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MINAS AVAN$$A - OLHA NO QUE DEU O XOQUE DE JESTÃO E OUTRAS BABOSEIRAS INVENTADAS PELOS TUCANOS DE MINAS

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Dívida de Minas com a União foi a que mais cresceu no país

Débito do Estado subiu 356,30% nos últimos 11 anos e fechou 2011 em R$ 62,1 bilhões, conforme dados divulgados pela Casa


ANTONIO CRUZ/ABR/ARQUIVO
Guido Mantega
Ministro Guido Mantega vai discutir o assunto com governadores em abril, na Câmara dos Deputados
O tamanho e as dificuldades que os Estados enfrentam para pagar suas dívidas com a União são assuntos recorrentes em Brasília. É para tratar do tema que governadores das 27 unidades federativas e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, vão se reunir em uma audiência pública na Câmara dos Deputados no dia 19 de abril. Para Minas Gerais, a discussão tem especial interesse. De todos os estados do país, nenhum viu sua dívida crescer tanto entre os anos de 2000 e 2011.Veja o ranking.

De acordo com dados divulgados pela Casa, com base em números da Secretaria do Tesouro Nacional, a dívida consolidada líquida do Estado com a União passou de R$ 13,6 bilhões, em 2000, para R$ 62,1 bilhões, em 2011. O crescimento registrado no período foi, portanto, de 356,30%. A média de todos os entes federativos estaduais foi de 110,51%. No total, os estados e o Distrito Federal deviam, ao final do ano passado, R$ 388,4 bilhões à União. Em 2000, o valor era de R$ 184,5 bilhões.

Com o crescimento experimentado ao longo dos últimos 11 anos, a dívida de Minas Gerais ultrapassou o débito do Rio de Janeiro e passou a ser a segunda maior do país. O governo fluminense viu sua dívida subir 119,35% no período, passando de R$ 23,8 bilhões para R$ 52,3 bilhões. O Estado com mais débitos com a União ainda é São Paulo, que registrou aumento de 143,13% da dívida, passando de R$ 62,3 bilhões para R$ 151,5 bilhões.

Procurado, o governo de Minas encaminhou a solicitação da reportagem para a Secretaria de Estado de Fazenda. A pasta, por sua vez, alegou que, por se tratar de um tema técnico, de alta complexidade, demandaria análise mais aprofundada, não enviando resposta até o fechamento desta edição.

Para discutir a situação difícil enfrentada pelos Estados com relação ao pagamento da dívida com a União, a Câmara dos Deputados formou um grupo coordenado pelo ex-líder do governo na Casa, Cândido Vaccarezza (PT-SP). O colegiado possui 13 integrantes, incluindo três mineiros: os deputados Lincoln Portela (PR), Odair Cunha (PT) e Vitor Penido (DEM). Os outros são: Carlos Magno (PP-RO), Danilo Forte (PMDB-CE), Edmar Arruda (PSC-PR), Guilherme Campos (PSD-SP), Jorge Corte Real (PTB-PE), Sarney Filho (PV-MA), Severino Ninho (PSB-PE) e Vaz de Lima (PSDB-SP), além de Vaccarezza e um integrante do PDT ainda não indicado.

No encontro do dia 19 de abril, eles irão construir uma proposta para reduzir o peso do pagamento das dívidas sobre as contas estaduais, liberando recursos para investimentos. Na reunião que selou a criação do grupo, na última terça-feira, um levantamento feito por analistas legislativos da Câmara mostrou que 25, dos 27 entes federativos, têm dificuldade para fazer os pagamentos.

A situação é mais grave agora, com a queda da taxa básica de juros (Selic). O saldo devedor das dívidas estaduais é atualizado pelo IGP-DI mais uma taxa de 6% a 7,5% ao ano, número que somado supera a Selic, hoje em 9,75%, provocando um descompasso que dificulta os pagamentos.

A Câmara já discutiu a situação entre 2009 e 2010, em uma CPI para investigar a dívida do setor público. Os projetos para atenuar a situação fiscal dos estados, no entanto, não vingaram.

