ESTADO DE MINAS, UM JORNALECÃO DE "VANGUARDA"

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E sobre a Dengue?

Será que o secretário Marcos Pestana e o jornalecão da Rua Goiás fizeram também algum plano de vanguarda?


E quem vai cobrar eficiência do Governo de Minas?


Gripe suína
Minas cobra mais eficiência da Anvisa
Ingrid Furtado - Estado de Minas

A Anvisa garante que há fiscalização diária em todos os oito voos internacionais que aterrissam na Grande BH. Na terça-feira, duas pessoas foram internadas no Hospital das Clínicas com dores de cabeça e febre. Uma é mulher, de 41 anos, que participou de um evento de engenharia sanitária em BH e teve contato com pessoas do México e dos Estados Unidos. O outro caso é um homem, de 38, que saiu da África, mas fez conexão na França, onde há registro da gripe. A suspeita é de que ele esteja com malária.

A coordenadora da Vigilância Sanitária de Portos, Aeroportos e Fronteiras da Anvisa em Minas, Ieda Peixoto, garante que a abordagem durante os desembarques internacionais está ocorrendo rotineiramente em Confins. “Antes de os passageiros descerem do avião, uma equipe da agência se dirige à aeronave solicitando que o anúncio sonoro seja feito. Os fiscais conversam com a tripulação para verificar se há alguém com tosse, febre alta e outros sintomas. Só abordamos fisicamente o passageiro nesses casos. Além disso, todos preenchem um formulário com dados pessoais. Mas, infelizmente, há quem informe dados errados, o que prejudica o monitoramento posterior”, explica Ieda.


Três níveis

O protocolo divulgado terça-feira para dezenas de profissionais de saúde unifica informações e estabelece regras de combate à doença para as 18 regionais de saúde em Minas Gerais. O documento estipula diretrizes sanitárias e administrativas que devem ser cumpridas pelas autoridades de saúde. As medidas de segurança foram dividas em três níveis: ameaça real da introdução do vírus no território estadual e nacional; ocorrência de transmissão da doença; e o cenário mais grave, de número 3, com a contaminação da doença em grande magnitude.

“Estamos na primeira fase e, se felizmente a gripe não chegar a Minas, o esforço do protocolo servirá para gerir outras crises agudas no futuro. Mais cedo ou mais tarde, vamos enfrentar um surto e temos que nos antecipar, garantindo a organização de todas as regionais mineiras”, afirma o secretário de Saúde, Marcus Pestana. Ele afirma que, por semana, 6 mil pessoas provenientes de voos internacionais desembarcam no aeroporto de Confins.

Entre as diretrizes, está a simplificação do processo de compras, critérios de liberação de pacientes e como será o tratamento com antivirais específicos para a influenza A. A subsecretária de Políticas e Ação de Saúde da SES, Herideia Lima, explica que, se houver apenas um caso confirmado no Brasil, a situação será qualificada de epidemia. “Isso porque não conhecemos o vírus e muito menos o ritmo de contaminação. Se chegarmos ao nível 3, o pior deles, as ações serão descentralizadas nas 18 regionais de Minas. Em cada uma haverá um hospital para receber pacientes infectados. Temos, inclusive, instrumentos legais que nos permite suspender cirurgias eletivas e leitos de hospitais particulares e do Sistema Único de Saúde para atender pacientes com o influenza A”, afirma Herideia.

Pior cenário

A projeção de um possível cenário epidêmico, com duração de oito semanas e com 25% da população mineira infectada, significaria a necessidade de 62.286 internações. Num cenário ainda mais tenebroso, a gravidade se demonstra com a análise da provável necessidade de leitos de terapia intensiva: 2.607, ou seja, 176% dos leitos existentes hoje no estado.

Mas a subsecretária de Políticas de Saúde afirma que isso ocorreria em último caso e não há necessidade de pânico. “Não há casos confirmados da doença no Brasil e a taxa de letalidade do vírus é bem menor do que pensávamos no início. No México, a taxa de mortes não chega a 6%. Estamos no primeiro nível e a vigilância é nosso principal foco de atuação.” Há quatro pessoas em Minas suspeitas de terem contraído o vírus e duas em monitoramento. Todas estão em casa, sendo acompanhadas por uma equipe médica. Quatro casos já foram descartados.

Desde sexta-feira, o Ministério da Saúde alterou a definição de caso suspeito e em monitoramento para ampliar a vigilância da circulação do vírus. Passaram a ser consideradas suspeitas de ter a doença pessoas provenientes de países com confirmação de casos, que apresentem os sintomas do H1N1 ou que tenham tido contato próximo com alguém infectado. Estão em monitoramento pessoas que tiverem sintomas da doença e que sejam provenientes de países não afetados.

3 comentários:

SÃO da Cabeça disse...

Que vitrola chique, deu saudade da primeira vez que dancei uma musica coladinho, embalado por uma radiola idêntica a esta, o album: Crime Of The Century (1974) do supertramp, na rua Pires de Alburquerque 151 Montes Claros-Mg.
Tinhamos a turma da esquina: Pires de alburquerque com Rui Barbosa(a Rua: Rui Barbosaque era onde morava Godofredo Guedes e Dona Júlia, Mãe e Pai do Cantor e compositor Beto Guedes)
Saudade não tem idade...
Quanto a pestana, a unica que estou preoCULPADO é com a da porta do carro que uso atualMENTE.

Dois disse...

a negligência do estado em servir ao cidadão o direito de ter saneamento, mata mais gente por dia, do que essa gripe matará até o final do ano, porque então falar tanto da "gripe A"? É que ela atingiu turistas, gente com dinheiro, sabe né, os "homens brancos de olhos azuis", entrou em países de 1º(?) mundo.

Não que não devemos ter cuidado com essa doença, mas se mostrar-mos os números, h1n1 vai virar piada!

Enquanto isso o pobre continua se fudeno com seus males! :D

Anônimo disse...

Se formos contabilizar todo o dinheiro da corrupção(roubo mesmo) na área de saneamento, saúde, saúde etc...etc... daria para melhorar a vida de milhões de BRasileiros.
O crime do colarinho branco, principalmente na política movimenta mais dinheiro do que qualquer outra atividade.
E Minas virou um celeiro d'eles...

 

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