PRIVATARIA NO IRÃ - A SAFADEZA DOS TUCANOS FAZENDO ESCOLA NAS TERRAS DO PROFETA MAOMÉ

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Lambido do Portal Terra
Cada republiqueta tem o DANIEL DANTAS que merece!
JULGAMENTO DE MAIOR ESCÂNDALO BANCÁRIO DO IRÃ TEM INÍCIO
Trinta e dois suspeitos de envolvimento numa fraude bancária multi-bilionária foram levadas a julgamento em Teerã, reportou a agência de notícias estatal iraniana. Os acusados supostamente têm conexões com o governo do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad.
O caso de apropriação indevida consiste na acusação de uso de documentos forjados pelo empresário iraniano Amir Mansour Khosravi para assegurar empréstimos. O valor adquirido seria usado para comprar empresas controladas pelo Estado sob o esquema de privatizações do governo.
O empresário é acusado de conseguir cerca de US$ 2,6 bilhões de vários bancos iranianos.
O presidente Ahmadinejad negou acusações de seus rivais de que Khosravi tinha conexões com o chefe de seu gabinete presidencial, Esfandiar Rahim Mashaie.
Os réus e seus advogados compareceram a um dos tribunais revolucionários de Teerã, que foi aberto à imprensa, neste sábado, reportou a Irna.
A notícia não nomeou nenhum dos acusados, mas acredita-se que o grupo inclua Amir Mansour Khosravi e Mahmoud Reza Khavari, o antigo presidente do Bank Melli, que fugiu para o Canadá após a fraude ter sido descoberta no ano passado.
"As atividades da empresa de desenvolvimento são um exemplo de grupo organizado que minou a segurança econômica da sociedade", disse o procurador-geral de Teerã, Abbas Jafari Dolatabadi, citando trechos da acusação de 200 páginas.
As acusações mais sérias são de que o empresário foi "corrupto" ao atrapalhar a economia por meio de conluio, propagando fraude no sistema bancário, adquirindo riquezas por meios ilícitos, fraudes e utilizando documentos falsificados.
Caso os réus sejam declarados culpados, podem ser condenados à morte.

QUEM FALA O QUE QUER...

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Marcelo Carneiro da Cunha
De São Paulo

