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PETISTA SAFADO QUE TEM AMIGOS COMO AÉCIO (QUE NUNCA EXPLICOU NADA DA SUA LIMPA E CÂNDIDA VIDA PRIVADA), NÃO PRECISAM DE INIMIGOS

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Aécio defende ida de Pimentel ao Congresso para explicar consultorias

Lambido do O Globo


BELO HORIZONTE (MG) - O senador Aécio Neves (PSDB) defendeu nesta sexta-feira a ida do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Externo, Fernando Pimentel, ao Congresso no próximo ano para explicar contradições a respeito das atividades da P-21 Consultoria e Projetos, empresa do ministro. Aécio criticou a presidente Dilma Rousseff (PT), que vem defendendo Pimentel publicamente por entender que as suspeitas se referem à vida pessoal de Pimentel e não à sua atividade à frente do Ministério. Há duas semanas, o senador mineiro chegou a comentar que pairavam dúvidas sobre as consultorias do ministro.

- Eu acho que é muito difícil separar duas vidas, quando você vem para um cargo público, você vem com a sua vida privada. Nós somos a mesma pessoa, seja em casa, seja fora de casa, com os mesmos valores e a mesma conduta. Eu não acho que tenha sido uma declaração feliz da presidente Dilma - disse o tucano, que é aliado de Pimentel na prefeitura de Belo Horizonte e não descarta reeditar a aliança com o PT na campanha pela reeleição do prefeito Márcio Lacerda (PSB) em 2012.


Neste mês o PSDB tentou aprovar a convocação do petista em comissões do Senado e da Câmara, mas a base governista blindou as convocações, a pedido da presidente Dilma Rousseff. O partido decidiu, então, encaminhar um pedido formal de informações por escrito ao ministro, que nas últimas semanas fugiu de jornalistas em eventos públicos e se recusou a prestar esclarecimentos sobre as denúncias. O pedido deverá ser encaminhado pela Mesa Diretora do Senado em fevereiro.

Apesar de dizer respeitar a opção política de Pimentel de se recusar a se explicar pessoalmente perante o Congresso, Aécio acredita que ele deveria mudar de posição: (COM A CARA-DE-PAU QUE LHE É PECULIAR)
 -Todo homem público tem que estar disposto com muita serenidade e transparência a dar explicações, para não deixar que pairem dúvidas sobre a sua atividade. Se pudesse dar a ele uma sugestão, seria que ele fosse ao Congresso - disse o tucano.

Para Aécio, a blindagem ao ministro pela base aliada do governo é uma evidência de que "o PT trata de forma diferenciada os seus (políticos) em relação aos aliados", numa referência aos ministros de partidos como PMDB, PCdoB e PDT que foram ao Congresso prestar esclarecimentos quando surgiram suspeitas a respeito de suas atividades.

Entre 2009 e 2010, período entre sua saída da Prefeitura de Belo Horizonte e a chegada ao governo Dilma, Pimentel faturou R$ 2 milhões em serviços de consultorias. Metade deste valor (R$ 1 milhão) foi pago pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), para conversas informais e palestras nas dez regionais da entidade em Minas. No entanto, O GLOBO apurou que as palestras nunca ocorreram. Pimentel também recebeu R$ 400 mil da QA Consulting, empresa do filho de seu sócio. Parte deste pagamento foi realizado dois dias antes da QA receber R$ 230 mil da HAP Engenharia, cujo dono divide com Pimentel o banco dos réus em ação do Ministério Público por suspeita de superfaturamento em obras. No mesmo período, não há registro de serviço prestado pela QA Consulting para a HAP no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea-MG).

Sócios de outra empresa que pagou R$ 130 mil à Pimentel, a ETA Bebidas do Nordeste, negaram em entrevistas gravadas pelo GLOBO ter condições financeiras de pagar o valor pela consultoria de Pimentel. No entanto, depois que o caso foi denunciado, um dos sócios recuou dizendo ter havido a contratação e se recusando a dar detalhes do serviço. Outra cliente do ministro, a construtora Convap, pagou R$ 514 mil a Pimentel poucos meses antes de ganhar duas licitações de R$ 95,3 milhões na prefeitura de BH, administrada pelo grupo político do ministro.

