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MARINA DECIDIU NÃO DECIDIR. QUE NOVIDADE.

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CONTRIBUIÇÕES DE MARINA SILVA PARA O BRASIL: A RESSURREIÇÃO DOS MORTOS (OU DOS QUE JÁ ESTAVAM QUASE LÁ)

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Bornhausen diz que PT tem projeto de "dominação total"

Lambido do Portal Terra

O líder do DEM no Congresso, deputado federal Paulo Bornhausen, acusou o PT nesta quarta-feira (13), em reunião com líderes do DEM, PSDB e PMDB de Santa Catarina, de manter um projeto de "dominação total" sobre as "liberdades individuais e sistema político nacional".

Para o democrata, uma vitória de Dilma Rousseff (PT) e a maioria do Senado e da Câmara dos Deputados formados por governistas representaria um "risco absurdo" ao País. "Eu sei qual ovo de serpente foi colocado no Congresso Nacional para iniciar o projeto de dominação total do PT sobre a nossa política e a sociedade", afirmou. "No programa eleitoral, eles estão falando em maioria de 350 parlamentares na Câmara. Mas este número vai passar de 400", completou.

Segundo Bornhausen, um eventual governo Dilma aprovaria o que "bem entendesse". Ele citou o chamado projeto de "cotas" na TV por assinatura, ainda em tramitação no Congresso: "o PT vai aprovar isso e interferir nos canais e programação. (...) Vamos assistir ao Lula, a Dilma e toda a catrefa (sic) em pleno horário nobre. E não vai adiantar mudar de canal porque eles estarão em todos", afirmou.

O deputado ainda acusou os petistas de realizarem um projeto para "acabar com liberdades individuais" e disse que as lideranças não poderiam ter "vergonha" de pedir votos para José Serra (PSDB). "Vão aprovar a descriminalização do aborto e outros absurdos. Passei quatro anos na oposição sofrendo, mas lutando pelo Brasil", afirmou. "Não podemos ter vengonha de pedir votos pois quero um País com liberdades e democracia", concluiu.

PLÍNIO, O MAGNÍFICO, DESMASCARA A FARSA DE "JOGAR PARA A PLATÉIA" DA MARINA VAI COM OUTRAS

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A ESTRANHA CONSCIÊNCIA VERDE DE GISELE BUNDCHEN, A MAIS NOVA APOIADORA DE MARINA BALA DE PRATA

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Lambido do Vegerianismo.com.br





Sou a maior amante dos animais do mundo

27/07/2003 DE NOVA YORK

Gisele Bundchen
Thu Nov 14, 9:54 PM ET
A supermodelo brasileira Gisele Bundchen (C) é cercada por aivistas da PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) com cartazes durante desfile de moda 'Victoria Secrets'em Nova York, em 14 de Novembro de 2002. As ativistas foram retiradas por seguranças e mais tarde levadas pela polícia.REUTERS/Mike Segar

Ativistas da organização não-governamental Pessoas pelo Tratamento Ético de Animais (PeTA, na sigla em inglês) interromperam anteontem um desfile de lingerie do qual Gisele Bündchen participava para protestar contra a top-model brasileira com cartazes que diziam: "Gisele: Escória vestida de pele". O evento fazia parte da gravação do "Victoria's Secret Fashion Show", programa anual de TV da grife de lingerie.

A PETA, conhecida por suas manifestações radicais, como jogar tinta em pessoas usando casacos de pele, vem atacando Gisele desde que ela apareceu em outdoors nos EUA anunciando casacos de pele da marca Blackglama.

Bastante nervosa, Bündchen repudiou o protesto. "Elas [as manifestantes] só querem atenção. Sou a maior amante dos animais do mundo e só estava fazendo meu trabalho, afinal sou uma modelo. E nem uso pele."

PESQUISA SENSUS - DILMA AVANÇA, SERRA DESPENCA, MARINA VEGETA E PLÍNIO, O SOBERBO, CONTINUA NA TITICA

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Com 46%, Dilma lidera e venceria no 1º turno, diz pesquisa Sensus
Serra aparece com 28,1%; Marina, com 8,1%. Margem de erro é de 2,1 pontos.

Confederação Nacional do Transporte encomendou levantamento.
Eduardo Bresciani Do G1, em Brasília



A candidata do PT, Dilma Rousseff, acumula 46% das intenções de voto e venceria a eleição para presidente da República no primeiro turno segundo dados da pesquisa Sensus, encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e divulgada nesta terça-feira (24).