Adolf Hitler (foto: Gety Images)
Estimados leitores, não é todo dia que a gente tem o privilégio de ver uma mente como a do deputado Anthony Garotinho em funcionamento, talvez devido à baixa frequência com que esse fenômeno ocorre, quem sabe.
Agora, por exemplo, nosso bravo deputado, vem dizer em alto e mau tom que nossa presidente pode ser comparada a Hitler. Dilma Rousseff? Hitler?
Segundo o deputado, assim como Dilma é popular, Hitler também o foi. O que eu imagino, a favor do deputado, é que com os eventuais neurônios atordoados por citações bíblicas nas vinte horas por dia que ele se dedica aos seus afazeres de evangélico, ele não faça ideia do que esteja dizendo. E, com a intenção de contribuir para com a formação, digamos, intelectual, do deputado, vamos tentar explicar a ele por que, se se pode comparar Hitler com alguma coisa, isso jamais seria possível ser feito com relação à nossa presidente.
Por exemplo, deputado, Dilma é uma mulher humanista, democrata, e culta. Ela seguramente é uma pessoa de convicções, mas soube trocar as que talvez tivesse aos 19 anos por teses mais de acordo com as ideias libertárias que foram se impondo ao longo do século 20. Hitler nunca mudou, nunca evoluiu, nunca deixou de acreditar no que acreditava, por mais insano e insensato que fosse - no que se parece sabe com quem, deputado?
A popularidade de Dilma e de Hitler vêm de origens absolutamente distintas e inversas. A origem da popularidade de Hitler não pode ser comparada com a de Dilma, mas pode sim ser comparada sabe com qual tipo de popularidade, estimado deputado Garotinho? Ora, com a sua, vejam só!
Hitler se tornou popular por oferecer promessas irrealizáveis a pessoas desesperadas. Ele também se tornou popular por propor a repressão a minorias indefesas. Não eram apenas os judeus, estimado deputado, mas os ciganos, por exemplo. Por quê? Quem entende a mente de um Hitler, caro deputado? Eu, por exemplo, não entendo. Assim como não entendo o ódio dele pelos homossexuais. Aliás, isso o senhor deve entender muito melhor do que eu, não é mesmo? Isso o faz popular junto aos públicos tomados pela ignorância e pelas trevas, casualmente o mesmo público que Hitler adorava. Viu que coincidência?
Hitler era um populista e prometia simplicidades. Soa familiar?
O senhor se diz cristão. Ora, veja que maravilha! Hitler também! Mas, e aqui vai a opinião singela deste colunista que definitivamente não é cristão: nem Hitler, nem o senhor me parecem minimamente parecidos com o que Cristo, o próprio, dizia que esperava dos cristãos. Ele esperava amor ao próximo, caridade, tolerância para com os diferentes, a busca incessante por justiça.
Quem lutou por justiça, foi presa e barbaramente torturada foi a Dilma, não foi? Que nunca usou isso para nada, nem a seu favor nem contra ninguém. Me parece muito digno, e talvez por isso ela seja popular, quem sabe?
Já o senhor, na relação com a justiça, pelo menos a federal, foi condenado por formação de quadrilha, não foi? Quem se aproxima mais dos ideais cristãos?
Cristo apoiaria gente que se torna popular promovendo a intolerância e a perseguição a inocentes? Pois eu, no meu não-cristianismo, acho que não.
Quem se tornou e busca a popularidade por esses métodos, caro deputado? A Dilma é que não. Ela nos impressiona talvez pelo jeito sério com que conduz a sua vida e a sua presidência. Todos temos nossos medos em relação às intenções dos políticos, mas creio que acreditamos na sinceridade dela, mesmo os que não concordam com as suas teses. Ela pode não ser de muitas palavras, mas lembra como ela beijou a bandeira do Brasil durante a sua posse? Nem eu, nem ninguém esperávamos por aquele gesto, talvez porque nós, brasileiros, e com bons motivos, suspeitamos de demonstrações exageradas de patriotismo. Mas ela estava nos dizendo a que tinha vindo e o que fazia ali, o que a movia. E enquanto não acreditamos em um só fio de cabelo seu, nobre deputado, acreditamos nela. Por isso ela é popular junto a todos, e o senhor, bom...
Já Hitler se tornou popular por ser um monstro e cativar os monstros que vivem nas sociedades. Ele foi popular por explicar que todos os problemas eram causados pelos judeus, pelos ciganos, pelos eslavos, pelos homossexuais. Tão simples! O senhor nos diz que os problemas são causados pela falta de valores cristãos na sociedade, que basta eliminar os ímpios e pfffui, estaremos bem. Claro que, diferentemente dele, o senhor não quer eliminar ninguém pra valer, basta que eles sumam da vida pública e social e pronto, a paz reinará.
O nazismo era horrível porque se acreditava resultado de uma vontade praticamente divina, à qual todos deveriam se render, caro deputado. Nisso, o nazismo encontra similares sabe onde? Nas teocracias, onde o senhor se sentiria tão à vontade, desde que fosse a sua. Olhem o Irã, a Arábia Saudita, o Paquistão. Igual a eles. Uma teocracia evangélica, deusnoslivre, seria algo muito parecido e feliz, não? Não foi no seu governo que se propôs que o estado passasse a pagar pela recuperação de gays?
Hitler era um dinossauro, carnívoro. Não foi durante o seu governo do pobre estado do Rio de Janeiro que quiseram ensinar nas escolas públicas o estúpido criacionismo, no qual o senhor deve acreditar? Que diz que dinossauros, nós, todos vivemos juntos, livres e felizes há menos de 6 mil anos, mesmo que isso seja tão maluco que ninguém sério possa levar a sério?
Nas escolas do Hitler se ensinava que os judeus não eram gente como a gente. O senhor se opõe a que as nossas escolas ensinem que todos somos igualmente gente. Qual a diferença? Explique aí.
Senhor deputado Garotinho, foi um prazer vê-lo tão bem disposto e fazendo tais declarações que mostram, mais do que tudo, que o senhor fica muito melhor quando fala somente do que entende. O que talvez demonstre, se não mais muita coisa, o quanto ficar calado lhe faz bem.