SERRA VENCE DILMA NO ARRAIAL DO CURRAL DEL REY, ANTIGA OCUPAÇÃO DO PETISMO DE ARAQUE DE FERNANDO PIMENTEL

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Lambido do Jornal O TEMPO

Com votos de Marina, José Serra vence a eleição em Belo Horizonte

Após uma vitória de Marina Silva no primeiro turno em Belo Horizonte, José Serra (PSDB) teve a preferência da maioria do eleitorado da capital mineira.

O candidato tucano teve 50,39% dos votos válidos, enquanto Dilma Rousseff (PT) teve 49,61% dos votos dos belo-horizontinos. Em números brutos, a diferença entre eles foi de aproximadamente 10 mil votos.

No primeiro turno, Marina Silva (PV), teve 39,88% dos votos em Belo Horizonte, Dilma teve 30,92% e Serra 27,73%.


No segundo turno, a maioria dos militantes do PV mineiro havia declarado apoio a Serra

PIMENTÉCIO, O LEGADO

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Lambido da seção de comentários de um jornal qualquer

29/09/2010 - Marcos Nascimento
Duas coisas: a)os petistas têm que pedir explicações é ao Lula e à Dilma que impuseram a candidatura de Hélio Costa, contra Pimentel (e mesmo contra Patrus, por que não!) - aliás, essa derrota vem da aliança traumática com Newtão em 2006 (um tsunami em face da "marolinha" que foi a aliança para eleição de Márcio Lacerda - que não sei se será tão breve quanto se diz); b) Hélio Costa não tem nada a cobrar de ninguém, afinal queria a todo custo ser candidato e foi. Nessas eleições mesmo quem não conhecesse nada de política já tinha a impressão de estar assistindo àqueles filmes cuja primeira cena já revela o final: tanto Serra quanto HC olharam para as pesquisas e "confundiram" (porque lhes era conveniente) alhos com bugalhos, isto é, "recall" com intenção de voto. Ambos tinha 50% de "recall", que representavam talvez 20%, talvez 30% de intenções de voto. Quando se falava que Aécio (presidente) e Anasata (governador) tinham 10%, era intenção de voto, sem rejeição e com a avenida inteira pela frente... Isso se confirmou com Anastasia e com Dilma. E certamente se confirmaria com Aécio (presidente)!

29/09/2010 - carla andrade
Eu postei aqui, por diversas vezes, que o PT mineiro morreu. Eu já sabia que a executiva nacional obrigaria o partido a apoiar Helio Costa. Apesar das prévias realizadas, o PT foi obrigado a retirar-se da disputa ao Governo do Estado. A militancia Petista abandonou a campanha e deu nisso::: derrota de novo do Helio Costa. E a Dilma não quer vir a MG. Ela sabe que, neste momento de queda em pesquisa, ela poderia se prejudicar. Na hora do desespero, é cada um por si. Hélio costa nao conhece mais MG e seus problemas e progressos. Ficou claro no Debate da Globo. Quis aproveitar a OPORTUNIDADE de ter o apoio do PT pra se eleger........ Só esqueceu que iria enfrentar não o Anastasia, mas o AÉCIO. SE FERROU DE NOVO HELIO COSTA.

29/09/2010 - Klebhert
Como um ex-militante do PT estou adorando esta situação, espero que o diretório estadual e nacional peçam explicaçõs convincentes aos Srs. Fernando (tucano) Pimentel e Reginaldo (tucano) Lopes sobre esta derrota, aliás creio que os dois torcem por ela, uma vez que entregaram de bandeija a prefeitura de BH para a Tucanolândia disfarçada de PSB, seria cômico se não fosse trágico. Tenho dito, bem feito para os entreguistas.

