo Horizonte e não descarta reeditar a aliança com o PT na campanha pela reeleição do prefeito Márcio Lacerda (PSB) em 2012.


Neste mês o PSDB tentou aprovar a convocação do petista em comissões do Senado e da Câmara, mas a base governista blindou as convocações, a pedido da presidente Dilma Rousseff. O partido decidiu, então, encaminhar um pedido formal de informações por escrito ao ministro, que nas últimas semanas fugiu de jornalistas em eventos públicos e se recusou a prestar esclarecimentos sobre as denúncias. O pedido deverá ser encaminhado pela Mesa Diretora do Senado em fevereiro.

Apesar de dizer respeitar a opção política de Pimentel de se recusar a se explicar pessoalmente perante o Congresso, Aécio acredita que ele deveria mudar de posição: (COM A CARA-DE-PAU QUE LHE É PECULIAR)
 -Todo homem público tem que estar disposto com muita serenidade e transparência a dar explicações, para não deixar que pairem dúvidas sobre a sua atividade. Se pudesse dar a ele uma sugestão, seria que ele fosse ao Congresso - disse o tucano.

Para Aécio, a blindagem ao ministro pela base aliada do governo é uma evidência de que "o PT trata de forma diferenciada os seus (políticos) em relação aos aliados", numa referência aos ministros de partidos como PMDB, PCdoB e PDT que foram ao Congresso prestar esclarecimentos quando surgiram suspeitas a respeito de suas atividades.

Entre 2009 e 2010, período entre sua saída da Prefeitura de Belo Horizonte e a chegada ao governo Dilma, Pimentel faturou R$ 2 milhões em serviços de consultorias. Metade deste valor (R$ 1 milhão) foi pago pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), para conversas informais e palestras nas dez regionais da entidade em Minas. No entanto, O GLOBO apurou que as palestras nunca ocorreram. Pimentel também recebeu R$ 400 mil da QA Consulting, empresa do filho de seu sócio. Parte deste pagamento foi realizado dois dias antes da QA receber R$ 230 mil da HAP Engenharia, cujo dono divide com Pimentel o banco dos réus em ação do Ministério Público por suspeita de superfaturamento em obras. No mesmo período, não há registro de serviço prestado pela QA Consulting para a HAP no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea-MG).

Sócios de outra empresa que pagou R$ 130 mil à Pimentel, a ETA Bebidas do Nordeste, negaram em entrevistas gravadas pelo GLOBO ter condições financeiras de pagar o valor pela consultoria de Pimentel. No entanto, depois que o caso foi denunciado, um dos sócios recuou dizendo ter havido a contratação e se recusando a dar detalhes do serviço. Outra cliente do ministro, a construtora Convap, pagou R$ 514 mil a Pimentel poucos meses antes de ganhar duas licitações de R$ 95,3 milhões na prefeitura de BH, administrada pelo grupo político do ministro.

PODRES PODERES

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011 | 04:10

A Justiça brasileira não deve ser tocada. A ministra Eliana Calmon foi mexer nela, agora o fedor é insuportável.

Carlos Newton
Não há dúvida de que a ministra Eliana Calmon, corregedora do Conselho Nacional de Justiça, merece ser considerada a Personalidade do Ano. Quando mais tentam calá-la e evitar que atue em prol do interesse público, mais ficam aparentes as podridões do Judiciário.
Agora a ministra acusa a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), a Associação de Juízes Federais do Brasil (Ajude) e a Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra) de divulgarem informações “desencontradas e absurdas” de que ela estaria investigando mais de 200 mil pessoas, com a intenção de fazer um “verdadeiro linchamento moral”.
A corregedora do Conselho Nacional de Justiça disse que não é nada disso. A instituição realiza investigações patrimoniais de juízes e servidores do Judiciário há quatro anos, mas o trabalho só gerou polêmica quando chegou no Tribunal de Justiça de São Paulo, uma consequência do “corporativismo” das associações de magistrados, segundo ela.
“Todos os servidores públicos são obrigados a apresentar a declaração de imposto de renda. Não é para ficarem guardados num arquivo, mas para que os órgãos de controle examinem quando houver suspeita de transações ilícitas”, disse Calmon.
Ela argumentou que decidiu fazer investigações pontuais, com base em informações enviadas pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), em casos de movimentações consideradas atípicas – acima de R$ 250 mil. No caso do tribunal de São Paulo, foram identificadas 150 transações do tipo e, por isso, ela decidiu investigar.
“Foram apenas 150, como falar agora em mais de 200 mil investigados. Questionamos, até porque pode ser tudo legal, fruto de herança, sorteio”, explicou.
De toda forma, há algo de estranho no ar, porque os próprios juízes não cumprem a lei. A ministra disse que a inspeção realizada no TJ-SP verificou que 45% dos magistrados não enviaram à corte suas declarações de imposto de renda, desrespeitando a legislação. Sobre essas investigações, a corregedora também afirmou que nunca houve devassa ou quebra de sigilo e  tudo que foi realizado por sua equipe está dentro da lei.
Também disse que nunca realizou nenhuma investigação contra ministros do Supremo Tribunal Federal e só ficou sabendo pelos jornais que Cezar Peluso e Ricardo Lewandowski receberam valores do Tribunal paulista, referente a um suposto passivo trabalhista.
Questionada se os procuraria para esclarecer o fato, a ministra disse que não, pois “não se trata de um grupo de amigos”.
“Só posso lamentar [a polêmica], fruto de maledicência e irresponsabilidade da AMB, Ajude e Anamatra, que mentirosamente desinformam a população ou informam com declarações incendiárias e inverossímeis”, afirmou Eliana Calmon, acrescentando que é uma tentativa de desviar o foco, pois seu trabalho visa “defender as instituições brasileiras da corrupção que infelizmente se alastra pelo país”.
“O que está realmente em jogo é a sobrevivência do Conselho Nacional de Justiça. Esse é o verdadeiro ovo da serpente”, advertiu a corregedora, que está lutando praticamente sozinha para moralizar a Justiça brasileira.

