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QUE PAÍS É ESTE ONDE A VIDA DE UM ATOR BEBUM TÊM MAIS REPERCUSSÃO NA MÍDIA DO QUE UMA LICITAÇÃO FRAUDULENTA DE MAIS DE R$4 BI DO GOVERNO PAULISTA?

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A LACÔNICA NOTA DE ESCLARECIMENTO PARA O JORNALISMO DE ESGOTO PRATICADO POR AQUELE QUE SE DIZ O GRANDE JORNAL DOS MINEIROS

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E ainda assim, Minas avan$$a !
Nota do Estado de Minas

Publicação: 20/10/2010 18:52 Atualização:

O Estado de Minas é citado por parte da imprensa no episódio de possível violação de dados fiscais de pessoas ligadas à atual campanha eleitoral. Entende que isso é normal e recorrente, principalmente às vésperas da eleição quando os debates se tornam acalorados.

O jornalista Amaury Ribeiro Júnior trabalhou por três anos no Estado de Minas e publicou diversas reportagens. Nenhuma, absolutamente nenhuma, se referiu ao fato agora em questão. O Estado de Minas faz jornalismo.

A Direção

PS.: "O Estado de Minas faz jornalismo"

É demais para mim.

FOLHA DO ZÉ BAIXARIA ACUSA CAMPANHA DE DILMA E LIVRA A CARA DE AÉCIO E DO JORNALECÃO O ESTADO DE MINAS NA QUEBRA DE SIGILO DE TUCANOS

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ATÉ O PIRULITO DA PRAÇA SETE SABE QUE O JORNALECÃO O ESTADO DE MINAS É ÓRGÃO PARA-OFICIAL DE IMPRENSA DO PALÁCIO DA LIBERDADE, COMANDADO PELA EDITORA CHEFE ANDRÉA NEVES, A IRMÃ DO FARAÓ.

Lambido do Blog do Rovai

Folha livra Aécio e implica PT em quebra do sigilo da filha do Serra


A Folha de hoje revela que em depoimento à Polícia Federal o despachante Dirceu Rodrigues Garcia teria afirmado que recebeu do jornalista Amaury Ribeiro Jr. R$ 12 mil para conseguir dados da Receita Federal da filha e do genro de Serra, Verônica e Alexandre Bourgeois.

Na versão da Folha isso virou:

Investigação da Polícia Federal fez conexão entre a quebra do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao candidato José Serra (PSDB) e o dossiê preparado pelo chamado “grupo de inteligência” da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT).

Trata-se uma baita maladragem, uma forçada de barra que não se sustenta.

A verdade sobre o caso está nas últimas linhas da matéria.

Segundo a investigação, quando os dados dos tucanos foram encomendados em outubro de 2009, Amaury ainda mantinha vínculo profissional com o jornal “O Estado de Minas”.
O PT atribui ao diário proximidade política com o ex-governador tucano Aécio Neves, eleito senador. (Impressionante, o PT atribui… Sugiro à Folha que leia o artigo do editorialista do Estadão, Mauro Chaves, publicado no dia 28 de fevereiro 2009.)

A partir de depoimentos e cruzamentos telefônicos, a PF mapeou a cadeia da quebra dos dados fiscais. Amaury não só fazia a encomenda, segundo a PF, como ia a São Paulo buscar os documentos. As viagens eram pagas pelo jornal.

Ou seja, quem pagou as viagens foi O Estado de Minas.

Quem pagava o salário de Amaury Ribeiro Jr. era O Estado de Minas.

Segundo o diretor de redação Josemar Gimenez do Estado de Minas, “ele (na época) trabalhava em várias investigações. Essa investigação específica não estava concluída quando ele pediu demissão no final de 2009″.

A reportagem era sobre as privatizações no governo FHC. Ou seja, guardava relação com os investigados. (É verdade que no mercado não se fala exatamente em reportagem…)

E o responsável pela quebra de sigilo é o PT. A Folha perdeu todos os limites.

Em outubro daquele ano, quando os dados teriam sido comprados, a disputa não era PT e Serra. Era Aécio e Serra. Aécio só veio a desistir da disputa dois meses depois, em dezembro. O jogo era tão no limite da baixaria que o governador de Minas chegou a ter revelado pela mídia paulista uma suposta agressão a uma namorada.

Também é importante registrar que em outubro de 2009 Amaury Ribeiro Jr. não tinha nenhuma relação com o PT. Nem tampouco com o tal grupo de inteligência.

