AÉCIO É ESBOFETEADO POR JANDIRA FEGHALI APÓS REAPARECER NO LOCAL ONDE SUPOSTAMENTE TRABALHA

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OCULTAÇÃO DE CADÁVER

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AEROPORTO DE CLÁUDIO SERÁ ADMINISTRADO PELA PREFEITURA


Governador de Minas Gerais, Alberto Coelho (PP) transferiu do estado para a Prefeitura de Cláudio a administração do polêmico aeroporto da cidade, construído em área que pertencia ao tio-avô de Aécio Neves, no final do mandato do tucano como governador; outros três terminais passarão a ser administrados pelas prefeituras: Mocambinho, Patrocínio e Mello Viana (em Três Corações); decisão ocorre a 40 dias da posse do governador eleito Fernando Pimentel (PT)

22 DE NOVEMBRO DE 2014 ÀS 06:50

Minas 247 – O governo de Minas Gerais passou do estado para a Prefeitura de Cláudio a administração do polêmico aeroporto do município, construído em área que pertencia ao terreno do tio-avô de Aécio Neves, quando era governador mineiro. A notícia é da coluna Painel, da jornalista Vera Magalhães.

A decisão, do atual governador Alberto Coelho (PP), acontece a 40 dias da posse do governador eleito Fernando Pimentel (PT) e considera ainda outros três terminais: de Mocambinho, Patrocínio e Mello Viana (em Três Corações), que também passarão a ser administrados pelas prefeituras.

O aeroporto de Cláudio foi um dos temas mais questionados contra Aécio durante a campanha presidencial. Segundo denúncia da Folha de S. Paulo, além de ser construído em terras que eram de parentes do tucano, a chave ficava sob a guarda da família.

RICARDO BOECHAT DESCASCA O ENVERGONHADO FHC

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BOECHAT CRITICA MEMÓRIA FALHA E OPORTUNISMO DE FHC



“O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso veio a público para dizer que sentia vergonha do que estava acontecendo na Petrobras. Eu queria fazer a seguinte observação: Acho que ele está sendo oportunista quando começa a sentir vergonha com a roubalheira ocorrida na gestão alheia. É o tipo de vergonha que tem memória controlada pelo tempo. O presidente Fernando Henrique Cardoso é um homem suficientemente experiente e bem informado para saber que na Petrobras se roubou também durante o seu governo", disse ele; vídeo
18 DE NOVEMBRO DE 2014 ÀS 07:48

Do jornal Meio Norte - O jornalista Ricardo Boechat comentou nesta segunda-feira, dia 17, no seu programa na Band News FM a Operação Lava Jato realizada pela Polícia Federal. O jornalista afirma que sempre houve gente roubando na Petrobras, independentemente da gestão – foi assim em todos os últimos governos que passaram pelo Palácio do Planalto.

O comentário de Boechat ganhou repercussão imediata no meio político em todo País. As afirmações passaram a ser pauta de conversas ao longo do dia no meio político especialmente em São Paulo e Brasília.

“O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso veio a público para dizer que sentia vergonha do que estava acontecendo na Petrobras. Eu queria fazer a seguinte observação: Acho que ele [Fernando Henrique Cardoso] está sendo oportunista quando começa a sentir vergonha com a roubalheira ocorrida na gestão alheia. É o tipo de vergonha que tem memória controlada pelo tempo. A partir de um certo tempo para trás ou para frente você começa a sentir vergonha, porque o presidente Fernando Henrique Cardoso é um homem suficientemente experiente e bem informado para saber que na Petrobras se roubou também durante o seu governo. 'Ah, mas não pegaram ninguém!” Ora presidente! Dá um desconto porque só falta o senhor achar que na gestão do Sarney não teve gente roubando na Petrobras. Na gestão do Fernando Collor não teve gente roubando na Petrobras. Na gestão do Itamar Franco não teve gente roubando na Petrobras. A Petrobras sempre teve em maior ou menor escala denúncias que apontavam desvios. Eu ganhei um Prêmio Esso em 89 denunciando roubalheira na Petrobras. […] A Petrobras sempre foi vítima de quadrilhas que operavam lá dentro formada por gente dos seus quadros ou que foram indicados por políticos e por empresários, fornecedores, empreiteiras. Então essa vergonha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é sim uma tentativa de manipulação política partidária da questão policial”, disse Boechat.

