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LITERALMENTE "DES-SOLADO", FHC CONFESSA: "TUDO QUE ELE ME PEDIU EU FIZ. ENTÃO, ME ESCONDI. E DAÍ?"

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Lambido do Portal Terra

Sem a sola do sapato, FHC diz que fez tudo o que Serra pediu

Questionado durante toda a disputa presidencial por sua pouca participação na campanha de José Serra (PSDB), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse, nesta sexta-feira (29), que suas aparições se deram conforme a demanda do candidato tucano. "Tudo que ele pediu eu fiz", afirmou FHC.

O ex-presidente participou de uma caminhada pró-Serra no Centro de São Paulo ao lado do governador eleito Geraldo Alckmin (PSDB), do senador eleito Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) e do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM). Entretanto, a presença de FHC teve de ser abreviada, porque ele perdeu a sola dos seus dois sapatos e com isso, não pôde continuar andando.

O incidente teria sido causado por um segurança da própria equipe do PSDB que, em meio à confusão que a presença dos políticos acarretou nas ruas, teria pisado no sapato de Fernando Henrique. Na sequência, o ex-presidente se afastou do tumulto e se recolheu na sede de seu instituto, que fica próxima ao local da passeata. FHC achou graça da situação e disse que assim é que se faz uma campanha boa, gastando a sola dos sapatos.

Sobre as expectativas para a eleição do próximo domingo (31), FHC disse que acredita na virada de Serra. "Sou sempre otimista. Dá pra virar e dá pra ganhar". Perguntado se o Estado de Minas Gerais seria mesmo o fiel da balança nessas eleições, o ex-presidente respondeu: "e São Paulo também. Não é só Minas não".

FHC, O BICUDO INVEJOSO

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Lambido do Portal UOL

Lula ataca PSDB e diz que FHC é "tucano do bico grande"

MÁRCIO FALCÃO
ENVIADO ESPECIAL A GOIÂNIA


Principal cabo eleitoral da presidenciável, Dilma Rousseff (PT), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recomendou ontem cuidado aos eleitores com a falsa sedução do PSDB. Numa referência indireta ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a quem chamou de "o tucano com bico grande", Lula afirmou que "tucano tem um bico grande e bonito para muita lábia, é só xaveco no ouvido da gente".

A declaração partiu em meio aos ataques ao candidato do PSDB ao governo de Goiás, senador Marconi Perillo, a quem o petista acusou de desvio de recursos e de mentir ao exibir em seu programa eleitoral trechos da Ferrovia Norte-Sul como um de seus feitos.

"Política a gente não pode fazer com ódio, com agressão, mas ninguém aguenta mentira. [...] Ninguém pode aguentar mentira o tempo inteiro. [...] Não tem nada pior do que um político mau caráter, alguém que não colocou um trilho na ferrovia dizer ele que fez a ferrovia", afirmou Lula durante comício ao lado de Dilma, no Jardim Curitiba, bairro da periferia de Goiânia.

Lula lembrou que faz aniversário no próximo dia 27 e pediu de presente a eleição de sua sucessora. Ele reforçou a estratégia de comparar sua gestão de FHC (1995-2002), lembrando que o tucano promoveu privatizações e não tinha um olhar social. "Não estamos votando num homem e mulher apenas. A gente está votando num projeto político, na definição do Brasil que a gente quer. Não é saber se o adversário é melhor que a Dilma ou ela melhor que ele. A questão não é essa. A gente não pode esquecer o Brasil da privatização, do FMI [Fundo Monetário Internacional], do desemprego, da desesperança, da falta de oportunidade".

O presidente justificou a escolha de Dilma dizendo que não estava preocupado com o tempo de filiação dela ao PT nem com a experiência dela.

Em seu discurso comemorando a criação de 14,7 milhões de empregos, Dilma voltou a acusar Serra de promover a política do ódio na campanha por medo de ser derrotado nas urnas. "Hoje criaram a campanha do ódio, tentando criar uma coisa que no Brasil nunca existiu. O Brasil sempre foi da tolerância, convivência. No Brasil, católicos, espíritas, evangélicos convivem de forma tranquila nas escolas. Não podemos deixar que nos transformem em um pais do ódio".

