"BRASILEIRO É TÃO BONZINHO" - EM 2008, COM A INESTIMÁVEL E COSTUMEIRA AJUDA DA MÍDIA CORRUPTA, ENTREGUISTA E BOQUETEIRA, O GOVERNO LULA ABRIU AS PERNAS E REDUZIU O IPI PARA QUE AS MONTADORAS FIZESSEM EXATAMENTE O QUE SE LÊ NESTA MATÉRIA: SOCORRER SUAS MATRIZES ÀS CUSTAS DO ESTADO E DO POVO BRASILEIRO

|

Montadoras enviam ao exterior US$ 5,58 bi faturados no Brasil em 2011


Pedro Kutney 
Colaboração para o UOL

Cledorvino Belini, presidente da Anfavea, que reúne as montadoras com fábrica no Brasil e que geralmente são entendidas como nacionais -- entre elas, Fiat, Volkswagen, General Motors e Ford: produção cresceu pouco, remessa para ajudar matrizes cresceu muito


A julgar pelos lucros que receberam, as matrizes de diversas montadoras de automóveis não tiveram do que reclamar de suas subsidiárias brasileiras em 2011. Os dados estão fresquinhos, foram divulgados pelo Banco Central na última terça-feira (24): a indústria automotiva no Brasil foi o setor que mais remeteu dinheiro ao exterior no ano passado, à frente até de bancos e empresas de telecomunicações, que ficaram com o segundo e terceiro lugares, respectivamente.

Não se trata de números frívolos: foram os próprios fabricantes de veículos que registraram junto ao BC remessas de lucros e dividendos no total de US$ 5,58 bilhões, o maior valor de todos os tempos, equivalente a 19% de todas as operações desse tipo no ano no Brasil e 36% superior aos US$ 4,1 bilhões de 2010.


Nada contra o lucro, tudo contra esconder esses números como se fosse coisa ilegal. Não é. Contudo, é no mínimo desconfortável, tendo em vista que as montadoras, em maior ou menor grau, estão alinhadas ao discurso da falta de competitividade brasileira, que torna difícil a vida por aqui, e que por isso precisaria ser compensada com generosos incentivos fiscais e financiamento público de investimentos. Os dividendos remetidos mostram que a vida no Brasil pode ser complicada, mas também pode ser altamente lucrativa.



CONCEITO ALOPRADO
É fato que existem problemas de competitividade. Por isso mesmo é surpreendente que, em ambiente tão adverso como pintam as montadoras, as remessas de lucros e dividendos tenham aumentado tanto.



Vale destacar que esses resultados foram conseguidos, em sua maioria, com a venda de carros que têm graus de sofisticação e conforto bastante inferiores em comparação com os modelos fabricados nos países de origem das empresas instaladas aqui, porque no Brasil o poder aquisitivo dos consumidores também é menor -- ainda que esteja em ascensão. Em tese, são produtos menos rentáveis, que -- para piorar -- no Brasil recebem uma das maiores cargas tributárias do mundo para competir com a margem de lucro.



Cabe ressaltar, também, que a produção das fábricas brasileiras de veículos avançou muito pouco em 2011, apenas 0,7% sobre 2010 -- ou seja, produziu-se quase o mesmo e, ainda assim, foi possível remeter muito mais lucro: US$ 1,5 bilhão a mais do que no exercício anterior.



Portanto, temos no Brasil um caso inusitado, digno de estudos acadêmicos ainda a serem feitos: fabricantes de veículos dizem enfrentar aqui custos altos de toda natureza, fazem produtos considerados de baixa rentabilidade, com alta incidência de impostos, a produção não avança -- e, ainda assim, remetem lucros bilionários às matrizes.



Além disso, ainda sobra algum para prometer investimentos combinados que já passam de US$ 26 bilhões nos próximos cinco anos, considerando somente os anúncios feitos até dezembro passado. Só lucros generosos -- e financiamentos públicos idem -- podem justificar a aplicação de tamanha fortuna para fazer no Brasil novos produtos e aumentar a capacidade de 18 fábricas de carros e nove de caminhões, além da construção de oito novas plantas de automóveis e seis de veículos comerciais pesados, elevando o número total de unidades de produção das atuais 24 para 38, com capacidade para fazer 6,5 milhões de unidades por ano a partir de 2015.



Por mais aloprado que o conceito pareça, é preciso reconhecer que "Custo Brasil" e "Lucro Brasil" são como irmãos siameses: andam grudados, um puxando o outro, mas sempre na mesma direção: para cima, no preço dos carros, relativamente altos em relação ao que oferecem.



BOM EXEMPLO
O Brasil tem, sim, problemas de competitividade a enfrentar, mas por certo o lucro não está entre eles. Portanto, não há nenhuma justificativa para aumentá-los por meio das medidas de incentivo ao setor automotivo nacional (ou seria transnacional?), que estão em gestação no governo e podem ser anunciadas em fevereiro.



Muito pelo contrário: assim como o país deveria reduzir impostos sobre veículos, as montadoras deveriam dar o bom exemplo de diminuir lucros e incluir mais qualidade tecnológica nos modelos produzidos aqui.