José Serra (PSDB) aparece com 28,1% e Marina Silva (PV), com 8,1%. De acordo com a pesquisa, Dilma venceria no primeiro turno porque, se a eleição fosse hoje, teria mais do que a soma dos votos de todos os demais candidatos.

Na pesquisa anterior, de 5 de agosto, Dilma tinha 41,6%, Serra registrava 31,6% e Marina 8,5%.

O instituto entrevistou 2 mil eleitores em 136 municípios de 24 estados dos dias 20 a 22 . A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) e Zé Maria (PSTU) registraram 0,4% na pesquisa. Eymael (PSDC) teve 0,3%, Rui Costa Pimenta (PCB) teve 0,2% e Levy Fidelix (PRTB) e Ivan Pinheiro (PCB) não pontuaram.

O número de eleitores que disseram votar em branco ou nulo ficou em 5,1% e os que não souberam ou não responderam foram 11,7%.

Pesquisa espontânea

Na parte da pesquisa em que os entrevistados respondem espontaneamente em que votariam (sem que seja apresentado a eles o cartão com os nomes dos candidatos), Dilma tem 37,2%, Serra, 21,2%, e Marina, 6%, segundo o Sensus. O candidato Zé Maria aparece 0,6%, Plíniio, com 0,2%. Eymael, Ivan Pinheiro e Rui Costa Pimenta tiveram 0,1%. Levy Fidelix não pontuou.

Segundo turno

No cenário de uma eventual disputa em segundo turno entre Dilma e Serra, a vantagem também é da petista. Ela teria 52,9% contra 34% do tucano. Na pesquisa anterior, Dilma vencia por 48,3% a 36,6%.

Rejeição

A pesquisa mostra também o índice de rejeição dos candidatos. No levantamento, 47,9% disseram que não votariam em Marina Silva (PV) de jeito nenhum. Para José Serra (PSDB), esse percentual é de 40,7%. Dilma Rousseff apareceu com 28,9%.

Expectativa de vitória

Para 61,8% dos entrevistados, independentemente do candidato em quem vão votar, Dilma vai ganhar a eleição. Para 21,9%, o vencedor será José Serra.

Horário eleitoral

A pesquisa mostra que 13,2% dos entrevistados assistiram a todos os programas do horário eleitoral gratuito. Foram 29,7% os que disseram ter visto em parte e 22,8% disseram ter ouvido falar ou conversado sobre o assunto.

O levantamento diz que 56% dos entrevistados avaliaram o programa de Dilma como o melhor do horário eleitoral. Para 34,3%, Serra apresentou o melhor programa e 7,5% gostaram mais do programa de Marina.

EM CASA DE FERREIRO, O ESPETO É DE PAU - SUPOSTAMENTE VERDES

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Ibama volta à fazenda de vice de Marina na Bahia

Fazenda São Roque, de propriedade do controlador da Natura Guilherme Leal é investigada por de crime ambiental


Agencia Estado - 9/07/2010 - 10:45

Técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto do Meio Ambiente da Bahia voltaram à Fazenda São Roque, de propriedade do controlador da Natura Guilherme Leal, candidato a vice na chapa presidencial de Marina Silva (PV). A fazenda está localizada dentro da Área de Proteção Ambiental (APA) Itacaré-Serra Grande, no sul da Bahia, e é investigada por de crime ambiental.

Os fiscais tentam checar se as obras que estão sendo realizadas no local estão de acordo com o projeto original, aprovado em 2007. De acordo com a proposta aprovada, da área de 73 hectares poderiam ser usados 4.800 metros quadrados para a construção de imóveis no terreno. O canteiro de obras estaria ocupando 40 mil metros quadrados. Segundo o gestor da APA, Marco Aurélio Souza Silva, a área estava degradada e há compromisso de Leal de reflorestá-la após a conclusão das obras.

O administrador do empreendimento, Antonio Augusto Cabral Martins, afirma que toda a documentação ambiental foi feita e está sendo seguida.

MARINA SILVA, A FRUTA DA ÉPOCA (ELEITORAL)

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Os laranjas

Para quem pudesse ter dúvidas da Marina, (PV), como linha auxiliar de José Serra(PSDB), inclusive dentro do PSOL, basta ver a foto.

