CORRUPÇÃO NÃO É COLESTEROL, NÃO HÁ BOA OU RUIM

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4 comentários:

Anônimo disse...

Caiu, caiu, a Erenice 6% caiu!! mais uma vitória da "Imprensa Golpista"!!
Ou melhor, caiu não "pediu demissão"
não é mesmo?
Agora é esperar pela queda da Dilma.

CG-Curitiba

Alex disse...

FONTE DA FOLHA: LADRÃO DE CARGA

No Blog do Nassif

"Empresário" fonte da Folha acabou de sair da cadeia
Enviado por luisnassif, qui, 16/09/2010 - 10:02

Alguns elementos para tentar entender essa nova denúncia da Folha:

1. Segundo informações da própria Folha, o acusador Rubnei Quícoli já foi condenado duas vezes em São Paulo (por interceptação de carga roubada e por posse de moeda falsificada). E em 2007 passou dez meses preso. O fato de antecipar as denúncias sobre sua fonte não absolve o jornal. Pelo contrário, é agravante. Quando uma pessoa com tal currículo faz uma denúncia, é praxe de qualquer jornalismo sério ouvir as denúncias e exigir a apresentação de provas.
2. A única prova que o tal consultor apresenta é um email marcando audiência na Casa Civil e que tem o nome de Vinicius Oliveira no C/C . Todo o restante são acusações declaratórias. Nenhum juiz do mundo tomaria como verdade acusações desacompanhadas de provas, de um sujeito que acaba de sair da cadeia.
3. O jornal não explica como um sujeito com duas condenações criminais, que passou dez meses na prisão dois anos atrás, pilota um projeto de R$ 9 bilhões. É apostar demais na ignorância dos leitores.
4. O BNDES é um banco técnico, constituído exclusivamente por funcionários de carreira trabalhando de forma colegiada. É impossível a qualquer pessoa – até seu presidente – influenciar a análise do comitê de crédito. Essa informação pode ser facilmente confirmada com qualquer ex-presidente do banco, de qualquer governo. É só conversar com o Luiz Carlos Mendonça de Barros, Pérsio Arida, Antonio Barros de Castro, Márcio Fortes – que foram presidentes durante o governo FHC. A ilação principal da reportagem – a de que o projeto de financiamento foi recusado pelo BNDES depois da empresa ter recusado a assessoria da Capital – não se sustenta. Coloca sob suspeita uma instituição de reconhecimento público fiando-se na palavra de um sujeito que já sofreu três condenações na Justiça e três anos atrás passou dez meses preso.
5. Existem empresas de consultoria que preparam projetos para o BNDES e cobram entre 5 a 7% sobre o valor financiado. É praxe no mercado. Confundir essa taxa com propina é má fé. Segundo o empresário que denunciou, Israel apresentou uma proposta de acompanhamento jurídico de processos da empresa, que acabou não sendo assinado. Tudo em cima de declarações.
6. Ninguém vai negociar propostas ocultas em reuniões formais na Casa Civil (cont..)

Guilherme Scalzilli disse...

Fritando Erenice

O sacrifício de Erenice Guerra seguiu o roteiro conhecidíssimo das campanhas de destruição de reputações operadas pela mídia oposicionista.
Um. A escolha da vítima, a protagonista do escândalo, é feita criteriosamente. Quem vive nos bastidores do poder sabe onde procurar.
Dois. A fonte principal das acusações é personagem suspeito, quiçá mesmo criminoso, que recebe um estranho voto de confiança das redações. Em algum lugar do enredo há coadjuvantes ligados a políticos ou àquela facção serrista da Polícia Federal, mas esses detalhes passam “despercebidos”.
Três. As acusações são tecnicamente mirabolantes e inverossímeis. Qualquer tribunal as derrubaria, mas em certas ocasiões os comentaristas adoram parecer idiotas.
Quatro. As matérias repercutem essas falácias diariamente, repetindo simplificações grosseiras, boatos e especulações, até que a obviedade mais rasteira ganhe uma aura pecaminosa.
Cinco. Os personagens caricatos do entorno viram bodes expiatórios. Ganham apelidos. São fotografados em poses repugnantes, têm suas biografias devassadas. Caem no escárnio público e o episódio entra para o anedotário político da nação.
Fim. Pressionada por todos os lados, desmoralizada e exausta, a vítima principal do conluio não vê outra saída senão pedir demissão. É a glória do jornalismo corporativo.
Esse esquema serve para qualquer escândalo do governo Lula. Basta inserir os nomes nos espaços vagos. Trata-se de estratagema irresistível, porque utiliza o imediatismo da imprensa diária e os imensos recursos das grandes corporações para um ataque fulminante, que não permite respostas.
Qualquer medida judicial contra esse abuso recebe imediatamente a pecha de censura. Quando ficar evidente que tudo não passou de um ardil malvado, será tarde para a devida reparação. E o assunto terá caído na irrelevância.
A isso os editoriais chamam "liberdade de imprensa".

http://www.guilhermescalzilli.blogspot.com/

Guilherme Scalzilli disse...

Fritando Erenice

O sacrifício de Erenice Guerra seguiu o roteiro conhecidíssimo das campanhas de destruição de reputações operadas pela mídia oposicionista.
Um. A escolha da vítima, a protagonista do escândalo, é feita criteriosamente. Quem vive nos bastidores do poder sabe onde procurar.
Dois. A fonte principal das acusações é personagem suspeito, quiçá mesmo criminoso, que recebe um estranho voto de confiança das redações. Em algum lugar do enredo há coadjuvantes ligados a políticos ou àquela facção serrista da Polícia Federal, mas esses detalhes passam “despercebidos”.
Três. As acusações são tecnicamente mirabolantes e inverossímeis. Qualquer tribunal as derrubaria, mas em certas ocasiões os comentaristas adoram parecer idiotas.
Quatro. As matérias repercutem essas falácias diariamente, repetindo simplificações grosseiras, boatos e especulações, até que a obviedade mais rasteira ganhe uma aura pecaminosa.
Cinco. Os personagens caricatos do entorno viram bodes expiatórios. Ganham apelidos. São fotografados em poses repugnantes, têm suas biografias devassadas. Caem no escárnio público e o episódio entra para o anedotário político da nação.
Fim. Pressionada por todos os lados, desmoralizada e exausta, a vítima principal do conluio não vê outra saída senão pedir demissão. É a glória do jornalismo corporativo.
Esse esquema serve para qualquer escândalo do governo Lula. Basta inserir os nomes nos espaços vagos. Trata-se de estratagema irresistível, porque utiliza o imediatismo da imprensa diária e os imensos recursos das grandes corporações para um ataque fulminante, que não permite respostas.
Qualquer medida judicial contra esse abuso recebe imediatamente a pecha de censura. Quando ficar evidente que tudo não passou de um ardil malvado, será tarde para a devida reparação. E o assunto terá caído na irrelevância.
A isso os editoriais chamam "liberdade de imprensa".

http://www.guilhermescalzilli.blogspot.com/

 

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