CLASSE EM EXTINÇÃO - LÁ SE FOI MAIS UM AUTÊNTICO ATEU COMUNISTA

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Segundo a agência local, funeral de Kim Jong-il será realizado no dia 28. Foto: AP

Lambido do Portal Terra

O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-il, 69 anos, morreu, informou nesta segunda-feira a televisão estatal do país comunista, a KCTV. Kim morreu no último sábado, mas a sua morte só foi anunciada nesta segunda-feira pela mídia local.
Segundo um despacho publicado da rede norte-coreana e publicado pela agência sul-coreana Yonhap, o chefe do regime norte-coreano, um dos mais isolados do mundo, Kim morreu no último sábado, às 8h30 (horário local, 21h30 de sexta-feira em Brasília), por causa de "fadiga física" durante uma viagem de trem. Seu funeral, de acordo com a KCTV, está marcado para o dia 28, na capital Pyongyang.
Kim Jong-il tinha sofrido uma apoplexia em agosto de 2008 e desde então havia numerosos rumores sobre seu estado de saúde. Ele assumiu o poder depois da morte de seu pai e fundador do país, Kim Il-Sung, em 1994.
"Nosso querido líder Kim Jong-il morreu no sábado 17 às 8h30 enquanto viajava para realizar suas funções de liderança", disse, entre lágrimas e com traje de luto, a apresentadora do canal norte-coreano. A KCTV detalhou que Kim "morreu de um grande esforço mental e físico" durante uma viagem de trem.
No último ano, seu filho mais novo, Kim Jong-un, se consolidou como o mais provável herdeiro do falecido líder. Presume-se que ele tenha 29 anos, tendo sido nomeado general de quatro estrelas e vice-presidente da Comissão Militar Central do Partido dos Trabalhadores em 2010.
Pouco depois do anúncio norte-coreano, em Seul o Exército da Coreia do Sul declarou um alerta por causa da morte do líder do país vizinho, enquanto o governo sul-coreano estabeleceu um plano de emergência.
Kim Jong-il estava à frente da dinastia comunista hereditária norte-coreana há 17 anos, nos quais governou com mão de ferro um regime baseado no culto à personalidade.
Desde a apoplexia sofrida há mais de três anos, suas aparições públicas foram poucas e nelas mostrava uma figura cada vez mais frágil e decrépita, embora sempre com seus inseparáveis óculos de sol e uniforme militar, que se transformaram em sua marca registrada.
Este ano, o líder norte-coreano viajou em maio em seu trem blindado à China, principal aliado e benfeitor da Coreia do Norte, e em agosto também usou o mesmo meio de transporte para ir ao extremo oriente da Federação Russa.
Com informações da agência EFE

F%#@-SE PARA A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E PARA O ESTADO LAICO, DINHEIRO PÚBLICO É PARA TORRAR COM APOLOGIA AO CRI$TIANI$MO

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Construção de Cristo de 38 metros (COM DINHEIRO PÚBLICO)  vira polêmica entre prefeito e seu antecessor

Obra de um monumento do tamanho do que existe no Corcovado, no Rio de Janeiro, não foi concluída em Bocaiúva, no Norte de MG, e provoca discussão