Sugiro ao leitor que dê uma lida em algumas matérias já publicadas por este blogueiro sobre o tema. Aqui, aqui, e aqui

Destaco um trecho de uma delas, escrito em 3 de setembro, ali já se falava que a quebra dos sigilos de Verônica e do seu marido teriam relação com uma “investigação jornalística”. Eu não dizia isso porque era bidu. Aliás, nada deste blog tem a ver com relações privilegiadas com o além. Só com informações do mundo real. Que os bons repórteres da Folha também conhecem.

No caso de Eduardo Jorge, Ricardo Sérgio e os outros envolvidos em casos suspeitos do período das privatizações, a quebra do sigilo foi a partir do uso de senhas. Ou seja, alguém violou o sigilo “por dentro”.

A quebra do sigilo de Verônica Serra se deu com base num documento falso e com a ajuda do contador Atella.

Isso permite imaginar que a ação foi realizada por dois grupos diferentes. Quem sabe que a porta da casa fica aberta, não vai buscar assaltá-la entrando pela lareira.

O primeiro modi operandi é mais profissional. Com acesso a dados internos da receita. Ou seja, quem o utilizou é especializado.

O segundo grupo (que quebrou o sigilo da filha de Serra), mais amador. Que sabendo que naquele posto de Mauá era possível a quebra de sigilo foi buscar nas redondezas alguém pudesse saber como fazê-lo.

E chegou a esse alguém que pode vir a ser o contador Atella ou ainda outra pessoa que o usou como intermediário sem que ele soubesse de fato o que estava fazendo.

Esse método parece mais algo do tipo “investigação jornalística”.

Vai-se ao local e busca-se alguém que saiba como a coisa funciona.

O PROVOCADOR DESCASCA O MERDAL PEREIRA

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Lambido do Blog do Marco Antonio Araújo, O Provocador


Pela candidatura de Merval Pereira

Daqui a pouco, comentarista político vai ter registro no Tribunal Superior Eleitoral. Assim eles poderão fazer campanha dentro da lei, com crachá de partido e direito a receber doação de empresários.

Vai ficar bem mais honesto abrir uma página de jornal e ler a propaganda, digo, o artigo desse pessoal mais apaixonado pela política do que pelo jornalismo.

Eu começaria lançando a candidatura do Merval Pereira a representante do PSDB, pelo jornal O Globo. O Arnaldo Jabor vai ficar chateado, eu sei, mas aí a gente oferece pra ele a vaga de vice.

Assim, o Merval ficará bem mais à vontade para defender o ponto de vista alheio. Poderia declarar seu voto no Serra, abraçar o FHC aos prantos, privatizar a Petrobras, dizer que a Dilma é feia.

Na coluna abaixo o candidato Merval se superou. Em tempos de prova para checar se deputado eleito é analfabeto, deveriam fazer testes para ver se jornalista sabe ler. Ou pesquisar.

Veja o que o sr. Pereira diz:


Detalhe: o debate ocorreu no dia 23 de outubro de 2006 e teve 16 pontos de audiência, de acordo com o Ibope. Foi o segundo debate mais visto em todo o período eleitoral daquele ano.

Deve ser muito angustiante para ele ter que diariamente tentar disfarçar sua predileção partidária. Não que ele consiga, para angústia de quem o lê. Mas é um esforço, merece respeito.

Se o PT ganhar essa eleição, aposto que o Merval se muda para a Venezuela junto com o Diogo Mainardi. Vão escrever os discursos do Hugo Chávez. Nunca falta trabalho quando a pessoa sabe sua verdadeira vocação.

EDUARDO GUIMARÃES DISSECA A SUPOSTA SAÍDA DO ARMÁRIO DA IMPRENSA GOLPISTA DE SÃO PAULO

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Resposta aos Barões da Imprensa paulista

Lambido do Blog da Cidadania

Dois dos maiores jornais do país tomaram uma decisão que, quando a história deste período for contada, explicará a decadência em que mergulharam aqueles que serão lembrados como “barões da imprensa”. Em 26 de setembro de 2010, os periódicos anunciaram, em editoriais, as suas respectivas posições políticas, ambas de confronto com o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Os jornais O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo surgiram em um Brasil que não existe mais. Naquele país-fazenda, ribombavam as vozes das famílias que os fundaram e que os tornaram multimilionários à custa do Estado, dos favores de governos amigos, alguns alçados ao poder por meio de ruptura da ordem constitucional que esses veículos apoiaram.

O Estado de São Paulo nasceu em 1875, sendo batizado como A Província de São Paulo. O jornal foi impulsionado pela venda avulsa. Um imigrante francês chamado Bernard Gregoire saía a cavalo pelas ruas da capital paulista soprando uma corneta e vendendo exemplares. A imagem do vendedor trombeteando em seu cavalo tornar-se-ia símbolo do jornal.