DIZER MAIS O QUE SOBRE ESTE MELIANTE?

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Lambido do Novo Jornal

Dinheiro da CIA para FHC
Representante da Fundação Ford no Brasil ofereceu 145 mil dólares a FHC para criar o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento


"Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap".

Esta história, assim aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. Está contada na página 154 do livro "Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível", da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O "inverno do ano de 1969" era fevereiro de 69.

Fundação Ford

Há menos de 60 dias, em 13 de dezembro, a ditadura havia lançado o AI-5 e jogado o
País no máximo do terror do golpe de 64, desde o início financiado, comandado e sustentado pelos Estados Unidos. Centenas de novas cassações e suspensões de direitos políticos estavam sendo assinadas. As prisões, lotadas. Até Juscelino e Lacerda tinham sido presos.

E Fernando Henrique recebia da poderosa e notória Fundação Ford uma primeira parcela de 145 mil dólares para fundar o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). O total do financiamento nunca foi revelado. Na Universidade de São Paulo, sabia-se e se dizia que o compromisso final dos americanos era de 800 mil a um milhão de dólares.

Agente da CIA

Os americanos não estavam jogando dinheiro pela janela. Fernando Henrique já tinha serviços prestados. Eles sabiam em quem estavam aplicando sua grana.

Com o economista chileno Faletto, Fernando Henrique havia acabado de lançar o livro "Dependência e desenvolvimento na América Latina", em que os dois defendiam a tese de que países em desenvolvimento ou mais atrasados poderiam desenvolver-se se mantendo dependentes de outros países mais ricos. Como os Estados Unidos.

Montado na cobertura e no dinheiro dos gringos, Fernando Henrique logo se tornou uma "personalidade internacional" e passou a dar "aulas" e fazer "conferências" em universidades norte-americanas e européias.

Era "um homem da Fundação Ford". E o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um dos braços da CIA, o serviço secreto dos EUA.

Quem pagou

Acaba de chegar às livrarias brasileiras um livro interessantíssimo, indispensável, que tira a máscara da Fundação Ford e, com ela, a de Fernando Henrique e muita gente mais: “Quem pagou a conta?”

“A CIA na guerra fria da cultura", da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders (editado no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro).

Quem "pagava a conta" era a CIA, quem pagou os 145 mil dólares (e os outros) entregues pela Fundação Ford a Fernando Henrique foi a CIA.

Não dá para resumir em uma coluna de jornal um livro que é um terremoto.
São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas:

"Consistente e fascinante" ("The Washington Post"). "Um livro que é uma martelada, e que estabelece em definitivo a verdade sobre as atividades da CIA" ("Spectator").
"Uma história crucial sobre as energias comprometedoras e sobre a manipulação de toda uma era muito recente" ("The Times").

Milhões de dólares

1 - "A Fundação Farfield era uma fundação da CIA... As fundações autênticas, como a Ford, a Rockfeller, a Carnegie, eram consideradas o tipo melhor e mais plausível de disfarce para os financiamentos... permitiu que a CIA financiasse um leque aparentemente ilimitado de programas secretos de ação que afetavam grupos de jovens, sindicatos de trabalhadores, universidades, editoras e outras instituições privadas" (pág. 153).

2 - "O uso de fundações filantrópicas era a maneira mais conveniente de transferir grandes somas para projetos da CIA, sem alertar para sua origem. Em meados da década de 50, a intromissão no campo das fundações foi maciça..." (pág. 152). "A CIA e a Fundação Ford, entre outras agências, haviam montado e financiado um aparelho de intelectuais escolhidos por sua postura correta na guerra fria" (pág. 443).

3 - "A liberdade cultural não foi barata. A CIA bombeou dezenas de milhões de dólares... Ela funcionava, na verdade, como o ministério da Cultura dos Estados Unidos... com a organização sistemática de uma rede de grupos ou amigos, que trabalhavam de mãos dadas com a CIA, para proporcionar o financiamento de seus programas secretos" (pág. 147).