Quanto às manifestações que ocorreram durante o final de semana, Boechat acha válido que o cidadão se manifeste contra ou a favor dos governos e criticou o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff e a intervenção militar no País. "Eu acho mais o que saudável que as pessoas se manifestem politicamente. Contra e a favor do Governo. Eu acho muito bom que se manifestem contra principalmente porque governos sob pressão tendem a ser mais claros, objetivos, focados no interesse coletivo, mas acho que pegar essas manifestações para vender a ideia de que está se trabalhando um impeachment, ou se pedindo um impeachment da presidente Dilma é tão ridículo quanto estar nessas manifestações para pedir a volta a ditadura militar. Quem está pedindo o impeachment, mesmo que não peça a volta da ditadura militar está trabalhando com o mesmo DNA golpista, o mesmo tipo de idiotice, de imbecilidade, porque a Dilma, queiram ou não, foi eleita legitimamente não pelos nordestinos como parte deles prefere de forma neurótica e preconceituosa propagar, mas pelos mineiros que Aécio Neves governou, cariocas e fluminenses que jamais foram dados a votar em governantes da situação. Então ela foi eleita pela maioria dos votos do Brasil. Pronto, acabou, vira essa página e vamos em frente”, comentou Boechat.

Assista, abaixo, o comentário de Boechat:

APARELHO EXCRETOR DA FOLHA ENTRA EM OPERAÇÃO E EXPELE OS SEUS COLONAS AMESTRADOS. CRUEL, MUITO CRUEL. "Para repetir o que o patrão pensa, há mais baratos …"

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FRIAS ATACA: APÓS ELIANE, CAI RODRIGUES. FOLHA TREME




Jornal da família Frias em crise; depois de demitir 25 jornalistas esta semana, destaque Fernando Rodrigues anuncia a própria saída; na véspera, colunista Eliane Cantanhêde confirmou pelo Twitter que está deixando publicação; "Foi bom enquanto durou"; em seu blog no UOL, Rodrigues igualmente não abriu os motivos para a sua saída, informando apenas ter encerrado sua "colaboração" após 27 anos no matutino; debandada começou quando, na reta final da eleição, estrela Xico Sá foi proibido de escrever em sua própria coluna que votaria em Dilma Rousseff; posicionamentos políticos individuais, economia de custos e mão pesada de Otavinho Frias se somam para emperrar rotativas; não dá para não notar que algo de muito estranho acontece no reino da alameda Barão de Limeira

7 DE NOVEMBRO DE 2014 ÀS 11:47

247 – Um dia depois de a colunista Eliane Cantanhêde anunciar sua demissão da Folha de S. Paulo, foi a vez de Fernando Rodrigues, outro ícone do colunismo político. O jornalista, que estava há 27 anos no jornal da família Frias, oficializou na manhã desta sexta-feira 7 o que já se especulava nas redes sociais desde ontem. Leia abaixo o post publicado em seu blog no UOL:

Aviso aos navegantes

Fernando Rodrigues
07/11/2014 10:22

A partir desta sexta-feira (7.nov.2014), estarei aqui no UOL (onde já estava desde o ano 2000) e nos comentários matinais na JP (no ar desde 2006). Depois de 27 anos, encerrei minha colaboração no jornal "Folha de S.Paulo".

As demissões de destaques das páginas políticas da Folha, que trabalham há décadas na publicação, indicam crise mais aguda na mídia impressa. Em fase de corte de gastos, a Folha de S. Paulo demitiu 13 profissionais até a última quarta-feira 5, segundo o Portal Imprensa, que informou ainda que o jornal também realizou mudanças na redação. O pauteiro de "Poder", Claudio Augusto, atende agora o caderno "Cotidiano". De acordo com o Portal dos Jornalistas, cortes chegariam a 25 apenas nessa semana.