Em 1964, o jornal paulista, agora rebatizado como O Estado de São Paulo, perfilou-se à União Democrática Nacional (UDN) de Carlos Lacerda, fazendo oposição cerrada ao então presidente João Goulart. Dois anos antes do golpe, o diretor do jornal, Júlio de Mesquita Filho, redigiu o “Roteiro da Revolução”, editorial em que exortava a oposição civil a se unir aos militares, então chamados de “partido fardado”, que desde o limiar da República interferia na política.

Em 1964, o jornal O Estado de São Paulo pediria e apoiaria o golpe militar e a eleição indireta de Castello Branco. Em 1º de abril daquele ano, publicou texto de apoio à derrubada de João Goulart fazendo uma relação entre aquele momento político e o da Revolução Constitucionalista de 1932.

O jornal paulista só romperia com a ditadura quatro anos depois do golpe. Em 1968, com a sua redação ocupada por censores do regime, publicou editorial que seria censurado por meio de apreensão de seus exemplares que chegavam às ruas. A família Mesquita descobriria, então, que quando se viola a democracia nem os que ajudaram a fazê-lo podem se considerar a salvo dos chefes violadores.

A Folha de São Paulo, por sua vez, nasceu em 1921, 46 anos depois do Estadão. Então batizada como “Folha da Noite”, era dirigida por Olival Costa e Pedro Cunha. Durante a revolução de 1930, foi fechada por reação popular, que empastelou o jornal.

Voltou a funcionar em 1931 com novos donos e nova linha editorial, sob o nome de Folha da Manhã. Era dirigida por Alves de Lima, Diógenes de Lemos Azevedo, Guilherme de Almeida e Rubens do Amaral. Em 1962, o jornal foi vendido a Carlos Caldeira Filho e Octavio Frias de Oliveira e rebatizado como Folha de São Paulo.

Tal qual o Estadão, a Folha também apoiou o golpe militar de 1964 e a ditadura que estava sendo implantada no Brasil. Segundo o colunista Elio Gaspari, chegou a emprestar veículos para transporte de presos. Isso mesmo, o jornal que fala em censura à imprensa fez parte da estrutura de assassinato e tortura dos ditadores de plantão.

O apreço pela ditadura era tanto que em 1971, durante o governo do general-presidente Emílio Garrastazu Médici, o jornal publica editorial, assinado por Octavio Frias de Oliveira, que definia assim o governo ditatorial:

“(…)Um governo sério, responsável, respeitável e com indiscutível apoio popular, está levando o Brasil pelos seguros caminhos do desenvolvimento com justiça social – realidade que nenhum brasileiro lúcido pode negar, e que o mundo todo reconhece e proclama (…)”.

Hoje, sabe-se que a maior vítima da ditadura militar foi justamente a justiça social. Foi durante a ditadura, que Frias defendeu com tanto ardor, que o Brasil chegou a ser um dos cinco países com maior concentração de renda no mundo, perdendo a primeira colocação apenas para países africanos miseráveis.

A tomada de posição política em relação ao governo Lula que esses jornais publicaram em suas edições de 26 de setembro de 2010 – tendo a Folha publicado o texto em sua capa –, em pretensa resposta à crítica do presidente da República a uma conduta partidarizada desses veículos, vem sendo desprezada por uma maioria esmagadora da sociedade, como revelam as pesquisas de opinião sobre este governo e sua candidata.

Em todos os níveis de escolaridade, em todas as faixas etárias, em todas as regiões do país – com exceção, apenas, entre os mais ricos –, os brasileiros, em maioria avassaladora, ignoram as diatribes diárias desses jornais contra o governo mais respeitado – nacional e internacionalmente – e popular da história deste País. Suas denúncias contra um só lado são ignoradas, e o Brasil caminha para dar uma vitória histórica à candidata que rejeitam.

Todavia, há que fazer uma distinção entre as posturas adotadas pelo Estadão e pela Folha. Enquanto que o primeiro, como que atendendo a exortação do presidente da República, finalmente sai do armário, deixando claro, de forma tardia, que tem candidato, exatamente como o chefe da nação disse que tinha, o segundo continua tentando se esconder sob uma imparcialidade na qual só os seus controladores e empregados bajuladores dizem acreditar.

Por mais que os argumentos do Estadão para justificar que tenha se convertido em cabo eleitoral de José Serra sejam questionáveis e não resistam à menor exposição àquele contraditório que o jornal censura furiosamente, seus controladores não têm descido ao nível da família Frias.