Arte 


MINAS AVAN$$A - OLHA NO QUE DEU O XOQUE DE JESTÃO E OUTRAS BABOSEIRAS INVENTADAS PELOS TUCANOS DE MINAS

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Dívida de Minas com a União foi a que mais cresceu no país

Débito do Estado subiu 356,30% nos últimos 11 anos e fechou 2011 em R$ 62,1 bilhões, conforme dados divulgados pela Casa


ANTONIO CRUZ/ABR/ARQUIVO
Guido Mantega
Ministro Guido Mantega vai discutir o assunto com governadores em abril, na Câmara dos Deputados
O tamanho e as dificuldades que os Estados enfrentam para pagar suas dívidas com a União são assuntos recorrentes em Brasília. É para tratar do tema que governadores das 27 unidades federativas e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, vão se reunir em uma audiência pública na Câmara dos Deputados no dia 19 de abril. Para Minas Gerais, a discussão tem especial interesse. De todos os estados do país, nenhum viu sua dívida crescer tanto entre os anos de 2000 e 2011.Veja o ranking.

De acordo com dados divulgados pela Casa, com base em números da Secretaria do Tesouro Nacional, a dívida consolidada líquida do Estado com a União passou de R$ 13,6 bilhões, em 2000, para R$ 62,1 bilhões, em 2011. O crescimento registrado no período foi, portanto, de 356,30%. A média de todos os entes federativos estaduais foi de 110,51%. No total, os estados e o Distrito Federal deviam, ao final do ano passado, R$ 388,4 bilhões à União. Em 2000, o valor era de R$ 184,5 bilhões.

Com o crescimento experimentado ao longo dos últimos 11 anos, a dívida de Minas Gerais ultrapassou o débito do Rio de Janeiro e passou a ser a segunda maior do país. O governo fluminense viu sua dívida subir 119,35% no período, passando de R$ 23,8 bilhões para R$ 52,3 bilhões. O Estado com mais débitos com a União ainda é São Paulo, que registrou aumento de 143,13% da dívida, passando de R$ 62,3 bilhões para R$ 151,5 bilhões.

Procurado, o governo de Minas encaminhou a solicitação da reportagem para a Secretaria de Estado de Fazenda. A pasta, por sua vez, alegou que, por se tratar de um tema técnico, de alta complexidade, demandaria análise mais aprofundada, não enviando resposta até o fechamento desta edição.

Para discutir a situação difícil enfrentada pelos Estados com relação ao pagamento da dívida com a União, a Câmara dos Deputados formou um grupo coordenado pelo ex-líder do governo na Casa, Cândido Vaccarezza (PT-SP). O colegiado possui 13 integrantes, incluindo três mineiros: os deputados Lincoln Portela (PR), Odair Cunha (PT) e Vitor Penido (DEM). Os outros são: Carlos Magno (PP-RO), Danilo Forte (PMDB-CE), Edmar Arruda (PSC-PR), Guilherme Campos (PSD-SP), Jorge Corte Real (PTB-PE), Sarney Filho (PV-MA), Severino Ninho (PSB-PE) e Vaz de Lima (PSDB-SP), além de Vaccarezza e um integrante do PDT ainda não indicado.

No encontro do dia 19 de abril, eles irão construir uma proposta para reduzir o peso do pagamento das dívidas sobre as contas estaduais, liberando recursos para investimentos. Na reunião que selou a criação do grupo, na última terça-feira, um levantamento feito por analistas legislativos da Câmara mostrou que 25, dos 27 entes federativos, têm dificuldade para fazer os pagamentos.

A situação é mais grave agora, com a queda da taxa básica de juros (Selic). O saldo devedor das dívidas estaduais é atualizado pelo IGP-DI mais uma taxa de 6% a 7,5% ao ano, número que somado supera a Selic, hoje em 9,75%, provocando um descompasso que dificulta os pagamentos.

A Câmara já discutiu a situação entre 2009 e 2010, em uma CPI para investigar a dívida do setor público. Os projetos para atenuar a situação fiscal dos estados, no entanto, não vingaram.

Arte 


EXPLICA AÍ SEU ANASTASIA, MINAS AVAN$$OU???

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AGENTES DA LEI QUE AVAN$$AM - POLÍCIA CIVIL E AGENTES PENITENCIÁRIOS DA DUPLA AÉCIO/ANASTASIA FATURAM ALTO COM A PRISÃO DO GOLEIRO

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Delegado rebate afirmações feitas por Bruno em vídeo

Liliane Luchin - TV Alterosa

Priscila Robini - Estado de Minas

Publicação: 23/07/2010 09:55 Atualização: 23/07/2010 10:15

Edson Moreira afirma que há provas para incriminar o goleiro  - (Jackson Romanelli/EM/D.A Press)
Edson Moreira afirma que há provas para incriminar o goleiro
O delegado chefe do Departamento de Investigações, Edson Moreira, rebateu na manhã desta sexta-feira a afirmação do goleiro Bruno Fernandes de que a polícia não tem provas que o incrimine. O atleta demonstrou tranquilidade num vídeo gravado com uma microcâmera por um agente penitenciário e exibido no Programa do Ratinho, do SBT/Alterosa, de quinta-feira. Bruno ainda afirmou que pretende processar o Estado por mantê-lo preso na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Grande Belo Horizonte.