Entre os demitidos estão os repórteres Flávia Marreiro, ex-correspondente do jornal em Caracas, Eduardo Ohata, de "Esportes"; Ana Krepp, de "Cotidiano"; Lívia Scatena, de "Gastronomia"; Euclides Santos Mendes, Editor do "Painel do Leitor"; Samy Charanek, pauteiro de "Cotidiano"; Gislaine Gutierre, "Ilustrada"; e Thiago Guimarães, coordenador adjunto da Agência Folha. Para anunciar a demissão, a direção do jornal disse aos funcionários que os cortes foram realizados por motivações econômicas.

Ontem, Cantanhêde escreveu no Twitter: "Amigos do Twitter, aviso geral: amanhã eu não escrevo mais a coluna na Folha. Foi bom enquanto durou". Sua saída provocou reações bem contrastantes. Alguns comemoraram e até sugeriram que ela procurasse emprego na revista Veja ou, ironicamente, pedisse "recontagem" do tempo de serviço, numa alusão ao pedido do PSDB de auditoria da eleição deste ano. Outros lamentaram que a jornalista tenha deixado a Folha.

ODE À IDIOTICE

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Nossa Little Havana: Mais de 100 mil brasileiros querem Washington contra regime comuno-bolivariano

publicado em 3 de novembro de 2014 às 22:30
miami-cigars
Da Redação
Não, você não está no site do professor Hariovaldo Almeida Prado, nosso notório inimigo anticomunista.
A notícia que segue deveria ser levada a sério.
Ela nos fez constatar que o Brasil já dispõe de sua própria Little Havana. É o bairro de Miami que a certa altura reuniu os saudosistas do regime de Fulgêncio Batista, o ditador pró-americano derrubado por Fidel Castro em 1959.
O bairro é hoje apenas para inglês ver, já que os cubanos fugitivos de Fidel que se deram bem nos Estados Unidos fugiram uma segunda vez. Rumaram para os subúrbios endinheirados da Flórida, deixando para trás os patrícios pobretões. Classe, afinal, é classe.
Os cubanos que debandaram da ilha de Fidel formavam em Cuba a elite local generosamente alimentada por Washington.
Eram os herdeiros da Emenda Platt, imposta pelos Estados Unidos como condição para desocupar Cuba depois da guerra Hispano-Americana.
A Emenda Platt, de 1901, é ainda mais vexaminosa que aquele acordo pelo qual Fernando Henrique Cardoso pretendia ceder a base de Alcântara para uso pelos Estados Unidos, obrigando brasileiros a usar crachá emitido pelos estadunidenses em seu próprio território.
Está lá, no site do Departamento de Estado:
A Emenda Platt proibia o governo cubano de fechar qualquer tratado internacional que ameaçasse a independência cubana ou permitisse que poderes estrangeiros usassem a ilha com objetivos militares. Os Estados Unidos se reservavam o direito de intervir em assuntos cubanos para defender a independência cubana e para manter “um governo adequado à proteção da vida, da propriedade e da liberdade individual”. Outras condições da Emenda exigiam que o governo cubano implementasse planos para melhorar as condições sanitárias na ilha, abrisse mão da ilha dos Pinhos (agora conhecida como ilha da Juventude) e concordasse em vender ou alugar território para estações naval e de abastecimento de carvão dos Estados Unidos. (Esta cláusula levou ao aluguel perpétuo da base naval da baía de Guantánamo). Finalmente, a emenda exigia que o governo cubano concluisse uma tratado com os Estados Unidos para tornar o cumprimento da Emenda Platt uma exigência legal — os EUA também pressionaram os cubanos para incorporar os termos da Emenda em sua própria Constituição. 
Dispensando o linguajar pomposo do Departamento de Estado, tratou-se de uma anexação de Direito, com consequências futuras trágicas para os próprios Estados Unidos.
A Emenda Platt foi o carvão em brasas que incendiou o nacionalismo cubano e, lá adiante, resultou na correnteza que levou Fidel Castro ao poder.
Se a Little Havana de Miami foi consequência trágica deste processo, a brasileira não existe de fato.
Existe tão somente na imaginação de uma quantidade razoável de brasileiros: 112.832 deles, na contagem mais recente.
Será que aquela eleitora do Aécio que decidiu se refugiar na Flórida está entre eles?
É pouco provável que ela faça mais que assinar a petição, já que — como escreveu Gustavo Castañon– dificilmente a elite brasileira conseguirá, fora do Brasil, condições para se reproduzir em cativeiro como se reproduz aqui.
Em nossa modesta opinião, estes 112.832 brasileiros refletem uma sociopatia milenarista: formam uma seita equivalente à do Jim Jones, com a diferença de que pretendem suicidar o Brasil.
Nossa atenção para a sua existência foi chamada pelo Conversa Afiada.
Fomos conferir a petição que estes 112.832 brasileiros assinaram, diretamente à Casa Branca, sem intermediários:

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Peticionamos ao governo Obama para:
Posicionar-se contra a expansão comuno-bolivariana no Brasil promovida pelo governo Dilma Rousseff
No dia 26 de outubro Dilma Rousseff foi reeleita e vai continuar os planos de seu partido de estabelecer um regime comunista no Brasil (sic) — em moldes bolivarianos propostos pelo Foro de São Paulo.
Nós sabemos que, aos olhos da comunidade internacional, a eleição foi inteiramente democrática, mas as urnas não são confiáveis, além do fato de que os cabeças do Judiciário são em sua maior parte integrantes do partido vencedor (sic).
Políticas sociais são influenciadas pela escolha do presidente e as pessoas foram ameaçadas com a perda de sua ajuda alimentar se não reelegessem Dilma (sic).
Pedimos à Casa Branca que se posicione em relação à expansão comunista na América Latina. O Brasil não quer ser uma nova Venezuela (sic) e os Estados Unidos precisam ajudar os promotores da democracia e da liberdade no Brasil.
Como se vê, a vida para o professor Hariovaldo não anda nada fácil.
Veja também:
Caio Castor: Deputado eleito vai armado a evento pró-impeachment de Dilma

IDIOTICE E IMBECILIDADE SEM LIMITES

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APÓS DERROTA, PSDB GANHA RÓTULO "ANTIDEMOCRÁTICO"

É de indignação e revolta o clima entre os ministros do Tribunal Superior Eleitoral, com a petição apresentada pelo PSDB para auditoria nas urnas eletrônicas, após a vitória da presidente Dilma Rousseff no último domingo; adejtivos variam entre "desrespeitoso" e "antidemocrático"; documento, assinado pelo deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) não apresenta evidências e deve ser rejeitado por ampla maioria; ministro João Otávio Noronha lembrou à direção tucana que o Brasil "não é a Bolívia ou a Venezuela"

1 DE NOVEMBRO DE 2014 ÀS 06:34

247 - O PSDB perdeu a chance de encerrar, com elegância, sua participação na campanha eleitoral de 2014. Depois de um discurso correto do candidato derrotado Aécio Neves, no último domingo, em que pregou paz e desejou sorte à presidente reeleita Dilma Rousseff, a petição apresentada pelo deputado Carlos Sampaio, pela auditoria nas urnas eletrônicas, colocou tudo a perder. De tal forma que, hoje, é de revolta com os tucanos o ambiente no Tribunal Superior Eleitoral.

Reportagem da jornalista Beatriz Bulla, do Estado de S. Paulo (leia aqui), informa que o pedido tucano deve ser rejeitado por ampla maioria. Ministros da corte consideraram o pedido "antidemocrático" e também um "desserviço" ao País. O ministro João Otávio Noronha foi quem bateu mais duro, afirmando que "falta seriedade" ao pedido tucano. Outra referência em questões eleitorais, o ex-ministro Torquato Jardim, afirma que o PSDB "não apresentou nenhum fato concreto".

