A SUÁSTICA VIROU ESTRELA DE DAVI

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PALESTINA - A SUÁSTICA VIROU ESTRELA DE DAVI
Brasília - Domingo, 04 de Janeiro de 2009
Por Laerte Braga

Os bombardeios do nazi/sionismo contra Gaza e o povo palestino são assassinatos frios, premeditados e sem a menor preocupação com a dor, o sofrimento e os direitos de um povo, o palestino. Sionistas acham-se superiores, ungidos por Deus e detêm o controle de boa parte da economia mundial, logo, subjugam nações, governos e silenciam pessoas.

O que acontece em Gaza é um exercício de barbárie e não fica nada a dever às práticas hitleristas, pelo contrário, parece que o aprendizado nos campos de concentração aperfeiçoou o caráter boçal do sionismo. Estão usadas armas com tungstênio e fósforo que se acertam uma pessoa acima do abdômen não tem qualquer chance de sobrevivência.

São armas proibidas por convenções internacionais. A organização terrorista Casa Branca usou esse pretexto para invadir o Iraque. Na verdade a inteligência norte-americana “errou”. As armas não estavam em Bagdá, mas em Tel Aviv. E são usadas contra homens, mulheres, crianças indefesos da forma mais desumana e covarde possível, típica do nazi/sionismo.

O governo terrorista de Israel recusa-se a discutir o que quer que seja em termos de paz e insiste, com apoio da mídia podre, que não mostra as imagens da barbárie, em “justiçar” o Hamas. O partido palestino que governa Gaza eleito pelo voto direto num dos muitos acordos de paz com participação dos EUA não tem feito outra coisa ao longo da história que não se defender das constantes agressões nazi/sionistas. A GLOBO não diz isso e nem vai dizer. Sionistas são grandes credores da rede. Os Marinhos vendem mães se for preciso for para sustentar o poder de mentir. Como qualquer Frias da vida em sua FOLHA DE SÃO PAULO, ou qualquer Civita em sua VEJA quantas mentiras.

Os feriados de fim de ano trocaram o horror do holocausto dos palestinos pelos congestionamentos nas estradas que dão acesso ao litoral brasileiro. Pessoas felizes da vida em longas extensões de automóveis, muitos da General Motors/Mortos, se dizendo dispostas a enfrentar o que fosse necessário para assistir a uma queima de fogos.

Há um filme simples chamado DOMINIUM cuja história se passa num país governado por um similar nazi/sionista, em que a emoção é doença. Amar é doença. Ser solidário é doença. Por onde quer que se vá lá está um aparelho de televisão mostrando as virtudes da frieza, da omissão. E uma droga que faz com que as pessoas deixem de sentir. Sentir emoções.

Esse papel é cumprido hoje pela mídia e os nazi/sionistas sabem disso. São grandes banqueiros, grandes empresários, sustentam-se do dinheiro das pessoas dominadas por tênis de marca, sanduíches dessa ou daquela rede e provavelmente já estão comprando em massa os perfumes com cheiro de hambúrgueres lançado por uma dessas redes do terrorismo capitalista.

No filme, o fator de controle e comando do estado nazi/sionista é o clero. Não difere do fundamentalista judeu que assassinou o primeiro ministro Rabin por ter aceito a paz. Nem de qualquer Edir, o Macedo, não importa que esse Edir, o Macedo, seja um grande pilantra, escroque. Começou com pão de nozes.

As religiões historicamente têm servido de pretexto para guerras e defesa de interesses econômicos. Pio XII, mais recentemente era aliado de Hitler e João Paulo II e Benedito XVI instrumentos do capitalismo neoliberal.

Os sionistas avocam a si a condição de perseguidos ao longo da história da humanidade e cobram juros de sangue e barbárie por isso. Como se fossem os únicos.
Assassinam, estupram, torturam em nome do direito de existirem, eliminando o outro. São bestas sanguinárias escoradas no poder da maior potência militar do mundo, os EUA.