Lambido do Blog dos Amigos do Presidente Lula

TROUXA, SEJA + 1 - PARA QUEM NÃO SE LEMBRA, HÁ 4 ANOS ATRÁS FOI HELOÍSA HELENA, HOJE, MARINA SILVA É QUE SE PÕE A SERVIÇO DA DIREITA E DO ATRASO

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Lambido do Blog da Cidadania

A escolha de Marina Silva

Ontem à noite, os telejornais – com destaque para o Jornal Nacional – deram talvez mais destaque à convenção do PV, na qual a ex-ministra Marina Silva foi sagrada candidata do partido à Presidência, do que têm dado ao candidato da grande mídia, ao tucano José Serra, apresentando um seu discurso de tom pretensamente apoteótico.

O discurso de Marina foi a quintessência do excludente conservadorismo da direita brasileira, mentalidade de classe e de raça que manteve a candidata verde analfabeta até os 16 anos. Pregou contra o “Estado Provedor que dá tudo”, ou seja, contra programas sociais como o Bolsa Família, no fim das contas.

Mas não é esse o maior drama que representa o desnudamento daquela que poderia ser um Lula, se quisesse, mas que optou por ser linha auxiliar de José Serra, pois é esse o papel de Marina nesta campanha, o de tirar votos de Dilma, de angariar simpatias à esquerda do espectro político para despejá-las no tucano no segundo turno.

Foi um erro de cálculo. Marina, nas pesquisas Sensus sobre a sucessão presidencial, aparece com a maior rejeição entre os candidatos a presidente. Mais de 34% do eleitorado disseram, em maio, que não votariam nela sob hipótese alguma. Isso se deu porque, para a esquerda, fica cada vez mais claro o papel que ela aceitou desempenhar.

Seus discursos pretensamente enaltecedores aos governos FHC e Lula tentam esconder apoio à versão da direita para a história brasileira dos últimos 15 anos ao conceder ao ex-presidente tucano méritos que ele não teve e ao endossar, de forma velada, a tese de que ele teria construído a base do sucesso de hoje do Brasil.

Marina é uma farsa por inteiro. Não tem pretensões de vencer, não tem base ou apoios políticos para vencer. Se vencesse por um desses fenômenos inexplicáveis da política, seu governo seria um governo do PSDB, do DEM, do PPS e, quem sabe, até do PV, partido pelo qual ela se candidatou.

O único objetivo da candidatura Marina Silva é o de enfraquecer a candidatura Dilma Rousseff com o bordão que a candidata “verde” entoou ao concluir sua fala na convenção partidária que a escolheu para disputar a Presidência da República, alguma coisa sobre pretender ser “a primeira mulher NEGRA a se eleger presidente”.

É uma enorme aposta da direita na qual está sendo investido muito dinheiro. A campanha, por um partido nanico, conta com um dos maiores e mais ricos empresários do Brasil como vice e com um investimento que beira os cem milhões de reais. Para se ter uma idéia, a campanha de Marina deverá custar quase tanto quanto as de Dilma e de Serra.

Só resta lamentar. Essa mulher destruiu a própria biografia aceitando o papel de mercenária a serviço do candidato daqueles que mais maltrataram o povo dela desde o descobrimento até hoje. Poderia ser um Lula, mas escolheu ser um FHC, ou melhor, no máximo um Alckmin, ou, no fim das contas, uma farsa.

NÃO SOMOS RACISTAS! - COM SERRA DESPENCANDO PELAS TABELAS, O PIG COMEÇA ENGATAR A REGRA 3

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TROUXA, SEJA + 1

Quanto cinismo!

DEFINITIVAMENTE, NÃO É A MAMÃE E, TAMPOUCO, CHAPEUZINHO VERMELHO

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Ser ideologicamente mutante da floresta acreana mostra suas garras.

Lambido do Blog PT Petrolina

Marina. A serviço de José Serra e de toda corja direitista.

Ninguém sabe o que se passa na cabeça amazonense Marina Silva, pois, ela não sabe mais o que fala para ajudar José Serra, DEM e PPS. Ela criticou fim do fator previdenciário e emenda ao Ficha Limpa, mas ajudou a aprovar os dois projetos. Quem entende?