Assista ao vídeo exclusivo (Vendido ao SBT Alterosa por agentes penitenciários)

Segundo Edson Moreira, o inquérito está em fase de conclusão e há provas do envolvimento do goleiro no desaparecimento e morte de Eliza Samudio. O delegado disse que aguarda alguns laudos do Instituto de Criminalística para terminar de redigir o documento. O inquérito já acumula mais de 1,5 mil páginas. Quanto às imagens de conversas com o goleiro divulgadas por emissoras de TV, o delegado afirmou que esse tipo de gravação atrapalha as investigações.

No vídeo divulgado o jogador está dentro da cela e demonstra não estar abatido. Ele contou como conheceu o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, de 47, o Bola, e lembra que o prazo de sua prisão temporária está próximo de terminar.

Apuração

Na quinta-feira à noite, a Corregedoria do Sistema de Defesa Social informou que será aberto procedimento preliminar de apuração, de âmbito administrativo, para analisar as circunstâncias em que o vídeo foi gravado. O agente penitenciário já foi identificado, por meio das imagens do circuito interno de segurança da prisão e hoje deve ser ouvido. Já se sabe que o servidor, que não é concursado, usou uma microcâmera para captar as imagens do goleiro e dos outros detentos, Bola e Macarrão, o que contraria as normas de conduta interna da prisão.

FILHO FEIO NÃO TEM PAI

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Lambido do Blog Xingatório da Imprensa


O piloto sumiu

O artigo 137 da Constituição do Estado de Minas Gerais é claro:

Art. 137 – A Polícia Civil, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros
Militar se subordinam ao Governador do Estado.

Então, quando se divulga que um ex-policial civil, expulso da corporação (e da Polícia Militar de São Paulo também), passa dois anos freqüentando um programa de treinamento do Grupo de Respostas Especiais (GRE) do Estado, armado e fardado, recebendo até homenagens institucionais, seria natural ouvir… quem mesmo?

Curiosamente, na extensa, quase exaustiva, cobertura do Caso Bruno, não há sinal de pronunciamento do governador à época dos fatos (2008-2009), Aécio Neves, ou do atual, Antônio Anastasia.

"CONVIDO O FRACO GOVERNADOR ANASTASIA A VIVER UM MÊS COM O SALÁRIO DO PROFESSOR MINEIRO, PARA DEPOIS CONVERSAR SOBRE O QUE SIGNIFICA TER BOM SENSO!"

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TOMARA MESMO, SENHOR GOVERNADOR, QUE O POVO MINEIRO TENHA MUITO "BOM SENSO" QUANDO ESTIVER DIANTE DAS URNAS NO DIA 03 DE OUTUBRO.


Anastasia pede bom senso aos professores O governador declarou, no Norte de Minas, que espera um rápido avanço nas negociações com grevistas


Flávia Ayer - Estado de Minas
Luiz Ribeiro - Estado de Minas


O governador Antonio Anastasia (PSDB) declarou, nesta segunda-feira, que acredita na retomada das aulas nas escolas estaduais diante das decisões da Justiça declarando ilegal a greve dos professores e autorizando a contratação de substitutos. Anastasia apela ao bom senso dos grevistas para que as atividades escolares retornem rapidamente.

"A greve foi declarada ilegal e agora houve a autorização para novas contratações. Essas decisões vão acabar permitindo que as negociações avancem de maneira mais rápida", disse, em Montes Claros. Anastasia garantiu que a greve está sendo tratada com seriedade pelo governo. "É algo que nos aflige, especialmente em relação aos alunos que estão perdendo aulas há mais de 40 dias. O governo publicou uma nota de esclarecimento, demonstrou a impossibilidade de atender à solicitação principal, mas estamos abertos ao diálogo", acrescentou.

