Eu poderia hoje me definir como o último dos petistas puritanos ou, mais provavelmente, um ingênuo, um despossuído da tal da malícia política e, certamente, um sujeito preso nas intenções do passado.
Não tenho quaisquer interesses pessoais envolvidos nesta disputa eleitoral, nunca os tive, nem os pretendi um dia e, sequer almejo tê-los daqui pra frente.
O que possuo hoje, na idade das dores, dos muitos amores e também dos dissabores, é a memória dos sonhos que tive na juventude, presentes em mim até hoje.
E para dar um basta na cobiça política de Aécio Neves e na insensatez ideológica de Pimentel, rogo-lhe a coerência para sepultar, sem hesitação, esta aliança da divergência.
Brasil já venceu o tarifaço — Parte 3: a ampliação de mercados
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tarifária dos Estados Unidos contra o Brasil — do anúncio da tarifa de 25%
(depois...
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