LÁ VAMOS NÓS MAIS UMA VEZ, OS JUSTICEIROS TELEGUIADOS

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Lambido do G1

Muro de escritório de ex de advogada morta é pichado
Mizael Bispo de Souza é principal suspeito da morte dela.
Ele nega envolvimento e se diz 'arrasado' com a notícia.

Os muros do escritório e da casa vizinha do advogado de Mizael Bispo de Souza, ex-namorado de Mércia Nakashima e principal suspeito de sua morte, foram pichados. Nesta sexta-feira (11), inscrições como "monstro" e "a carapuça caiu" podiam ser vistas em Guarulhos, na Grande São Paulo.

O corpo de Mércia foi localizado perto de uma represa de Nazaré Paulista, onde o carro dela também foi localizado.

Após saber da morte, o ex-namorado "ficou arrasado e começou a chorar”, segundo o advogado Samir Haddad Junior.

Mizael está em casa. Segundo o advogado, seu cliente está à disposição da polícia. Haddad disse, no entanto, que não há indícios para incriminá-lo.

O pai da advogada, Macoto Nakashima, que acompanhou as buscas, identificou o corpo da filha. Ele afirmou ao G1 que a roupa - uma malha roxa, calça jeans e tênis branco - era a mesma usada pela advogada no dia em que desapareceu em Guarulhos. "É a roupa que ela usava", disse o pai. "Não há mais nada a fazer. Agora é esperar por justiça", disse.

2 comentários:

Anônimo disse...

Uma moça dessa se prestar a se relacionar com um baianão traste desses também hem!

Guilherme Scalzilli disse...

Dossiê é detergente

Funciona assim: contrato alguém para espionar a mim mesmo, descobrir segredos que possam interessar aos adversários. Aparece uma lista de capivaras incômodas e a partir de então ficamos atentos. Assim que os farejadores alheios puxam aqueles rabichos, e antes que possam organizá-los em alguma investigação compreensível, saímos a público denunciando que estão a elaborar um maldoso dossiê. Para provar, até divulgamos o assunto. Sempre que aparece aquela suspeita, reagimos com indignação democrática, devolvendo o prejuízo à imagem dos “arapongas”.
Qualquer campanha a prefeito de cidade mediana tem sua equipe de contra-informação. A maioria é formada por jornalistas (quem disse que o diploma não serve para nada?), mas há também publicitários, ex-policiais e aspones em geral. Eles se conhecem, é um meio relativamente fechado. E não há ingênuos: repórter ou analista que cobre eleições para grande veículo e nega a existência desses grupos em todos os partidos está sendo mentiroso. Para entender o alcance da estrutura a serviço de José Serra, basta realizar uma pesquisa rápida nos arquivos de qualquer jornal, procurando menções a Serra, à Polícia Federal e a Marcelo Itagiba. Isso vem de longe e não deveria mais causar espanto.
Talvez o PT esteja correto em sua estratégia de tratar o caso como histeria de perdedor. Mas, precisando, pode partir das próprias denúncias preventivas da Veja, que levantou a lebre e misteriosamente "esqueceu" de averiguá-la. É batata.

 

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