Norte-americanos e ingleses (colônia européia dos EUA) recusaram-se a votar a proposta dos países árabes para o cessar fogo exigindo que o Hamas parasse de lançar foguetes caseiros sobre Israel. Legítima defesa só para os sionistas donos dos bancos e das grandes empresas que financiam campanhas políticas, inclusive a de Barak Obama.

Chamam isso de civilização. Sentem-se e procedem como “povo superior”. Tem os que se deixam encaçapar em trocas inocentes de bombons na sociedade foto montada e onde os banheiros têm sabonetes que eliminam "bactérias palestinas", "bactérias latinas", "bactérias africanas", etc.

São só assassinos, genocidas. Transformam humanos em massas inertes nos congestionamentos do ano novo e se estarrecem com os cachorrinhos perdidos nas estradas e o desespero dos donos. O dono desse pé na foto acima está longe, não importa. Não percebem que agem em todos os cantos do mundo e estendem suas garras e sua suástica em forma de estrela de davi para “curar” os inferiores do mal do “sentir emoções”.

5 comentários:

Anônimo disse...

O BARAK estadunindense (Obama) parece, pelo silêncio cúmplice, ser grande parceiro do BARAK sionista. Têm em comum o intuito de levar esse massacre de Palestinos até uma desejada intervensão Iraniana, pra poderem incendiar todo o Oriente Médio. Cristãos e Judeus! Jeovoá tá de férias? Cristo, enfim, morreu? Os céus não podem permanecer silentes ante tão grave ataque à "coroa da criação"!

Ronel Lavi disse...

Só quem é bombardeado todo dia por terroristas é que pode dar uma opinião com consistência, não pessoas que não sabem nem oque acontece no seu bairro viziho....desculpem!

Lingua de Trapo disse...

Caro Ronel, apesar de respeitar a sua opinião convenhamos, o preço cobrado foi um tanto quanto exagerado. Além do mais, não creio que as cerca de 1300 mortes ocorridas em Gaza tenham servido para algo duradouro, mas tomara que eu esteja errado, pois ficar com todo esse sangue nas mãos sem nada conseguir em troca é por demais embaraçoso.

Anônimo disse...

Caro colega!

Israel não é nem nunca foi contra o povo palestino. Os bombardeios visam atacar apenas os terrositas e, como em toda a guerra, muitas vezes os inocentes pagam pelos erros dos outros.Mas o estado judeu não é nazista como vc tendensiosamente coloca neste post. Se fosse, o que seriam dos 20% de árabes palestinos que vivem e trabalham em Israel( país que tem o árabe e o hebraico como línguas oficiais), possuem cidadania israelense e estão muito satisfeitos com isso. Agora pergunto se o Hamas e o Hesbollah estão preocupados em poupar a população civil de Israel? Vc acha que os terrositas são mais humanos que o exercito de Israel? Desde quando os direitos humanos são respeitados em países comunistas e em países fundamentalistas islãmicos? Enquanto os árabes que vivem em Israel são aceitos como cidadãos o que aconteceram com os judeus que viviam nos países islãmicos? Foram expulsos, apesar de não terem nada a ver com o conflito na palestina.Israel é um estado laico onde qualquer religião pode ser professada, até mesmo o ateísmo, e as mulheres tem os mesmos direitos dos homens, mas o que querem os fundamentalistas islãmicos? Um estado muçulmano na palestina à semelhança do Irã e de outros lugares onde vcs só por não crerem em Deus já teriam sido mortos, junto com cristãos e judeus e onde as mulheres nem se quer podem estudar.Enquanto Israel tolera muculmanos em seu território o que pregam os terroristas:Varrer israel do mapa! Nada mais natural que se defender contra quem é uma ameaça declarada e tenho certeza que os palestinos prefeririam que a palestina toda pertencesse à Israel que viver numa teocracia muçulmana!

Anônimo disse...

Vai estudar seu merda!!!!!!!!
não sabe de porra nenhuma fica escreverndo pela internet se achando intelectual!!
deve ser um palestino de merda, que não respeita mulheres, que acredita que vai para o paraiso quando derrama o sangue de outro ser humano!
é deprimente!

 

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