Negociações

Nesta terça-feira os professores da rede estadual vão decidir se põem um ponto final à paralisação que já dura 48 dias ou enfrentam até mesmo a liminar expedida na noite de sexta-feira pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), autorizando o Estado a contratar professores para substituir os grevistas. Eles vão se reunir em assembleia, que ocorre às 14h, no pátio da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), no Bairro Santo Agostinho, na Região Centro-Sul de BH.

Para dar continuidade às negociações, na noite desta segunda-feira, representantes do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-Ute), que lidera o movimento, encontram-se com a secretária de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena.

Segundo a coordenadora geral do Sind-Ute, Beatriz Cerqueira, o sindicato adotou a posição de que não são decisões judiciais que vão pôr fim à greve, nem mesmo à "de sexta-feira", referindo-se à autorização que o desembargador Alberto Vilas Boas deu à Secretaria de Estado de Educação (SEE) para substituir grevistas que se recusarem a voltar à sala de aula.

EM DESESPERO, TUCANOS AGUARDAM AÉCIO PARA TENTAR SALVAR A CAMPANHA DE JOSÉ SERRA MAS, VEJAM O VERDADEIRO LEGADO QUE O PLAYBOY DEIXOU PARA OS MINEIROS

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Minas chama o Exército para combater dengue
Para evitar epidemia, Exército e Aeronáutica podem entrar na luta contra o mosquito, que já atacou 158 mil em Minas

Lambido do Portal UAI

Os números dão a medida exata de um problema ainda longe do fim. A quantidade de notificações de dengue este ano em Minas - 158.170, segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES) - é a maior dos últimos cinco anos. Os dados trazem uma desconfortante sensação de que a batalha contra a doença ganhou sombras de derrota. Autoridades epidemiológicas descartam a possibilidade de epidemia e apresentam as razões da explosão de um aumento de quase 50% das notificações em relação a 2009 (81 mil registros). Em Minas, a prova de que algo está fora da normalidade e precisa ser contido é a incorporação do Exército à força-tarefa de combate ao Aedes aegypti. A SES negocia com as Forças Armadas um contingente de 150 soldados e espera ajuda também de militares da Aeronáutica.

Eles vão reforçar o trabalho de 70 agentes de endemia das gerências regionais de Saúde e de 63 contratados, além dos funcionários municipais (em todo o estado, há mais de 10 mil agentes da dengue e mais de 20 mil de atenção básica). Segundo a subsecretária de Vigilância em Saúde da SES, Gisele Bahia, o grupo vai atuar em cidades com maior número de casos da doença. Vinte municípios concentram 63,2% das notificações no estado. Ela informa que a prioridade agora são ações mais potentes, para evitar altos índices em 2011. "Os registros estão aumentando em 20 cidades e, observando a série histórica, vemos que não estão conseguindo combater a dengue da forma como deveriam", afirma. O superintendente de Epidemiologia da SES, Francisco Lemos, disse que o estado está longe de uma pandemia, mas tem situações epidêmicas localizadas.


O Ministério da Saúde revela que a situação mineira é das piores. Mais de 80% das notificações nas 13 primeiras semanas do ano estão concentradas em sete estados e, desses, seis apresentam alta incidência, incluindo Minas (490,5 casos por 100 mil habitantes). O órgão considera três níveis de incidência: baixa (menos de 100 casos por 100 mil habitantes), média (de 100 a 300 casos) e alta (mais de 300 casos por 100 mil habitantes). Minas passou da média (204,4 casos por 100 mil habitantes) nas primeiras 13 semanas de 2009, para alta (490,5 casos por 100 mil habitantes) no mesmo período deste ano.

Os sete estados que respondem pela maior parte dos casos de dengue notificaram juntos 362.307 casos, do total de 447.769 até início de abril. Minas tem outra triste estatística: 28% dos registros de dengue no país, até o momento, estão concentrados em seis municípios, entre eles BH, que teve até agora 39.627 notificações, das quais 21.832 confirmadas. O total de mortes chega a quatro na capital e 34 em todo o estado. A possibilidade de epidemia está descartada, mas nos centros de Saúde há longas filas de espera.

TAMOS OU NÃO TAMOS FUDIDOS???