Lambido do Portal UAI

Desde a sua passagem pela Terra, Jesus Cristo fomenta debates em torno de suas pregações e da própria fé católica. Em Bocaiúva, cidade de 44,4 mil habitantes, no Norte de Minas, Jesus está no centro de uma polêmica, não por questões religiosas, mas por razões políticas e administrativas. Uma estátua do Cristo Misericordioso, de 38 metros de altura – a mesma altura do Cristo Redentor, do Rio de Janeiro –, construída há três anos, no fim da gestão do ex-prefeito Alberto Caldeira (PMDB), continua inacabada. O atual prefeito, Ricardo Veloso (PSDB), adversário ferrenho do antecessor, avisou que não vai realizar os serviços previstos no projeto original porque, para ele, “isso não é prioridade”

Veloso enumera as prioridades dele: asfalto, educação e saúde. Com esse pensamento, praticamente não fez qualquer esforço para terminar a obra, projetada para ser uma atração turística da cidade, deixando-a na mesma condição que a encontrou quando tomou posse, em janeiro de 2009. Distante 380 quilômetros de Belo Horizonte, Bocaiúva é a terra do legendário político José Maria Alkmin e do sociólogo Hebert de Souza, o Betinho.

Na época da construção da estátua em Bocaiúva, em 2008, o então prefeito Alberto Caldeira divulgou que o monumento iria fazer parte de um “complexo turístico”, incluindo também centro de artesanato, restaurante, lanchonete e quadra poliesportiva, com investimento total de R$ 875 mil, envolvendo recursos da prefeitura e do governo federal. Como não conseguiu eleger o sucessor, Alberto Caldeira acelerou ao máximo os serviços do monumento no fim de 2008, para deixá-lo como uma das marcas da sua gestão, mas não conseguiu concluir a obra.

Ferros à mostra

A estátua pode ser vista de qualquer parte de Bocaiúva, mas, quando alguém se aproxima do local, no ponto mais alto da cidade, no Bairro Zumbi, encontra somente a escultura, ainda sem pintura, e com ferros à mostra na extremidade da base. Nada de centro de artesanato, restaurante, lanchonete ou quadra. “Mas o que estava previsto no projeto foi feito” , alega Veloso, que sustenta já ter sido apresentada à Caixa Econômica Federal a prestação de contas de R$ 200,7 mil destinados ao centro de artesanato. O prefeito diz que não houve liberação de recursos para restaurante e lanchonete.

“A obra está totalmente inacabada”, sustenta, no entanto, o ex-prefeito. Segundo Caldeira, o projeto original previa a construção de uma escada pelo lado interno da estátua, dando condições para a subida até o ponto mais alto da escultura, onde deveria funcionar uma espécie de mirante, e ainda iluminação diferenciada. As obras complementares estariam a cargo da prefeitura. “Deixamos em caixa R$ 300 mil para o centro de artesanato e projeto pronto para captação de mais R$ 200 mil por meio de convênios com o governo federal”, alega. Veloso desafia: “É mentira. Gostaria que ele mostrasse o extrato bancário dos R$ 300 mil em caixa e a documentação sobre projetos para a assinatura de novos convênios”.

O prefeito não pretende gastar mais dinheiro com a estátua, baseado em entendimento de sua assessoria jurídica de que não podem ser usados recursos públicos com obra de cunho religioso, reiterando que na discussão do orçamento participativo, os moradores elegeram outras prioridades. Por outro lado, ele diz que já manteve entendimentos com Igreja Católica para que seja construída uma capela junto ao monumento, o que estimularia o turismo religioso.

A PERGUNTA QUE NÃO QUER RESPOSTA

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Lambido do Blog da Cidadania

Por que governo e cúpula do PT não apoiam a CPI da privataria?


Nos últimos dias, o deputado Candido Vaccareza, líder do governo na Câmara dos Deputados, o presidente daquela Casa, deputado Marco Maia, e a própria presidente Dilma Rousseff deram declarações contrárias à instalação da CPI da Privataria, proposta pelo deputado comunista Protógenes Queiroz, que já contabiliza mais assinaturas do que as 171 necessárias.