Noronha fez ainda outra ressalva, diferenciando o Brasil de países bolivarianos. "O que me leva a crer na falta de seriedade do pedido é se dizer que seria bom auditar por causa da rede social, onde se escreve o que se quer. O fato (que embasa o questionamento) não pode ser fofoca, rede social", disse ele. "Não somos a Venezuela, a Bolívia".

Reportagem de Cristiane Jungblut, do Globo, evidencia que a responsabilidade pelo pedido é do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), mas com aval do senador Aécio Neves (PSDB-MG) (leia aqui). "Eu disse para o Aécio que tinha decidido pedir a auditoria e ele falou: “Carlão, você está na coordenação jurídica nacional, o que você achar que deve fazer, para mim tá bom”. Foi uma conversa muito rápida, de alguns segundos. Não entrei no detalhe jurídico de como isso seria feito, e ele não questionou nada", disse Sampaio ao Globo.

A decisão serviu, apenas, para arranhar a imagem do PSDB.

EM 2018, UM REPRESENTANTE LEGÍTIMO PARA OS REACIONÁRIOS

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BOLSONARO: “SEREI O CANDIDATO DA DIREITA A PRESIDENTE EM 2018″



Deputado federal mais votado no Rio de Janeiro, Jair Bolsonaro (PP) diz que será a candidato à Presidência em 2018 como “representante da direita”; “Sou de direita mesmo e não tenho vergonha de dizer. Vou disputar o Planalto. Se meu partido não me apoiar, mudo de legenda para concorrer”, afirma; ele defende a redução da maioridade penal, a flexibilização das leis trabalhistas, alterações no Bolsa Família, defesa de trabalhos forçados para presidiários

30 DE OUTUBRO DE 2014 ÀS 20:02

247 - Reeleito como o deputado federal mais votado no Rio de Janeiro, com 464 mil votos, o polêmico Jair Bolsonaro (PP), ex-capitão do Exército, diz que será a candidato à Presidência em 2018 como “representante da direita”. “Sou de direita mesmo e não tenho vergonha de dizer. Vou disputar o Planalto. Se meu partido não me apoiar, mudo de legenda para concorrer”, afirma.

Ele defende a redução da maioridade penal, a flexibilização das leis trabalhistas, alterações no Bolsa Família, defesa de trabalhos forçados para presidiários. Para ele, existe um claro eleitorado que não aprova o governo petista. É atrás desse eleitor que Bolsonaro vai partir. “A maioria dos eleitores que votou no Aécio Neves fez isso por ser antipetista. Inclusive, eu. Quero ser essa alternativa”, disse.

Bolsonaro diz ter muitas propostas para apresentar ao eleitorado brasileiro e minimiza as críticas.“Podem me chamar de maluco, de homofóbico. Mas eu tenho propostas. Se tivesse sido candidato, não teria dado sossego para a presidente Dilma nos debates e não darei para o Lula se ele for o candidato em 2018", afirma.

Neste link a entrevista na íntegra.

DEMOCRACIA COM AMPLA PARTICIPAÇÃO POPULAR É UM ESPORTE RADICAL QUE A DIREITA, POR MEDO DE SE ESFOLAR, FAZ DE TUDO PARA NÃO PRATICAR