Pedro Kutney é jornalista; este artigo foi publicado em Automotive Business

AÉCIO 2014: ESPERE SENTADO!

|


Desemprego no Brasil cai ao menor nível da história, diz IBGE

26 de janeiro de 2012 • 09h04 •  atualizado 09h42

O desemprego em seis regiões metropolitanas do Brasil caiu para 4,7% em dezembro, ante 5,2% em novembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira. Com isso, a taxa fechou 2011 com a média de 6,0%. Os resultados de dezembro e do ano são os menores desde o início da série em 2002. Economistas consultados pela Reuters projetavam leitura de 4,9% em dezembro.
A taxa de desocupação (proporção de pessoas desocupadas em relação à população economicamente ativa) de 2011 foi 0,8 ponto percentual abaixo da observada em 2010 (6,7%) e 6,4 pontos menor na comparação com 2003 (12,4%). O percentual dos trabalhadores com carteira assinada cresceu de 46,3% em 2010 para 48,5% no ano passado.
Por faixa etária, o grupo de pessoas acima de 50 anos foi o único que cresceu em participação de pessoas ocupadas no ano passado e atingiu 22% do total. De acordo com o IBGE, o grupo com idade mais avançada representava apaenas 16,7% dos empregados.

Confira as taxas de desemprego desde 2003:2003 - 12,4%
2004 - 11,5%
2005 - 9,9%
2006 - 10%
2007 - 9,3%
2008 - 7,9%
2009 - 8,1%
2010 - 6,7%
2011 - 6%

MINAS DA VERGONHA

|

Acusados da Chacina de Unaí estão mais perto do banco dos réus

Familiares das vítimas, que protestam nesta sexta (27), acreditam que desmembramento dos processos acelere julgamento


REPRODUÇÃO
chacina unai vitimas
Vítimas serão lembradas nesta sexta em manifestação na sede da Justiça Federal, em Belo Horizonte
O assassinato de quatro servidores do Ministério do Trabalho, crime que ficou conhecido como a  “Chacina de Unaí”, completa oito anos no próximo sábado (28) sem que nenhum dos nove réus tenha sido julgado.


Entre os acusados está o prefeito de Unaí, o fazendeiro Antério Mânica, que cumpre o segundo mandato e por causa do cargo político tem direito a julgamento em foro especial. Como forma de protesto, um ato público será realizado nesta sexta-feira (27), às 10 horas, em frente ao prédio da Justiça Federal, na avenida Álvares Cabral, 1.805, no bairro Santo Agostinho, na região Centro-Sul de Belo Horizonte.


De acordo com a Associação dos Auditores Fiscais do Trabalho de Minas Gerais (AAFIT/MG), uma das entidades organizadoras do movimento, familiares e colegas dos auditores-fiscais Eratóstenes de Almeida Gonçalves, João Batista Soares Lage e Nelson José da Silva, e do motorista Ailton Pereira de Oliveira, executados por tiros à queima-roupa, estão mais esperançosos. Desde 2004, é a primeira vez que surge a possibilidade de o julgamento acontecer em breve. Durante esse tempo, a defesa dos acusados entrou com recursos protelatórios, todos negados em diversas instâncias.


Dos nove acusados, cinco - Erinaldo de Vasconcelos Silva, Francisco Elder Pinheiro, José Alberto de Castro, Rogério Alan Rocha Rios e Willian Gomes de Miranda - tiveram seus processos desmembrados, após determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e já podem ser julgados. Todos, com exceção de José Alberto, que está em liberdade, estão presos na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana de BH. As condenações podem variar de 20 a 30 anos. O crime pode prescrever em 2024.


Ainda segundo a associação, Humberto Ribeiro dos Santos, apontado como o homem que teria apagado uma das provas do crime, também está preso, mas seu processo ainda não foi desmembrado.

Entre os acusados de serem os mandantes do crime está o prefeito de Unaí, Antério Mânica. Ele foi denunciado junto com o irmão Norberto Mânica e Hugo Alves Pimenta, todos em liberdade. O prefeito só será julgado em foro especial após a conclusão do júri popular de todos os outros.


O crime ocorreu em 28 de janeiro de 2004, na zona rural de Unaí, no Noroeste de Minas. Os auditores fiscais da Delegacia Regional do Trabalho de Minas Gerais e um motorista foram vítimas de emboscada durante fiscalização das condições de trabalho e moradia de colhedores de feijão.


A Polícia Federal e o Ministério Público Federal ficaram responsáveis pelas investigações e indiciaram nove pessoas, entre mandantes, intermediários e executores. Atualmente, somente os executores do quádruplo homicídio estão presos.

SEM COMENTÁRIOS

|

Veto põe areia nos planos do vereador Léo Burguês

Enquanto belo-horizontinos protestavam nas ruas, presidente da Câmara curtiu o verão em Búzios, ao lado de Gêra Ornelas


DIVULGAÇÃO
25 Gera Ornelas e Leo Burgues
Vereadores foram fotografados em Geribá, praia mais movimentada de Búzios


Enquanto a população saiu às ruas para protestar contra o reajuste nos salários e parte dos vereadores se posicionou a favor do veto do prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB), ao projeto que prevê aumento de 61,8% nos próprios vencimentos, o presidente da Câmara, Léo Burguês (PSDB), esquivou-se da discussão.
 
