O SENADOR-RÉU, EDU-RATO AZEREDO, ARTICULA AÉCIO COMO VICE DE SERRA PARA GARANTIR SUA BOQUINHA NA CHAPA TUCANA AO SENADO

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ESTE RATO TUCANO DESGOVERNOU MINAS COMO NINGUÉM

Azeredo articula candidatura à reeleição para o Senado
Azeredo patrocina movimento pela candidatura de Aécio como vice de Serra para que componha com Itamar a chapa de candidatos ao Senado

Lambido do Novo Jornal

Imaginando-se acima do bem e do mal e ciente da existência em Minas de um esquema eleitoral corrupto onde o voto é comprado para os diversos níveis de candidatura, propiciando, por exemplo, ao candidato ao Senado conseguir eleger-se financiando diversos candidatos a deputado federal e estadual que por sua vez compram dos prefeitos e vereadores o apoio nos diversos municípios.

Evidentemente que o Ministério Público Eleitoral, assessorado pela área de inteligência da Polícia Federal, poderia acompanhar estas “negociações” e desmontá-las em menos de um mês.

Uma meia dúzia de agentes infiltrados na Assembleia Legislativa de Minas Gerais em menos de uma quinzena faria o levantamento indicando os “negociadores”.

Devido ao afrouxamento dos valores éticos, a mais alta Casa Legislativa de Minas transformou-se em um balcão de negócios, onde nomeações, obras públicas e apoios a grupos transgressores tornaram-se moeda de troca.

Porque o Ministério Público Eleitoral não promove esta fiscalização? Sinceramente não sabemos.

Há poucos dias o jornal “Estado de Minas” denunciou o funcionamento de um enorme esquema de notas frias e o Ministério Público Estadual prometeu investigar e punir os envolvidos.

Nos termos da lei orgânica do Ministério público, o primeiro passo para a realização de uma investigação é a instalação de um inquérito.

Como o caso foi de enorme repercussão, merecendo uma série de reportagens acompanhadas de provas e documentação, no mínimo o Ministério Público deveria noticiar o número do inquérito instalado, assim como a pauta das oitivas e outros procedimentos.

Algo que a mais simples delegacia de polícia do menor município consegue fazer. Ao contrário, o silêncio sobre o assunto é sepulcral. A estrutura de comunicação do Ministério Público existe e quando o caso é para denegrir a imagem de um desafeto, funciona com primazia.

Constitucionalmente o responsável pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais é seu presidente, neste caso, o deputado Alberto Pinto Coelho (PP). Indagamos à assessoria do deputado e fomos informados que ele ainda não foi ouvido.

Quando Novojornal cita como exemplo a pretensão eleitoral do senador Eduardo Azeredo, o faz por ter o mesmo comprovadamente (perante o Supremo Tribunal Federal), praticado todos os delitos anteriormente narrados.

Diga-se de passagem, as provas contra Azeredo só vieram a público, devido à tramitação de o processo ter ocorrido no STF. Em Minas, quase uma década antes, repousava nas gavetas do Ministério Público Estadual a mesma prova.

Não por ineficiência de promotores e procuradores e sim por intervenção direta do então procurador-geral de Justiça que “avocara” o processo.

Talvez seja coincidência, porém, com a aprovação do projeto “ficha limpa” no Senado, e a procura da população por informações de seus candidatos, sumiram do site do Tribunal de Justiça de Minas Gerais e da Justiça Federal em Minas a movimentação dos processos criminais envolvendo as “autoridades mineiras”.

1 Comentário:

JBmartins disse...

Quero a tal chapa puro sangue, será 2 ex-governador desempregado, brigarão para serem presidente do pzdbosta (z do Brasil deles)

 

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