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30 DE OUTUBRO DE 2014

Movimentos sociais se manifestam em apoio à Política de Participação Social


A derrubada do decreto da Política Nacional de Participação Social na última terça-feira (28), na Câmara dos Deputados, vem gerando várias manifestações em defesa da maior participação do povo nas decisões políticas e mais democracia. Movimentos sociais, juristas, acadêmicos e entidades engajadas pela reforma política estão se posicionando em diversos manifestos de apoio ao decreto de Dilma Rousseff pelos conselhos populares.
"Nós, juristas, professores e pesquisadores, declaramos nosso apoio a esse diploma legal que instituiu a Política Nacional de Participação Social. Entendemos que o decreto traduz o espírito republicano da Constituição Federal Brasileira ao reconhecer mecanismos e espaços de participação direta da sociedade na gestão pública federal", diz o manifesto dos juristas(link is external).
Membros de igrejas cristãs e evangélicas também se posicionaram(link is external) a favor de mais democracia e cidadania: "Nós, membros de diferentes igrejas e organizações cristãs que temos participado de diversos espaços de participação social nas últimas décadas, nos posicionamos em favor do Decreto 8.243/2014 que regulamenta a Política Nacional de Participação Social (PNPS)". A Rede de Orçamento Participativo também declarou seu apoio e colocou o manifesto à disposição para novas assinanturas(link is external), além do apoio de conselheiros nacionais(link is external)
Uma campanha popular de defesa da Política Nacional de Participação Social e pela ampliação dos instrumentos de democracia participativa também está rolando no Facebook, na página Pode me Ouvir, ou vou ter que gritar(link is external)?  
O decreto 8243/2014 tem o objetivo de fortalecer e articular mecanismos de diálogo e atuação conjunta entre governo e sociedade civil, favorecendo a adesão dos cidadãos ao debate e à gestão das politicas públicas, ampliando significativamente a transparência do Estado. É por isso que a queda do decreto presidencial e o veto da criação de conselhos populares mostram o quanto a direita tem medo do povo.

APRENDA, FHC.

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BYE BYE GLOBO

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A CAPA QUE O TABLÓIDE DE ALUGUEL DOS TUCANOS EM BELO HORIZONTE JAMAIS QUERIA TER PUBLICADO

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Jornal Impresso

SE NÃO PRESTOU PARA MINAS, PORQUE HAVERIA DE PRESTAR PARA O BRASIL?

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A NOSSA DEMOCRACIA NÃO PODE MAIS ACEITAR ESTE TIPO DE COISA

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OS SOFRÍVEIS ARGUMENTOS DE QUEM VOTA EM AÉCIO

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IMAGINEM SE A DILMA TIVESSE UMA IMPRENSA ASSIM AO SEU LADO

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O DESESPERO DOS INSEPULTOS

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Lambido do Tijolaço


O “não me deixem só” tucano e FHC, o Lacerda da Sorbonne

22 de outubro de 2014 | 18:11 Autor: Fernando Brito
lama
“FHC convoca população para ato em favor de Aécio e contra a ‘podridão no Brasil” é a chamada do Estadão, para manifestações de estertor da oposição.
O ex-presidente – que agora se diz “neto de nordestinos”, como se disse “mulatinho” no passado – vai  vocalizando, com esse “não me deixem só” para seu pupilo Aécio, o desespero que toma conta da tucanagem.
Porque quando chegam ao “não me deixem só”, a gente sabe que já estão…
Dizem que é um “movimento suprapartidário”, claro, a quatro dias das eleições…
Que vão “reviver as ruas”…
FHC virou um Lacerda da Sorbonne, um rei deposto que não entende porque o povo não o reverencia, mas o despreza…
Deprimente…
Vão fazer uns comícios mal arranjados – exceto, talvez, em Minas, onde Aécio mexe e remexe nos seus últimos cartuchos…
No resto, coxinhas e senhoras da classe média furiosos, espumando ódio…
Afastem-se dessa gente, porque embora não seja contagioso – nem contagiante – este tipo de manifestação fascistóide costuma ser cheio de provocações e apelos à violência.
Os líderes dos tucanos, a esta altura, têm pesquisas que mostram que há um movimento surdo, maior do que mostram os números que os meros mortais conhecem…
Estão transtornados porque não conseguem compreender como o povo se move, por suas próprias pernas e contra a vontade de uma mídia sufocante, para Dilma e Lula.
Com todos os defeitos que temos, nenhum deles chega sequer aos pés do estigma que essa gente aos olhos do povo brasileiro, por todo o mal que lhe fizeram.
A faxineira que tenta arrumar a bagunça que faço em dias e dias escrevendo sem parar, disse-me ontem, na sua simplicidade paraibana: “esse Laércio é do Fernando Henrique, não voto de jeito nenhum”.
Ela pode não saber o nome certo do candidato, mas sabe o mais importante: o que ele é.
Deixe que urrem…
É da democracia, paciência infinita.
Cuidemos do povo e do Brasil que eles desprezam.
A hora é do povo brasileiro, que está vencendo todo o poder que eles têm e afirmando sua opção pelo futuro.