A MARCHINHA DO AMIGO DO AÉCIO

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TUCANO VERMELHO SERÁ INVESTIGADO

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Comissão de Ética Pública investigará Pimentel

A oposição vê semelhanças entre a situação do ministro do Desenvolvimento e a do ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci


FÁBIO RODRIGUES POZZEBOM/ABR
Pimentel
Escritório da P-21 foi usado como quartel-general da campanha de Pimentel em 2010
A Comissão de Ética Pública da Presidência da República decidiu abrir procedimento preliminar para investigar a sucessão de denúncias envolvendo o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel. A decisão acata pedido feito pelo PSDB, ressuscita uma crise que o governo já dava como superada e volta a assombrar o ministro, um dos interlocutores mais próximos da presidente Dilma Rousseff.

A oposição vê semelhanças entre a situação de Pimentel e a do ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci, que caiu do governo devido à denúncia de ter o patrimônio ampliado em 20 vezes após a prestação de serviços de consultoria. Pimentel é alvo de denúncias divulgadas pela imprensa de que sua empresa, a P-21 Consultoria e Projetos, teria faturado mais de R$ 2 milhões com consultorias entre 2009 e 2010.

A comissão designou o conselheiro Fábio Coutinho para cuidar do caso. "Na próxima reunião, o conselheiro deverá definir pela abertura do processo ou não, com base na denúncia", disse o presidente da Comissão de Ética, Sepúlveda Pertence. O próximo encontro da comissão está marcado para 12 de março.

Conforme informou o jornal "O Estado de S. Paulo" em dezembro, o escritório da P-21 foi usado como quartel-general da campanha de Fernando Pimentel ao Senado em 2010. A sede da empresa, em um luxuoso prédio do bairro de Lourdes, área nobre na região centro-sul de Belo Horizonte, abrigou encontros com aliados e reuniões com o núcleo de sua candidatura.