O DEVASTADOR EFEITO DO PIMENTÉCIO

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Patrus culpa aliança de 2008 por fragilização da militância do PT-MG

Para o petista, aliança com Márcio Lacerda foi marco negativo para militância do PT


Agência Estado - 28/09/2010

O crescimento das intenções de voto em Antonio Anastasia (PSDB) e a perspectiva de vitória do governador tucano e candidato à reeleição no primeiro turno fizeram recrudescer feridas abertas no PT-MG e as dificuldades para a formação da aliança com o PMDB na disputa pelo Palácio Tiradentes. O candidato a vice na chapa encabeçada por Hélio Costa (PMDB), Patrus Ananias (PT), culpou a aliança entre seu colega de partido, o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel - candidato ao Senado -, e o ex-governador Aécio Neves (PSDB) na eleição para a prefeitura de Belo Horizonte, em 2008, pelo que chamou de fragilização da militância petista na capital e região metropolitana. A Grande BH é uma das regiões do Estado onde a candidatura de Anastasia mais cresceu.

"Sinto que a militância do PT ficou machucada com o processo de 2008. Para mim, o processo está resolvido. Mas é sempre bom resgatarmos para não perdermos a memória. Nós tínhamos a hegemonia, a liderança do processo políticos em Belo Horizonte e abrimos mão disso. Sobretudo, estou sentindo que isso deixou muito ferida, muito machucada nossa militância", afirmou Patrus nesta segunda-feira, após um ato de campanha.

A declaração do ex-ministro do Desenvolvimento Social vocalizou um descontentamento, até então velado, da chapa ao governo com campanha "descolada" de Pimentel, que deixou o Executivo municipal com índices elevados de popularidade. Patrus foi contra a aliança que elegeu Márcio Lacerda (PSB). "A nossa força está, sobretudo, nas pessoas que nos apoiam. Não temos condições de disputar economicamente com o nosso adversário", ressaltou.

Nos bastidores, peemedebistas e interlocutores de Costa reclamam que lideranças ligadas ao ex-prefeito não se empenharam na campanha para o governo. Numa disputa pouco amistosa com o peemedebista, o petista foi preterido na indicação como candidato ao governo. A definição do candidato em Minas acabou sendo imposta pelas cúpulas nacionais do PT e do PMDB, como parte do acordo que selou a aliança nacional das siglas.

Na campanha de Pimentel, as queixas são semelhantes. Aliados do ex-prefeito alegam que os peemedebistas e parte do PT também não se esforçaram pela candidatura ao Senado. "Exigir que um candidato ao Senado, que há dois anos não está num espaço público e que abriu mão de ser candidato ao governo por uma aliança nacional, carregue uma disputa estadual, é muito para a nossa candidatura", reclamou um petista próximo ao ex-prefeito. "Sempre avaliamos que a candidatura do Hélio era uma candidatura difícil, pesada, que poderia cair, como caiu no final."

A reportagem não conseguiu contato nesta terça-feira com Patrus e Pimentel. O coordenador da campanha do ex-prefeito, deputado federal Miguel Correia Júnior (PT), disse que Patrus "tem todo o direito de fazer avaliação sobre o processo de 2008 e de 2010". "Mas o processo de 2010 não está encerrado. Significa que nós ainda acreditamos. O segundo aspecto é que nós não podemos ser responsabilizados por um modelo que inclusive já foi testado nas eleições", ressaltou, se referindo às duas derrotas de Costa na disputa pelo governo em 1990 e em 1994.

Após um encontro com religiosos, Costa procurou colocar panos quentes na polêmica. "Nós, do PMDB e do PT, nunca nos sentimos tão próximos em todas as regiões do Estado, principalmente em Belo Horizonte. Vamos com força e garra votar no próximo domingo "

De acordo com a última pesquisa Ibope divulgada na segunda-feira, Costa está 13 pontos porcentuais atrás do tucano, que venceria no primeiro turno. Na disputa pela segunda cadeira no Senado - levando-se em conta que Aécio está praticamente eleito, pois lidera com 69% das intenções de voto - Pimentel (29%) está 15 pontos porcentuais atrás de Itamar Franco (PPS), que aparece com 44% dos votos totais.

Na reta final, a campanha na TV da ampla coligação liderada pelo PSDB tem reservado significativo espaço para Itamar, sempre numa dobradinha com o ex-governador. O ex-prefeito petista, por sua vez, recorreu a uma nova gravação de apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na qual Pimentel chega a se emocionar.