FHC facinho

4 - "Não conseguíamos gastar tudo. Lembro-me de ter encontrado o tesoureiro. Santo Deus, disse eu, como podemos gastar isso? Não havia limites, ninguém tinha que prestar contas. Era impressionante" (pág. 123).

5 - "Surgiu uma profusão de sucursais, não apenas na Europa (havia scritórios na Alemanha Ocidental, na Grã-Bretanha, na Suécia, na Dinamarca e na Islândia), mas também noutras regiões: no Japão, na Índia, na Argentina, no Chile, na Austrália, no Líbano, no México, no Peru, no Uruguai, na Colômbia, no Paquistão e no Brasil" (pág. 119).

6 - "A ajuda financeira teria de ser complementada por um programa concentrado de guerra cultural, numa das mais ambiciosas operações secretas da guerra fria: conquistar a intelectualidade ocidental para a proposta norte-americana" (pág. 45). Fernando Henrique foi facinho.

Matéria de Sebastião Nery, "Tribuna da Imprensa".

APOSENTADORIAS - LULA APROVA REAJUSTE DE 7,7%. O ÚNICO APOSENTADO QUE VAI FICAR INVOCADO É O FHC, O GURU DO ZÉ LADEIRA ABAIXO

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MAIS UM BELO EXEMPLO DO QUE FHC E PAULO RENATO FIZERAM PELO ENSINO SUPERIOR ENQUANTO SUCATEAVAM AS UNIVERSIDADES PÚBLICAS

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Clique aqui para acessar o blog Falsidade Pitágoras

VOCES ESTÃO COM SAUDADES DESTES TEMPOS?

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Grécia (Brasil) adota pacote econômico para diminuir déficit e ganhar ajuda da UE

Plano prevê reforma fiscal, aumento de impostos e diminuição de salários.

Para ministro de Finanças do país, o acordo era a única escolha viável.

Lambido do G1

Da Reuters

O governo da Grécia anunciou neste domingo (2) ter aceito o plano de austeridade econômica proposto pela União Europeia (UE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI). O anúncio foi feito em Atenas pelo ministro de finanças do país George Papaconstantinou. Com o acordo, a Grécia passa a adotar um pacote de medidas com o objetivo de reduzir o déficit orçamentário do país em 30 bilhões de euros nos próximos três anos.

O plano era uma condição prévia para que a Grécia tivesse acesso aos fundos internacionais de até 135 bilhões de euros que tentarão salvar o país da quebra.

"O programa implica um esforço fiscal de 11 pontos do PIB, ou seja, 30 bilhões de euros em três anos (até 2013), em adição ao anunciado no programa econômico para 2010", explicou o ministro.

"Estamos sendo chamados a fazer uma escolha. Uma escolha entre o colapso ou a salvação, entre enfrentar um difícil e ambicioso programa de três anos de consolidação fiscal e de reformas estruturais, ou então levarmos o país ao fim da linha", afirmou Papconstantinou.

O ministro disse que as medidas incluem um crescimento no imposto de valor agregado (IVA), um aumento de 10% nos impostos combustíveis, álcool e tabaco, além de uma redução de salários no setor público. O governo prevê agora que o país tenha uma contração de 4% do PIB em 2010 e 2,6% em 2011. O crescimento voltaria em 2012, com cerca de 1,1%.

A dívida grega é esperada para superar 140% do valor do PIB em 2013 e passará a diminuir a partir de 2014, afirmou Papaconstantinou, para quem o objetivo da ajuda financeira da União Europeia é permitir que o país possa ter acesso o mais rápido possível aos mercados financieros. "Em 2014 o déficit estará abaixo de 3%", assegurou.

A reunião que definiu o acordo foi transmitida ao vivo pela TV. No último sábado, durante as manifestações de 1º de Maio, milhares de pessoas saíram às ruas para protestar contra o plano, e foram registrados diversos confrontos entre manifestantes e a polícia.

