Carlos Alberto SaDEMberg não se rende

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Mesmo diante dos irrefutáveis resultados revelados pela recente pesquisa CNI/Ibope sobre a popularidade do presidente Lula, de seu governo e de sua atuação diante crise econômica mundial, o comentarista de economia da Rede Globo, Carlos Alberto SaDEMberg, não se furtou, mais uma vez, em especular sobre os cenários mais pessimistas possíveis para a economia. Até aí nenhuma novidade, pois é um prática recorrente da casa.

Em um segundo momento, quando perguntado por André Trigueiro a que ele atribuía o bom desempenho do presidente na condução da economia SaDEMberg foi enfático:
"Eu acho que por enquanto André é mais efeito da propaganda né, do discurso, do discurso permanente que o presidente Lula faz falando da crise, que vai resolver, que a crise não vai chegar aqui, que o governo tem como atacar e tal, por enquanto é mais o efeito da propaganda do presidente do que efeito real...".


Para os que acompanham diariamente o jornalismo da Rede Globo, parece ser regra na redação que todos as falas dos apresentadores contenham conjunções adversativas (mas; porém; todavia; contudo; que; entretanto) sempre buscando um viés que dê credibilidade à onda de terror que tentam, a todo custo, propagar pela sociedade, mesmo quando os fatos não permitam fazê-lo.

Olhando de uma outra perspectiva, pode-se inferir que os patrões de SaDEMberg e de outros estafetas que servem a este jornalismo sujo, ainda não deram conta de dois mínimos detalhes:
1º. Que o seu poder de influência sobre cidadão, agora experimenta os limites que ele próprio estabeleceu dentro da percepção da realidade que o cerca;
2º. Que mesmo a mídia alegando ser seu papel a defesa do cidadão por meio da informação, finalmente este optou por acreditar naqueles que, constitucionalmente, são seus legítimos representantes para exercer a defesa dos seus interesses, os governantes eleitos.

E isto deixa claro que o cidadão percebeu, também, que o negócio e os interesses da mídia são outros e, bem diverso daqueles que o estado representa, dentre eles, a defesa do interesse coletivo.

Que sirva de lição à nossa mídia o que as pesquisas insistem em demonstrar.



2 comentários:

rc disse...

Quero ver como vão noticiar quando a aprovação cair (porque um dia terá de cair, né). Se vão se segurar, com medo de que na pesquisa seguinte suba de novo; ou se vão meter o pau e torcer para não voltar a subir logo.

Anônimo disse...

Acabo de ler q o IGP despencou. Isso mesmo, D E S P E N C O U !

Der Gobbels nao sabe onde esconder isso, pois qeriam terminar o ano cheios de "más notícias" ou, ao menos dizendo q o mundo estava prá acabar em 2009.
Craro, prá qem cresceu fazendo jornalismo na base do jabá, ficou duro escrever a mentira sem provas, a falsidade desmentida de todo dia.

Porq o povo, agora qer outro jornalismo ... o NOSSO!

Sim, nao somos formados nessas Universidades de picaretas engomadinhos, nao escrevemos bem e mal sabemos a sintaxe.

Nao tem pobrema, o povo qer comida, qer alegria, qer verdade, qer casa própria, qer filho na creche e escolas decentes c/ chances iguais.

O povo qer dormir e no dia seguinte, ir pro trabalho c/ o corpo banhado, e voltar cansado de produzir, mas vendo seu dinheirinho podendo comrar remédios, roupas e ainda ver sobrar algum prá viajar e rever parentes e amigos, lá de longe.

O povo deu as costas á mídia cadelinha no cio, por se sentir tratado como idiota.

Muitas vezes disse e vou repetir: a verdade é como merda - fede mas bóia.

Enqto isso, os redotres-capatazes esmagam qlqr tentativa de notícia clara e honesta q possa vir á tona.
Agora a mídia corporativa e do atraso ficou q nem barata tonta, nao sabe prá q lado vai, e mesmo assim, insiste em se apegar ao lado errado.

E o natal chegou, c/ ele, 1 Papai Noel de 9 dedos (aqele q + odeiam), 1 barbudo q nao pede a niguém prá sentar em seu colinho, mas os beija e afaga c/ se fossem seus entes qeridos, onde qer q estaja.
O ano todo, todos os anos.

Papai Noel nao veio da Lapônia e sim de Pernambuco e nao fala HO-HO-HO, mas tem sotaqe arretado.

E a mídia do atraso procura por Daniel Mendes, a dupla Bat-a-mao e Rob-a, q está prá sumir nao nos trenós de renas c/ caras de panacas, mas num camburao q insite em nao sair de suas portas.

E c/ ele, sumiu o jabá q antes significava "bom natal" prás Famiglias neo-nazi q controlam a mídia tupiniqim...

O q falar? Nada!

Vcs morrem, enquanto nós somos os novos jornalistas do Brasil.
Estamos re-ensinando o q os dotô/professô metidos a besta nao tema mais prá ensinar.

A USP, outrora Universidade de SP, nao passa de 1 nefasto ninho tucano-pefelento. Aqilo virou antro do q de pior se pode ensinar a um estudante de direito, filosofia, sociologia, história, economia e/ou de comunicacao.

Virou fábrica de fazer patroes.

E já q somos a nova mídia, entao vamos continuar desconstruindo o lixo q eles tentam nos passar, mas q é DELES.

Ontem lí o "editorial dos mortos-vivos" escrito por ninghuém menos q Ricardo Noblatblabla.
Tive pena.
O cara se poerdeu no q qiz dizer, e eu ria.

Ok, nós o compreendemos seu Noblatblabla. O sr tem razao, mensalao é corrupcao. Mas o sr se esqeceu de mencionar Azeredo, o tucano pai do filho q o sr chama de feio.
O sr tmbm se esqceu de citar sua esposa, entalada em escandalo c/ o deputado Raul Jungaman, algo em torno de 33 milhoezinhos.

Coisa pouca, né?!

Mas, a bem do jornalismo, mesmo o pitaqeiro, o sr omitiu, afinal, a merda dorme c/ o sr e o sr finge q nao sabmemos.

Moral de cueca?
Nao temos nenhuma, mas o sr tem moral de esposa corrupta prá oferecer?

Moral de mensaleiro? Nao, nao existe. O q é ilegal, deve ser tratado na palavra da lei.

Mas o sr qer o q? Mensaleiro em cana e sua esposa em Miami?

Aliás, qero propor ao sr o seguinte:
q tal nós 2 dentro do Maracana lotado num dia de Fla x Flu, o sr pedir vaia prá Lula?

Ou num dia de Corinthians x Palmeiras, será q sai?

Nem vou pðedir prá fazermos o mesmo num dia de Ba x Vi ... porq aí já covardia ...

Mas, pelo meu lado, o sr me permite pedir uma salva de aplausos pro sr e prá sua Der Göbbels?

Em qlqr desses lugares?

É ruim, heim Creonice, é ruim heim?!


Inté,
Murilo

 

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