AVAN$$A ZAZÁ - BONECO DO FARAÓ DAS GERAIS SOBE NAS PESQUISAS

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Minas merece seu destino, o de ser uma eterna capitania hereditária.

Agradeçam este grande feito a FERNANDO PIMENTEL.


E quem sobreviver, CHORARÁS!

Lambido do Portal R7

Anastasia sobe 12 pontos e reduz vantagem de Costa na disputa por Minas

Candidato tucano tem 29% das intenções de voto, contra 43% do rival do PMDB

Costa lidera disputa pelo governo de MG
Do R7

O candidato do PMDB ao governo de Minas Gerais, Hélio Costa (PMDB), permanece na liderança da disputa com 43% das intenções de voto, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (27). Aliado de Dilma Rousseff (PT), o peemedebista aparece 14 pontos à frente do tucano Antonio Anastasia (PSDB), que dá palanque para o tucano José Serra e tem 29% da preferência do eleitorado.

Anastasia subiu 12 pontos, reduzindo a diferença da disputa por Minas Gerais.

Vanessa Portugal (PSTU) e Fabinho (PCB) caíram de 2% para 1%, enquanto o Professor Luiz Carlos (PSOL), Zé Fernando Aparecido (PV) e Edilson Nascimento (PT do B) mantiveram-se com 1% cada. Pepê (PCO) não pontuou. O número de eleitores indecisos chega a 16% e votos brancos e nulos chegam a 7%.

Na sondagem anterior, divulgada no último dia 13, Costa tinha 43% e Anastasia tinha 17% das intenções de voto.

A pesquisa divulgada hoje foi encomendada pelo jornal Folha de S. Paulo e pela Rede Globo e tem margem de erro de três pontos percentuais. Do dia 9 ao dia 12 de agosto, foram entrevistados 1261 eleitores de 52 municípios mineiros. A sondagem foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número 25452/2010 no dia 20 de agosto.

SORRIA PIMENTEL, NESTA VOCE SIFU

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Datafolha reforça preferência do eleitor no chamado "Helécio"

Elaine Resende - Estado de Minas

Publicação: 20/08/2010 13:26

Apesar dos esforços dos marqueteiros em apresentar o nome de todos os candidatos da coligação ou do partido para os cargos majoritários, na cabeça do eleitor a lógica não é a da formação de alianças. Segundo a última pesquisa Datafolha, divulgada esta semana, o cruzamento das intenções de voto para governador e senador reforça o pensamento que, no Brasil, os eleitores decidem o voto pelas pessoas e não por causa do partido.

Em Minas, o chamado "Helécio" é o fenômeno mais percebido entre os eleitores: 74% dos entrevistados que disseram votar em Hélio Costa (PMDB) para o Palácio da Liberdade preferem o ex-governador de Minas Aécio Neves (PSDB) para uma das duas cadeiras no Senado. Já o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT), que compõe chapa com Hélio Costa na coligação “Todos Juntos por Minas”, tem a preferência de apenas 26% do eleitorado do ex-ministro das Comunicações.

O ex-presidente Itamar Franco (PPS) também tem uma preferência maior do que Pimentel entre o eleitorado de Hélio Costa. Itamar, que faz parte da coligação "Somos Minas Gerais" junto com Anastasia e Aécio, foi considerado a opção para o Senado por 56% dos pesquisados que votam em Costa.

A pesquisa Datafolha ouviu 1.264 eleitores no estado (51 municípios) entre os dias 9 e 12 de agosto. De acordo com o instituto de pequisas, Aécio tem 68% das intenções de voto, seguido por Itamar, que tem 47%. Em terceiro lugar está Pimentel com 20% das intenções de voto. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Este ano serão eleitos dois candidatos para o Senado, por isso, a soma da pesquisa é de 200%.

O VICE DE PIMENTEL. E DAÍ SE O ARRUDA FOSSE O VICE DE SERRA?

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Para saber mais sobre o vice de Pimentel, pesquise no Google ou até no Cornudo Noturno.

VOU MORRER IDIOTA, MAS NÃO SEREI O HOMEM QUE VENDEU A ALMA POR ALGUNS TROCADOS

DEPOIS NÃO DIGAM QUE O LÍNGUA NÃO AVISOU!