Poucos minutos após o anúncio feito pelo ministro grego, o presidente da Comissão Europeia (órgão executivo da UE), o português José Manuel Durão Barroso, recomendou ativar a ajuda financeira ao país, medida que considera "decisiva" para a estabilidade da zona Euro e para recolocar a economia daquele país nos trilhos.

"A Comissão considera que se cumprem as condições para responder positivamente ao pedido do governo grego, e recomenda que se ative o mecanismo coordenado de ajuda à Grécia", declarou Barroso em um comunicado.

A DEMOCRACIA EM SP É APENAS UM REFLEXO NUMA POÇA DE ÁGUA SUJA - VEJAM BEM O TIPO DE "LIDERANÇA" QUE FHC DIZ QUE O ZÉ ALAGÃO TEM

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Zé Alagão agride covardemente moradores do Jardim Romano

Os manifestantes reivindicavam uma reunião com o prefeito de São Paulo, Gilberto Akuassab, para discutir as ações para conter enchentes nos bairros. A resposta demotucana foi essa:

Lambido do Blog do Esquerdopata

ps.: De "terra da garoa" para "terra das galochas", mais uma notável contribuição demotucana para SP

O EX-CHEFE DA QUADRILHA DA PRIVATARIA ATACA DE JAGUNÇO DO ZÉ ALAGÃO. IMAGINEM, ELE AINDA AFIRMOU QUE O VAMPIRO É UM LÍDER QUE INSPIRA CONFIANÇA,

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A PROPÓSITO, SERRA ME INSPIRA QUALQUER COISA, MENOS CONFIANÇA.


'Dilma Rousseff não é líder, é reflexo de um líder', diz FHC


Para ex-presidente, Serra inspira confiança e tem liderança, demonstrada no governo de São Paulo

Carolina Freitas, da Agência Estado

SÃO PAULO - Um dia após ter provocado reação dos petistas com artigo publicado no jornal O Estado de S.Paulo em que criticava a estratégia que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva adota para as eleições deste ano, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso voltou ao ataque nesta segunda-feira, 8, colocando em xeque a capacidade de liderança da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à sucessão presidencial. "Ela não é líder. É reflexo de um líder", disse, antes de participar da inauguração da Biblioteca de São Paulo, espaço estadual que será inaugurado na tarde de hoje pelo governador de São Paulo, José Serra (PSDB). Indagado se considerava Lula um líder, FHC riu e respondeu: "Claro que sim, eu não sou bobo."

Na entrevista que concedeu antes do início da cerimônia de inauguração da Biblioteca de São Paulo, situada no Parque da Juventude, Zona Norte da Cidade, Fernando Henrique fez também questão de comparar o currículo de Serra, pré-candidato tucano à sucessão presidencial deste ano, com o de Dilma Rousseff. "A Dilma ainda não teve possibilidade de mostrar liderança. Serra inspira confiança e tem liderança, já demonstrada no Ministério da Saúde, na Prefeitura de São Paulo e no governo do Estado."

Apesar da clara defesa de Serra, o ex-presidente afirmou que o governador paulista deve manter a discrição sobre sua provável candidatura ao Palácio do Planalto. Questionado se Serra deveria mudar de atitude e falar sobre o pleito deste ano, FHC respondeu: "O PSDB tem de se posicionar. Tem candidato. (Mas) O governador tem de esperar um pouco mais." O tucano esquivou-se, também, de definir uma data para o anúncio da eventual candidatura Serra.

O ex-presidente tucano foi evasivo também ao falar sobre o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB). O mineiro postulava a vaga de candidato do PSDB nessas eleições presidenciais, mas desistiu da empreitada em dezembro. "Aécio está se dedicando a Minas Gerais. Seria deselegante dizer o que ele tem de fazer."

Fernando Henrique voltou a reiterar pontos do artigo publicado no último domingo, 7, no Estado e disse que o governo Lula não promoveu mudanças com relação à sua administração. "Todos achavam que Lula mudaria tudo. Não mudou, seguiu adiante no que eu tinha feito. Eu achei bom", ironizou. E continuou: "Eleição é futuro. Se (o PT) quiser, a gente compara, desde que seja dentro de um contexto, não há o que temer."

 

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