DELICADA E DENGOSA COMO DE COSTUME, PM DA DUPLA AÉCIO/ANASTASIA SENTA A BORRACHA EM ESTUDANTES QUE PROTESTAVAM CONTRA MUDANÇA CURRICULAR EM BH

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Belo Horizonte » Protesto em faculdade particular termina em tumulto

Ivan Satuf - Estado de Minas

Priscila Robini - Estado de Minas

 - (Marcos Vieira/EM/D.A Press)
Uma manifestação de estudantes terminou em confusão na noite de segunda-feira em Belo Horizonte. Alunos da Faculdade Pitágoras que protestavam contra mudanças no modelo pedagógico da instituição entraram em confronto com policiais militares em frente à unidade da Avenida Raja Gabaglia, no Bairro Gutierrez, Região Oeste de Belo Horizonte.
Breno Borges mostra ferimento na mão direita - (Marcos  Vieira/EM/D.A Press)
Breno Borges mostra ferimento na mão direita
A Polícia Militar foi acionada e alguns estudantes alegam que foram agredidos. Segundo o coronel Sandro Teatini, do Batalhão de Rondas Táticas Metropolitanas (Rotam), as denúncias serão apuradas. Breno Borges, estudante de pós-graduação em engenharia de produção, disse que ficou com a mão ferida durante o tumulto.

Polêmica no ensino

Os estudantes questionam o novo sistema da redução de carga horária das aulas presenciais e aplicação do ensino à distância, o que não constaria no contrato assinado no ato da matrícula. A direção da Faculdade Pitágoras argumenta que as mudanças fazem parte de melhorias no projeto educacional.

O Sindicato dos Professores Particulares de Minas Gerais informou que os docentes da Faculdade Pitágoras fazerm assembleia na tarde desta terça-feira para discutir a possiblidade de paralisação das aulas. De acordo com o sindicato, os professores também não concordam com as mudanças no modelo pedagógico.

O JEITO DEMOTUCANO (ESCRAVOCRATA) DE TRATAR A EDUCAÇÃO EM MINAS GERAIS

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Lambido do Blog do Euler com a contribuição do Perguntar não Ofende (perguntar@gmail.com)

Características: LEIA COM BASTANTE ATENÇÃO

a) a data do contracheque é de março de 2010, portanto, foi pago este mês de abril de 2010,

b) o símbolo PEB3B significa que se trata de um professor com licenciatura plena (curso superior), que cumpriu o estágio probatório e recebeu uma progressão na carreira, de A para B,

c) o piso básico deste professor, sobre o qual incidem as gratificações e mudanças na carreira, é de R$ 515,49. Se fosse um professor PEB3A, o piso seria de R$ 500,00. Como o professor em questão recebeu uma progressão, teve um aumento de 3% sobre o piso de R$ 500,00. Logo, o piso pulou para R$ 515,00. Se este professor mudar de nível (promoção), passando para PEB4 - mudança que ocorre a cada cinco anos, desde que haja titularidade adequada (pós-graduação), ele receberá aumento de 22% sobre o piso. Ou seja, seu salário base seria de R$ 610,00,

d) como o Aécio criou um teto salarial de R$ 850,00 (o novo será de R$ 935, 00) - que o governo vende mentirosamente para a opinião pública que se trata de um "piso remuneratório", a diferença entre os tais R$ 515,49 e o teto de R$ 850,00 é preenchida com penduricalhos e gratificações, como: VTI (Vantagem Temporária Incorporada), PCRM (Parcela Complementar de Remuneração do Magistério), além da gratificação de incentivo à docência (mais conhecido como pó-de-giz) que é um percentu al de 20% sobre o piso real de R$ 515,49,

e) toda a movimentação ocorrida na carreira (progressões, promoções, quinquenios, etc) é deduzida dos penduricalhos (VTI e PCRM, sem alterar o teto salarial de R$ 850,00. Assim, se o professor mudar de PEB3 para PEB4 após cinco anos de trabalho e tendo feito especialização ou mestrado ele continuará recebendo os mesmos R$ 850,00 de salário bruto,

f) sobre este volumoso salário de R$ 850,00 há o desconto da previdência de 11%, mais o desconto do Ipsemg - que até ontem era compulsório -, mais as contribuições sindicais. O que restou como salário líquido, que é aquele valor que o trabalhador bota a mão no dia do pagamento, é a expressiva quantia de R$ 720,55,

g) ou seja, não dá nem p ra pagar um almoço de deputado, que, de acordo com as notas fiscais das verbas indenizatórias que eles recebem para custear aluguel, comida, casa, transporte, etc, além dos poupudos salários, chega a custar R$ 9 mil reais numa só tarde de almoço,

h) É assim que Minas Avança!

 

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