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Não subestimem essa gente da direita.

Prestem a atenção: Mesmo que, aparentemente caído, cão raivoso não é cachorro morto!


E, no que depender desta ala petista de Minas, de Pimentel, Virgílio Guimarães et caterva, não faltará munição para a direita desesperada.


O GLOBO

Campanha de Dilma entra em crise após descoberta de suposto dossiê contra Serra

ISSO É QUE DÁ ANDAR COM AÉCIO NEVES - O PT MINEIRO VIROU PÓ

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EDITORIAL DE GERALDO ELÍSIO PARA O NOVO JORNAL

O PT DEVE EXPLICAÇÕES

“Há três espécies de cérebros: uns entendem por si próprios; os outros discernem o que os primeiros entendem; e os terceiros não entendem nem por si próprios nem pelos outros; os primeiros são excelentíssimos; os segundos excelentes; e os terceiros totalmente inúteis”. - Maquiavel

O PT de Minas Gerais deve uma explicação ao povo do Estado. Fonte segura do partido, cujo nome pediu para ser mantido em sigilo, deu uma informação preciosa a este repórter. Somente foram apurados 64% dos votos das últimas prévias envolvendo o ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, e o ex-ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, para saber qual dos dois enfrentará o candidato patrocinado pelo ex-governador Aécio Neves, até o momento o atual governador Antonio Anastasia. Até aí nada de mais. O próprio site do PT discretamente informa isto.

Quer dizer, 34% dos votos não foram apurados e se fossem dariam a vitória ao ex-ministro Patrus, não ao ex-prefeito de Beagá, Fernando Pimentel. Aí a informação começa a ganhar relevância.

A fonte acrescentou que o grupo do ex-ministro Patrus Ananias, diante de “informações preocupantes” realizou uma “apuração paralela”, e citou dois exemplos: “Em Buritizeiro, região norte de Minas, Patrus obteve 61 votos e Fernando Pimentel, 1 voto. Em Varzelândia, também no Norte do Estado, Patrus atingiu a marca dos 44 votos, contra apenas 4 de Pimentel. Estes votos não foram apurados e sequer computados. A vitória de Pimentel foi por uma margem de apenas 2%”.

A mesma fonte garante que “houve um acordo entre Pimentel e Patrus no sentido de que os votos que não chegassem a Belo Horizonte até as 14 horas do dia das prévias não seriam contabilizados”. Ora, todo mundo sabe o tamanho de Minas Gerais, sabe que as distâncias são tão grandes que este propósito resultaria no que resultou.

Por quê? Quais interesses estão por trás deste jogo político que segundo a fonte “configura um desrespeito àqueles que saíram de suas casas para votar”.

Seria esta “uma saída honrosa” para Fernando Pimentel, um dos três coordenadores da campanha da ministra Dilma Rousseff, indicado por ela própria? Os outros dois são José Eduardo Dutra, indicado pelo partido, e Antônio Palocci, indicação pessoal do próprio presidente Lula. Ou teria o Palácio do Planalto percebido uma situação desfavorável à Dilma em Minas e, na ânsia de se aliar ao PMDB de Hélio Costa, patrocinado este jogo? Teria sido emanada de Brasília uma ordem para Patrus não vencer?

Não sei. Em política tudo é possível, até mesmo o nada. Mas que o PT, principalmente o de Minas, deve uma explicação deve. Principalmente porque outras fontes já começam a vazar que “Fernando Pimentel está intimidado com medo de perder as eleições e prefere o Senado ou um futuro Ministério incerto se Dilma vencer o pleito, derrotando José Serra, o que abriria outras sendas para o ex-ministro Patrus Ananias.

O que aconteceu

A mesma fonte que gerou a notícia acima comentou que por ocasião da indicação de Márcio Lacerda como candidato a prefeito de Belo Horizonte, ele foi denunciado pela ex-reitora da UFMG, Ana Lúcia Gazolla, como tendo sido filiado com apenas sete meses de ficha de inscrição ao seu partido. “O que isto resultou?” Nada sei. Com a palavra o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais.