Os discursos de responsabilidade econômica e defesa da ética nas eleições adotados pela candidata Marina Silva, vão na contramão de decisões tomadas por ela em recente votação no plenário do Senado. A senadora foi favorável à emenda do senador Francisco Dornelles (PP-RJ) que tornou menos rígido o projeto Ficha Limpa e ajudou a acabar com o fator previdenciário. Depois, criticou as duas propostas. Tudo isso, para denegrir o governo Lula e atrapalhar a candidatura de Dilma rousseff.

Em entrevista à rádio CBN, a senadora verde disse que, mesmo tendo votado a favor da extinção do fator, vetaria o fim do mecanismo que limita os vencimentos do trabalhador que decide antecipar sua aposentadoria. Na semana passada, atacou a mudança de última hora na proposta de limitar a participação nos processos eleitorais de políticos condenados na Justiça.


A serviço de José Serra

No fim de semana, o nome da senadora foi ocultado de faixas no lançamento da pré-candidatura do deputado federal Fernando Gabeira (PV) ao governo do Rio. Embora Marina tenha dito, em entrevista à rádio CBN, que a medida teve a intenção de evitar acusação de campanha antecipada, a coordenação de sua candidatura reconhece que o objetivo era evitar atrito com PSDB, DEM e PPS, partidos da aliança estadual que apoiam o nome de José Serra ao Planalto.

Por Wilson Magno.

CUIDADO, MARINA SILVA NÃO É A CHAPEUZINHO VERMELHO

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- Seu DataSerra, porque este 12% tão grande????

Dá pra desconfiar não dá?

Com 12% das intenções de voto, Marina diz que Datafolha "rompe plebiscito"

da Reportagem Local

A pré-candidata à Presidência do PV, senadora Marina Silva, disse neste sábado, em Salvador, que o resultado da pesquisa Datafolha em que aparece com 12% da preferência do eleitorado indica que "a sociedade brasileira está se dispondo a romper o plebiscito" e, no lugar, fazer um processo.

"E um processo político é feito pelos debates, pelo desempenho de cada candidato em relação a seus projetos, suas propostas, o testemunho de vida e a trajetória de cada um."

A senadora do PV ressaltou que a disputa eleitoral ainda está no começo e que "tem muita água pra rolar embaixo dessa ponte". Segundo Marina, a sociedade brasileira está fazendo suas escolhas progressivamente, ao conhecer melhor os candidatos.

A pré-candidata verde estava em Salvador desde sexta-feira, para participar de vários eventos. Neste sábado, ela esteve presente no lançamento das pré-candidaturas de Luiz Bassuma ao governo do Estado e de Edson Duarte ao Senado.

No levantamento, a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, atingiu sua melhor marca até hoje numa pesquisa Datafolha e está empatada com José Serra (PSDB). Ambos aparecem com 37%.

A pesquisa foi realizada ontem e anteontem com 2.660 entrevistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

PERGUNTA IDIOTA: SE MARINA NÃO TEM PERFIL PARA A PRESIDÊNCIA, O QUE ELA ESTÁ FAZENDO NA DISPUTA ELEITORAL?

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... QUE ENTRA NO JOGO ELEITORAL PARA AJUDAR O DEMOTUCANO JOSÉ SERRA


Lambido do NovoJornal

Marina não tem perfil de presidente, diz mentor
Arcebispo disse que Marina tem pouco "jogo de cintura" e que sua fragilidade ficou comprovada quando dirigiu o Ministério do Meio Ambiente

Mentor político de Marina Silva, o arcebispo de Porto Velho, d. Moacyr Grechi, 74, considera a pré-candidata do PV frágil e sem o perfil de presidente da República.

"Não vejo nenhuma esperança de vitória. Falta nela o perfil de presidente. Mais que perfil, a capacidade de reagir à pressão de todo o gênero. Ela é muito frágil para aguentar", disse.

Amigo da senadora desde 1974, quando se conheceram em Rio Branco, d. Moacyr afirmou ao jornal Folha de S. Paulo que Marina tem pouco "jogo de cintura" e que sua fragilidade ficou comprovada quando ela dirigiu o Ministério do Meio Ambiente (2003-20008). "Ela vivia em uma angústia constante."

As declarações de d. Moacyr Grechi, um dos expoentes da ala progressista da Igreja Católica no Brasil, não ficaram restritas à reportagem. "Falei a ela: "Marina, te vejo melhor como senadora, porta-voz dessa problemática [ambiental], do que como candidata à Presidência, com pouquíssimo tempo para propaganda."