FOMOS NÓS, OS MINEIROS, QUE LIBERTAMOS NOSSO ESTADO DA INFÂMIA, SR. AÉCIO NEVES. O BRASIL NÃO FARÁ DIFERENTE!

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AÉCIO CONVOCA ELEITOR A 'LIBERTAR O PAÍS DA INFÂMIA'

 

Durante entrevista coletiva em Goiânia, presidenciável do PSDB, Aécio Neves, convocou eleitorado “a libertar o Brasil do período da corrupção, do desgoverno, da irresponsabilidade, da infâmia e da mentira”; Segundo ele, a campanha vai passar para a história como a de mais baixo nível pela ação do governo; afirma ainda que, das últimas 22 inserções do PT no rádio e na televisão, 19 tinham como objetivo desqualificá-lo e atacá-lo

22 DE OUTUBRO DE 2014 ÀS 07:47

SÃO PAULO - O presidenciável do PSDB, Aécio Neves, fez um desabafo nesta terça-feira sobre a eleição estar sendo marcada por um tom agressivo. Ele ressaltou a quantidade de calúnias e difamações que foram feitas durante a corrida presidencial.

“Essa campanha vai passar para a história como a de mais baixo nível pela ação do governo”, afirmou durante coletiva de imprensa em Goiânia, antes de participar de um comício ao lado de seu correligionário Marconi Perillo, que concorre à reeleição ao governo de Goiás.

O tucano destacou que das últimas 22 inserções do PT no rádio e na televisão, 19 tinham como objetivo desqualificá-lo e atacá-lo. Aécio afirmou que não deixará nenhum ataque sem resposta, mesmo após sua equipe de campanha ter decidido que ele focaria na apresentação de propostas e evitaria os confrontos agressivos com a candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff.

"Temos de dizer não às infâmias, às calúnias e às mentiras que, por desespero, nossos adversários lançam sobre nós. A cada mentira, vamos responder com dez verdades para eles que não merecem mais a confiança dos brasileiros”, afirmou o candidato peessedebista.

Rouco, Aécio convocou o eleitorado do Estado a encerrar o período "da corrupção, do desgoverno, da irresponsabilidade, da infâmia e da mentira”.

“Vim aqui com a coragem e a determinação para encerrar esse ciclo perverso de governo do PT que os brasileiros não merecem mais viver”, desabafou.

Perillo também defendeu o correligionário e pediu votos para o neto de Tancredo Neves. “O Brasil vive hoje um momento esplendoroso. Há muitos anos uma disputa eleitoral não carrega tantas possibilidades de transformação e de mudanças. Eu estou seguro de que juntos estamos chegando aqui e haveremos de administrar o Goiás e o Brasil”, concluiu.

CENAS FORTES - O RAP DOS BRANQUINHOS - PSDB DE AÉCIO PROVA QUE TEM NOJO DE POBRE, DE PRETO E DE FAVELA

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A GRANDE FAMÍLIA NEVES

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MARQUETEIROS DA CAMPANHA DE AÉCIO RECORREM AOS "ENSINAMENTOS" DO CENTIFÓLIO DO MACHÃO PARA PREPARAR O PLAYBOY FILHINHO DE PAPAI PARA OS DEBATES COM DILMA ROUSSEFF

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Os Direitos da Mulher 
(pelo Movimento Machão Mineiro)
As leis do Machão
Art. 1º - O Machão tem sempre razão.
Art. 2º - Quando o Machão não tiver razão, aplicar-se-á o Art. 1º.
Art. 3º - Se o Machão tem ou não razão, quem decide é o Machão.
Ass.: O Machão


Os direitos das mulheres
1º Direito: não ter direito nenhum.
2º Direito: não abusar do primeiro direito.
3º Direito: em caso de dúvida, usar os direitos anteriores.

 

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