Este espaço é permanentemente aberto ao democrático direito de resposta a todas as pessoas e instituições aqui citadas.

geraldo.elisio@novojornal.com

PIMENTÉCIO - O QUE PENSAM MINEIROS COMO EU A RESPEITO DE PIMENTEL E SUA GANGUE, MINÚSCULOS NA POLÍTICA, PORÉM, MAIÚSCULOS NA MARACUTÁIA

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Nós, os mineiros, estamos fudidos com este petismo de Pimentel, Virgílio Guimarães e mais um monte de merdas que não dá nem para enumerar aqui. Essa é a verdadeira turma da "companheirada", a quem Aécio Neves se referiu com muito desenvoltura. Também pudera, Pimentel e seus asseclas são pioneiros no tal do socialismo(?) expresso.

Autor:
Dalva Carvalho
"Que o Pimentel vai dar pro Hélio Costa é fato consumado!!! Afinal já deu pro Aécio e como o PT já tá mal pago mesmo (não consegue mais fechar as pernas) talvez o preço é que esteja sendo o problema, por isso o velho PMDB( já P*** velho) oferece mais uma migalhinha."

PMDB oferece vice e Senado ao PT para emplacar Hélio Costa

OLHA O PT AÍ. O DO PIMENTÉCIO, VIRGÍLIO "ET CATERVA" - COM CERTEZA É ESTE O PETISMO QUE SE ENQUADRA NO CONCEITO DO TIO REI, O PT DOS PETRALHAS

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Suspeita de fraude paralisa contagem de votos no PT-MG

Agência Estado -

Publicação: 08/12/2009 19:14


A apuração do segundo turno da eleição para a presidência do diretório estadual do PT em Minas foi suspensa temporariamente nesta terça. Com 74,4% dos municípios apurados, a contagem foi interrompida pela manhã pela Comissão Estadual de Organização Eleitoral (COE). Segundo a comissão, a suspensão foi motivada pela análise de recursos contra supostas irregularidades durante a votação.

Irritado com o que considerou uma "pressão violenta" para que se declarasse derrotado na disputa, o secretário nacional de comunicação do PT, Gleber Naime - candidato alinhado ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias -, solicitou a intervenção do Diretório Nacional petista no restante da apuração e o envio de uma comissão dirigente, com membros de outros Estados, para o acompanhamento do processo de Minas.

Na última parcial divulgada nesta terça, o deputado federal Reginaldo Lopes, aliado do ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, mantinha a liderança na disputa. O atual presidente do PT-MG tinha 52,22% dos votos válidos (21.148 votos) contra 47 78% (19.351 votos) de Naime. Pouco antes da divulgação dessa parcial, Lopes, acompanhado do ex-prefeito da capital, concedeu uma entrevista coletiva para afirmar que, com base em sua apuração paralela, já se considerava "matematicamente" reeleito.

"Um candidato já se declarou eleito e a apuração não terminou. Eu só reconheço o resultado oficializado pelo partido, pois restam mais de 15 mil votos a serem apurados", relatou Naime na carta encaminhada à Secretaria de Organização e Coordenação da COE Nacional. No documento ele afirma que "o segundo turno foi marcado em Minas por centenas de ocorrências policiais" e acusa Lopes de não querer dar continuidade à apuração.

O grupo do secretário nacional de Comunicação do PT divulgou para a imprensa uma resposta por e-mail do presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, na qual ele afirma que a direção nacional considerou que a Comissão Eleitoral Estadual "deve escrutinar todos os votos postados dentro dos prazos regulamentares, sem o que não será reconhecida a legalidade de qualquer resultado". O PT nacional também determinou novos prazos para apresentação e julgamento de recursos no segundo turno em Minas.

Até o início da noite, porém, a apuração continuava suspensa. Indicado para falar pelo PT-MG, o secretário estadual de Comunicação do PT, João Bastita Pereira, não atendeu aos telefonemas. "Eu queria só que fosse garantido o direito de ter apuração até o final", argumentou Naime. Já o presidente estadual do partido minimizou o episódio e disse que continuava com absoluta certeza da vitória.

 

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