Que a grande mídia e o PSDB agora minimizem as denúncias contidas no livro A Privataria Tucana depois de tentarem (sem sucesso) escondê-las, é compreensível. Ambos estão envolvidos nas denúncias – os tucanos por terem conduzido o processo e a mídia por ter feito grandes negócios com o que foi privatizado. O que não se entende são as posturas da cúpula do PT e da presidente Dilma.
Mesmo que cerca de 30% dos deputados do PT, até agora, tenham aposto suas firmas no requerimento da Comissão Parlamentar de Inquérito, é inadmissível que as mais altas instâncias do partido que mais denunciou as privatizações da era Fernando Henrique Cardoso agora ajam dessa forma, com esse discurso dúbio que sugere medo ou até culpa no cartório.
Se essas autoridades não querem se envolver politicamente, apesar de ocuparem cargos políticos, que dissessem que esse é um assunto que o conjunto do Poder Legislativo terá que decidir. Seria uma forma menos afrontosa de se omitirem do dever que têm de investigar denúncias tão graves de tamanha quantidade de dinheiro público que dizem ter sido afanado por membros do governo federal no fim da década retrasada.
É bem provável que metade dos deputados federais brasileiros assine o requerimento dessa CPI, mas mesmo se ela não tivesse uma só assinatura a mais do que o mínimo necessário deveria ser aberta porque não se imagina que quase duas centenas de deputados estejam vendo coisas ao acharem que há o que investigar.
Uma das frases de autoridades filiadas ao Partido dos Trabalhadores que mais causou espécie ao ir de encontro à instalação da CPI da Privataria foi proferida na televisão pelo deputado Candido Vaccareza. Ele disse que não apoia a instalação da investigação porque não há que ficar “olhando no retrovisor como a oposição”.
Em primeiro lugar, a oposição não olha no retrovisor. Essa alusão ao equipamento obrigatório em veículos automotores surgiu no Brasil já na campanha eleitoral de 2002, quando tucanos diziam que o povo não deveria escolher o próximo presidente da República olhando no retrovisor. Depois, a tese se repetiu nas eleições presidenciais de 2006 e de 2010.
O uso da figura de linguagem tucana pelo deputado petista também é injusta com o PSDB. O que esse partido mais tem feito foi se esquivar do passado. As denúncias que faz são para investigar o presente enquanto prega o esquecimento de possíveis crimes do passado. Acusar a oposição de olhar pelo retrovisor, portanto, não faz sentido.
Alguns aludem a uma suposta “estratégia” da presidente Dilma e da cúpula do PT ou à tese de que não lhes caberia iniciativa de investigar roubo de dinheiro público, o que não é verdade. Pelo contrário: tendo notícia de casos de corrupção, o dever da autoridade constituída é o de investigar ou dizer por que não cabe fazê-lo.
Nos últimos anos, foram feitas CPIs para investigar compra de tapiocas por ministros e grampos telefônicos de autoridades cujos áudios jamais apareceram. Durante o governo Lula, a oposição obteve praticamente todas as investigações que pediu. Neste governo, que ninguém duvide que irá obter muitas mais.
Preocupa, no entanto, a tese de que o tempo justifica e absolve crimes da magnitude dos que são denunciados pelo livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., pois sugere que se houver corrupção e ela tardar a ser descoberta, corruptos e corruptores estarão livres.
De repente, o rigor com a corrupção que a tantos encantou durante os últimos nove anos, sumiu. E o governo e a cúpula do PT parecem achar, no mínimo, que se forem condescendentes com os adversários serão poupados mais adiante, quando surgirem denúncias contra esse governo.
Resumindo: a impressão que se tem, quando as autoridades supracitadas se manifestam contrariamente à investigação da privataria, é a de que têm o rabo preso de alguma forma, ainda que não se saiba qual. Aliás, a honestidade intelectual obriga a considerar a acusação do PSDB quando diz que tudo foi armação de novos “aloprados”.
Cidadãos de verdade não podem aceitar nem que supostos crimes de tucanos deixem de ser investigados, nem que petistas forjem acusações contra os adversários. Aqui se trata de uma questão de justiça. A Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a privataria precisa ser instalada para que se saiba qual dos lados agiu criminosamente.
Pelas razões expostas, este blog e seu signatário exigem a instalação da CPI da Privataria. E você, leitor?

ALAGA BH

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DE FATO, ELE não é GRANDE

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Lambido do Portal Terra

EUA: morre Christopher Hitchens, autor de 'Deus não é grande'

O escritor e jornalista britânico Christopher Hitchens, autor do célebre livro Deus não é grande, morreu em Houston (EUA) vítima de um câncer no esôfago, informa em sua edição digital a revista Vanity Fair.

Nascido em 1949 em Portsmouth (Reino Unido), Hitchens morreu na noite de quinta-feira no hospital MD Anderson Cancer Center, em Houston, da mesma doença que levou seu pai. A detecção da doença aconteceu quando o escritor promovia sua última obra, as memórias intituladas Hitch-22.