Assim que o Legislativo entrou em recesso e que os debates no Executivo e as manifestações nas ruas sobre o projeto começaram, o presidente da Câmara não foi visto mais na capital mineira. No final de dezembro, quando o prefeito reunia o secretariado e parte da Câmara para tentar tomar uma decisão, Burguês foi passar o Revéillon, em Búzios.

No badalado balneário da carioca, o tucano festejou ao lado de um velho conhecido: o ex-vereador Gêra Ornelas (sem partido), que renunciou ao mandato, depois que oHoje em Dia publicou imagens dele, usando apenas uma cueca samba-canção em seu gabinete. Os dois foram fotografados, na praia de Geribá, a mais badalada da cidade.

Depois das festas de final de ano, o presidente da Câmara seguiu para os Estados Unidos, deixando o “pepino” para os colegas da Mesa Diretora que, sem o respaldo do presidente do Legislativo, saíram do gabinete do prefeito cabisbaixos, após ouvirem o veto ao reajuste. na última terça-feira (24), Lacerda confirmou a ‘água no chope’ do vereador, ao publicar, no Diário Oficial do Município (DOM), a oficialização do veto.

SEGUINDO A ONDA DE ESTUPROS QUE PRATICA CONTRA NÓS A TV BRASILEIRA, NUM ZOO DA UCRÂNIA, UM CASAL DE TARTARUGAS DESPUDORADAS E QUE FAZEM QUALQUER COISA PARA SUBIR NA VIDA PROTAGONIZARAM, DIANTE DE CÂMERAS ÁVIDAS E DE CRIANCINHAS ATÔNITAS, UM BACANAL DIGNO DAQUELES PRATICADOS NO BIG BROTHER DAS ORGANIZAÇÕES GLOBO

|

Lambido do Page not Found

O que não se sabe, até agora, é se o casal de tartarugas praticava a conjunção convencional (papai e mamãe) ou se era prática de sodomia, por razões óbvias. A polícia local recolheu as imagens para uma investigação mais "profunda", já que pelo menos uma das tartarugas era de origem afro descendente e, como se sabe, nem aqui ou em qualquer lugar do mundo, gente branca e poderosa não suporta negão bombando em cima de loira piriguete.

Informações que chegaram à nossa redação dão conta que, devido à gravidade da situação, o tartarugo foi expulso do zoo, mas devido à repercussão do caso nas redes sociais, fontes ligadas ao réptil malfeitor nos informaram, também, que, assim como o Alexandre Frota, ele já teria recebido uma proposta irrecusável para posar na G Magazine. Vamos aguardar.


Tartarugas fazendo amor viram atração em zoo na Ucrânia

Um casal de tartarugas africanas virou grande atração em uma tarde ensolarada no zoológico de Kiev(Ucrânia). Tudo porque elas resolveram fazer amor na frente de dezenas de visitantes.

Depois de alguns minutos de amor, o macho, no auge da excitação, acabou se empolgando e perdeu o equilíbrio! Precisou de ajuda de tratadores para ser desvirado, segundo reportagem do "Sun".
Durante a sessão de prazer, as tartarugas fizeram pouquíssimo barulho e se mantiveram mascando folhas quase todo o tempo.


UM BELÍSSIMO EXEMPLAR DA VAGABUNDAGEM ESPORTIVA NACIONAL. E O POVÃO GOSTA!

|



Lambido do Portal UOL

Beto Cachaça diz que derrubou Joel e Lazaroni e confirma passado baladeiro

O ex-jogador Beto, mais conhecido como Beto Cachaça e Beto Balada pela vida agitada fora de campo, afirmou em entrevista ao programa Esporte Fantástico, da TV Record, que jogador de futebol derruba e coloca quem quer no clube. O meia disse que teve participação na queda de dois dos seus ex-treinadores: Joel Santana e Sebastião Lazaroni.


“No Grêmio, eu falei que se o treinador ficasse, eu não jogaria mais e o treinador saiu, porque eu estava bem, tinha nome, fui contrato a peso altíssimo, vai querer me perder ou perder o treinador?. Na época, (o treinador) era o Lazaroni”, revelou.


O meia afirmou que a situação se repetiu em sua passagem pelo Flamengo. “Toda vez me tirava, me tirava. Mesmo jogando bem, me tirava, parecia superstição. Ai eu procurei a diretoria na volta da viagem e caiu dentro do avião ainda, era o Joel Santana”, contou.


Beto não nega que gostava de sair nos momentos de folga. “Gostava de sair mesmo, tomava a minha cerveja com os meus amigos, fazia o meu churrasco”, confessa e reconhece que a má fama o prejudicou e foi um dos motivos para não disputar a Copa do Mundo de 1998. “Apesar que lá não tinha nenhum santo né”, diz ao risos.

 

©2009 Língua de Trapo | Template Blue by TNB