Na campanha, num bloco total de 25 minutos, a presidenciável do PV terá só 1min03s de tempo no rádio e na TV.

Marina nutre carinho especial pelo arcebispo, segundo amigos, e o considera essencial para sua formação. Procurada, ela não quis comentar as declarações do religioso.

D. Moacyr diz que falta à amiga o "jogo de cintura" indispensável aos presidentes. "Marina tem dificuldade de fazer acordo onde estiver em jogo qualquer aspecto ético. Ela vai ter dificuldade pelas profundas convicções que tem, pessoais, éticas e até religiosas."

Apesar das críticas, o arcebispo acredita que a pré-candidatura da senadora é positiva por elevar o nível do debate.

Marina iniciou-se na atividade política por movimentos de base da igreja, e d. Moacyr Grechi teve papel fundamental.

A senadora conheceu o religioso, que também a ajudou nos muitos tratamentos médicos que fez, dois anos antes de ser apresentada ao seringueiro Chico Mendes, outra grande referência da pré-candidata.

"Tornei-me uma espécie de símbolo, mas era um trabalho da igreja, que naquele contexto foi uma espécie de útero fecundo para todo movimento popular. Marina se comprometia muito", conta d. Moacyr, que não tem filiação partidária.

Questionado pela reportagem se votaria na amiga, que é evangélica, ele rebateu: "Voto é secreto. Nem para minha mãe, quando vinha no confessionário e perguntava em quem deveria votar, eu abria". As informações são da Folha Online.

EM NOVA PASSAGEM POR BH, ZÉ PEDÁGIO, QUE É DA MESMA LAIA DE AÉCIO E ANASTASIA, FOI RECEBIDO COM PÉTALAS DE ROSAS PELOS PROFESSORES EM GREVE

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Pré-candidatos falam sobre Fundo de Participação dos Municípios e reforma tributária
06/05/2010 17h59
KARINA ALVES/JUVERCY JÚNIOR
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Os três principais pré-candidatos à Presidência da República, José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV) encerraram o debate na tarde desta quinta-feira, no Expominas, em clima de cortesia, apesar das intervenções de manifestantes antes do início das discussões.

Pouco antes do debate começar, cerca de cem grevistas da rede estadual de ensino se reuniram na porta do local para protestar contra a atual política salarial. Alguns deles conseguiram furar o bloqueio policial que foi formado e tentaram agredir José Serra (PSDB). Os manifestantes foram contidos pelo Batalhão de Choque da Polícia Militar e houve bate-boca ao lado de fora.

Centenas de pessoas, entre prefeitos de cidades mineiras e jornalistas acompanharam o debate. Os pré-candidatos discutiram principalmente temas como educação, royalties e reforma tributária.

Um dos pontos de discordância entre Serra e Dilma foi o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que ficou prejudicado quando o governo optou em reduzir o IPI para fazer a economia crescer. Dilma ressaltou que os cortes foram importantes para a recuperação do país no cenário de crise mundial. Serra, por sua vez, sustentou que o total do prejuízo não foi coberto.

Marina Silva, seguindo outro caminho na discussão, citou a CPMF para exemplificar a questão da ética no governo, acima de adversidades partidárias. “Os que eram a favor agora votaram contra. E os que eram contra votaram a favor. Temos que acabar com a ética de circunstâncias e apostar na ética de valores”.

Sobre a reforma tributária, tanto Serra quanto Marina concordaram que o assunto não saiu do papel ainda porque os partidos tem propostas divergentes, apesar de todos concordarem que as mudanças são necessárias. Serra afirmou que é muito difícil fazer a reforma tributária sem discutir a questão dos impostos que são cobrados pelo governo federal. Sob aplausos dos presentes, Marina Silva afirmou que a reforma tributária é consensual entre os partidos, mas não sai do papel.

A pré-candidata petista teve aprovação de boa parte dos prefeitos presentes. “Tenho orgulho de ver os projetos apresentados pelos prefeitos de Minas Gerais”, afirmou sob aplausos de grande parte dos presentes. Ao falar sobre investimentos, ela afirmou que a pavimentação de ruas e verbas destinadas a escolas e creches de Minas estão incluídas no PAC 2.

Atualizada às 18h26.

 

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