Considerado um dos intelectuais mais polêmicos e influentes do cenário internacional nos últimos 30 anos, Hitchens se mudou para os Estados Unidos em 1981 e colaborou com as publicações mais prestigiadas nos dois lados do Atlântico: Vanity Fair, Slate, The Nation, The New York Review of Books, The Times e National Geographic, entre outras.

Além de Deus não é grande, Hitchens também escreveu Cartas a um jovem contestador, A vitória de Orwell, O julgamento de Kissinger e Amor, pobreza e guerra.

SEGUNDO O JORNAL O GLOBO, O TUCANO VERMELHO DE BH, FERNANDO PILANTREL, FEZ PALESTRAS FANTASMAS EM CONSULTORIA MILIONÁRIA PAGA PELA FIEMG

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Ex-presidente da Fiemg mentiu sobre consultorias de Pimentel




Lambido do  O Globo

BELO HORIZONTE - A série de palestras nas unidades regionais da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), citadas pelo ex-presidente da entidade Robson Andrade como prova dos serviços prestados pelo atual ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel (PT), não aconteceu. Levantamento feito pelo GLOBO junto a representantes das unidades da Fiemg em todo o estado mostra que Pimentel não viajou às cidades-polo da indústria para palestras em 2009, ano em que sua empresa P-21 Consultoria e Projetos foi contratada por R$ 1 milhão para prestar serviços à federação.

Atualmente, Andrade é presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e, na última semana, deu entrevista em Brasília para explicar o trabalho realizado por Pimentel quando ele deixou a prefeitura de Belo Horizonte. Na época do contrato com a P-21, Andrade estava à frente da Fiemg.

- O Pimentel, na época, também fez, a pedido da federação das indústrias, uma série de palestras nas regionais. A federação tem dez regionais, e ele participou de palestras nessas regionais e também em outras cidades-polo da indústria mineira - disse Andrade na ocasião.

No entanto, pelas regionais mineiras, o ex-prefeito e atual ministro não passou, segundo seus dirigentes.

- Não tem nos nossos arquivos registro de evento com o Pimentel em 2009. Busquei e não achei nada - disse Graciele Vianna, da assessoria da Fiemg Regional da Zona da Mata.

As gerentes da Regional do Vale do Rio Grande, Márcia Helena Lima, e da Regional Rio Doce, Jaqueline Coelho, também não se lembram da passagem de Pimentel.

- Não, na nossa regional ele não veio. E eu me lembraria, pois em 2009 eu já estava aqui na gerência - disse Márcia Helena.

- Olhamos aqui todas as nossas pastas, registros de 2009 e 2010. Olhamos até eventos que pudessem estar relacionados a algum tema com o qual ele pudesse contribuir, mas não tem nada - completou Jaqueline.

A responsável pelo setor de comunicação na Regional Pontal do Triângulo, Dina Gonçalves, foi na mesma linha:

- Todo evento realizado com empresários na cidade passa pelo meu departamento, estou aqui há quatro anos. Palestra do Fernando Pimentel, aqui, não teve.

Mesma conclusão de Adriana Pinilla, gerente da Regional Sul da Fiemg, e do responsável pela comunicação da Regional Centro-Oeste.

- Ele pode até ter vindo na cidade convidado por algum prefeito ou outra entidade. Mas a regional Sul da Fiemg não fez qualquer evento. Estou há 13 anos na Fiemg, dois como gerente da regional - afirmou Adriana Pinilla.

- Nunca vi Fernando Pimentel na minha vida - completou o assessor da unidade Centro-Oeste da Fiemg.

Funcionários das regionais do Alto do Paranaíba, do Vale do Paranaíba, do Vale do Aço e da Regional Norte também disseram não se lembrar de Pimentel em eventos na cidade organizados pela entidade, mas pediram que essa informação fosse confirmada com a Fiemg em Belo Horizonte.

O GLOBO pediu então à assessoria na sede que apresentasse o cronograma de palestras de Pimentel citadas por Andrade, com data e local. A Fiemg informou que não tem mais informações sobre o assunto.

Ministério não se pronunciou

Andrade, procurado nesta quarta-feira, pronunciou-se por nota divulgada pela CNI. "A Diretoria de Comunicação da CNI informa que todos os esclarecimentos sobre a consultoria à Fiemg já foram dados", informou.

Pimentel, por meio da assessoria do ministério, também informou que não se pronunciaria por considerar que "já prestou todas as informações necessárias a respeito dos serviços prestados". A Fiemg pagou à P-21 Consultoria e Projetos, empresa de Pimentel, R$ 1 milhão para "consultoria econômica e em sustentabilidade".