DE PIMENTÉCIO EM PIMENTÉCIO - ERA UMA VEZ UM PARTIDO DIFERENTE QUE AGORA É IGUAL A TODOS OS OUTROS

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Vá lá que, em nome do pragmatismo político, a roubalheira praticada no Brasil durante a era Fernando Henrique Cardoso, roubalheira essa imortalizada pela obra demolidora do jornalista Amaury Ribeiro Jr. A Privataria Tucana, ou o projeto de regulação da comunicação eletrônica no Brasil, a assim chamada Lei da Mídia, sejam ignoradas, respectivamente, pela cúpula do PT e pelo governo federal.
Estamos vivenciando uma era política que o PSDB e a direita midiática haviam anunciado há mais ou menos uma década e meia, quando decretaram o “fim da história”. Só que, à diferença da era tucana, hoje não há propaganda do fim das ideologias em nome do que seria “pragmatismo político-econômico” – a prática é que exibe uma situação em que o impensável se converte em natural com uma singeleza e uma naturalidade assustadoras.
O próprio Amaury, o Paulo Henrique Amorim – que sabe sempre das coisas – e mais as torcidas do Flamengo e do Corinthians unificadas já descreem da instalação da CPI pelo senhor deputado Marco Maia.
Já a Lei da Mídia, contam as más línguas que só sai se o projeto tiver a rubrica do Otarinho, as dos barões do café e a do ítalo-argentino instalados à Marginal do Tietê, bem como as dos irmãos do Jardim Botânico. Ou seja: não sai se não for para aprofundar a concentração da propriedade de meios de comunicação no Brasil.
Mas o que não dá para entender é a cada vez mais repetida – e cada vez menos negada –suposta aliança do PT de São Paulo com o prefeito Gilberto Kassab, aliança cuja origem no partido a mídia atribui ao ex-presidente Lula – ainda que este, ao que se saiba, esteja ocupado com coisas mais importantes para si, tais como cuidar da própria saúde – e ao pré-candidato a prefeito Fernando Haddad.
Dirão que o PT se aliou a José Sarney e a Paulo Maluf, em nível federal, e que, portanto, aliar-se a Kassab em nível municipal não seria nada demais. Todavia, essas são alianças com o PP e o PMDB, quando, em São Paulo, o que haveria seria uma aliança de cunho personalista com o muito mal avaliado prefeito da cidade, pois não se fala em aliança com o PSD, mas com o seu suposto idealizador.
O PT paulistano, portanto, perdeu para Kassab em 2008, quando ele era popular, e agora, ironicamente, surgem hipóteses de que poderá perder com o mesmo Kassab, pois, atualmente, o ex-poste de José Serra, mergulhado na impopularidade, trata de apunhalar o ex-mentor e se ligar aos seus adversários. E o que é mais surreal: o tucano não diz nada sobre isso. E deve saber por que não diz…
O prejuízo político entre a militância governista seria – ou será – moderado com os sepultamentos da lei da mídia e da CPI.  Sempre que essas hipóteses são aventadas os petistas mais compreensivos insinuam que tais recuos lhes seriam aceitáveis, por assim dizer. Todavia, ainda não encontrei um só petista, nem o mais dócil, condescendendo diante da hipótese de aliança com Kassab.
Sem CPI da Privataria e sem Lei da Mídia, mas com Kassab, então, vejo no horizonte uma pouco provável, mas virtualmente possível futura dissidência de centro-esquerda no PT que poderia se unir à esquerda mais autêntica (PSOL e/ou PSTU, por exemplo) para se contrapor à guinada que a cúpula partidária nacional vai dando em direção à direita.
Quem, como este blogueiro, mensura o ânimo da militância diariamente, já não tem dúvida de que, a persistir o endireitamento do governo e da cúpula governista no PT, a direita demo-tucano-midiática pode começar a ter esperanças. Nem que seja de fazer alianças, pois, onde cabe um Kassab, se pensarmos bem caberiam até José Serra e Fernando Henrique Cardoso. Ou não?

AVISO AOS CLAUDICANTES DO PT

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Lambido do Blog do Aposentado Invocado

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

CALCINHAS A MEIO PAU

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Morte de Wando: Dilma decreta calcinhas a meio pau

Com a morte do cantor Wando, colecionador de calcinhas, a presidente Dilma, amante da música popular, decretou que todas as mulheres usem calcinhas no joelho por uma semana, em homegamem ao cantor.
Além disso, a prefeitura de Nova Lima (MG) anunciou hoje um projeto em homenagem ao cantor Wando, morto na manhã de hoje, aos 66 anos. Será erguido na cidade o primeiro Museu da Intimidade, onde ficará em exposição permanente a coleção de calcinhas do cantor.
Ao longo da carreira, Wando ganhou de presente das fãs um total de 8.995 calcinhas, novas e usadas. A família não sabe o que fazer com a megacoleção. Procurada por amigos e fãs do cantor em Nova Lima, a prefeitura topou o projeto, que prevê ainda a construção de um Poço de Desejos, onde as peregrinas poderão jogar calcinhas. “É um dia muito triste. Todos estamos tristes com a morte de Wando, e como ele passou seus últimos dias aqui na cidade, nada mais justo do que homenageá-lo aqui também com o museu”, diz Maria da Conceição Iaiá da Costa, a curadora recém-nomeada para tocar o projeto.
Desiree Aparecida e Bela Sued (colaboradora)

 

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