Entre todas as barbaridades praticadas pela Folha, algumas das quais já lhe renderam sucessivas condenações na Justiça, uma delas jamais encontrou paralelo na dita “grande imprensa” nacional. O jornal publicou em sua primeira página a falsificação de uma ficha policial de Dilma Rousseff, adversária do candidato extra-oficial do veículo, José Serra.

A Folha publicou em sua primeira página o conteúdo de um e-mail apócrifo, sem ter verificado absolutamente nada sobre a veracidade do documento. Tanto é que, depois do malfeito, escreveu nota de esclarecimento dizendo que não tinha elementos para negar ou confirmar a veracidade de uma falsificação contra uma ministra de Estado que publicou em seu espaço de maior visibilidade, na primeira página.

Em seu editorial de 26 de setembro de 2010, em que reafirma ser “isenta”, a Folha chega a “advertir” o presidente da República e sua candidata de que não aceitará que tentem “censurar” a imprensa, esgrimindo com cláusula pétrea da Constituição que versa sobre liberdade de expressão. O Estadão vai pela mesma linha de confronto com este governo por ter as mesmas inclinações antidemocráticas que o seu congênere, ainda que tenha mais caráter.

Ambos, porém, carregam o suplício de inocentes em seus currículos fétidos. Sob essa trajetória conspurcada por um apreço patético e degenerado pelo estupro do Estado Democrático de Direito que Estadão e Folha agora se arvoram em sentinelas da democracia. E é por esse cinismo atroz que esses jornais terminarão na lata de lixo da história.

O NOVOJORNAL, IMAGINEM, QUE OUTRO DIA FOI "EMPASTELADO" PELA DITADURA DE FARAÓCIO NEVES, FAZ COBERTURA PARCIAL DO "MANIFESTO EM DEFESA DA DEMOCRACIA"

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Lambido do NOVOJORNAL

Após ataques, juristas lançam "Manifesto em Defesa da Democracia"
Durante ato público no Largo de São Francisco, presidente é comparado ao ditador Benito Mussolini pelas suas declarações hostis à imprensa

O palco para o ato público foi o mesmo onde, há 33 anos, o jurista Goffredo da Silva Telles leu a Carta aos Brasileiros, contra a tirania dos generais,diante das Arcadas.

Participantes do ato cantaram o 'Hino Nacional'Juristas que marcaram sua trajetória na luta pela preservação dos valores fundamentais lançaram ontem nas Arcadas do Largo de São Francisco, em São Paulo, o Manifesto em Defesa da Democracia, com críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O agravo em 43 linhas condena o presidente Lula, que, na reta final da campanha à sua sucessão, distribui hostilidades à imprensa e faz ameaças à liberdade de expressão e à oposição.

Uma parte do pensamento jurídico e acadêmico do País que endossou o protesto chamou Lula de fascista, caudilho, autoritário, opressor e violador da Constituição. O presidente foi comparado a Benito Mussolini, ditador da Itália nos anos 30. "Na certeza da impunidade (Lula), já não se preocupa mais nem mesmo em valorizar a honestidade. É constrangedor que o presidente não entenda que o seu cargo deve ser exercido em sua plenitude nas 24 horas do dia", disse Hélio Bicudo, fundador do PT, do alto do púlpito da praça, ornada com duas bandeiras do Brasil.

Sob o sol forte do meio-dia, professores, sociólogos, economistas, intelectuais, escritores, poetas, artistas, advogados e também políticos tucanos cantaram o Hino Nacional. Muitos dos presentes ao ato público de ontem estavam no mesmo local em agosto de 1977 para subscrever a Carta aos Brasileiros.

Aquela declaração, como essa, segue uma mesma linha de reflexão. "A ordem social justa não pode ser gerada pela pretensão de governantes prepotentes", dizia Goffredo a um País mergulhado na sombra da exceção havia mais de uma década. "Estamos em um momento perigoso, à beira de uma ditadura populista", afirma Miguel Reale Júnior, um dos quatro ex-ministros da Justiça que emprestaram o peso de sua história ao manifesto lido ontem.

"Reconhecemos que o chefe do governo é o mais alto funcionário nos quadros administrativos da Nação, mas negamos que ele seja o mais alto Poder de um País. Acima dele reina o senso grave da ordem, que se acha definido na Constituição", advertia Goffredo em seu libelo. "É um insulto à República que o Legislativo seja tratado como mera extensão do Executivo, é deplorável que o presidente lamente publicamente o fato de ter de se submeter às decisões do Judiciário", adverte o manifesto de 2010, do qual d. Evaristo Arns é o primeiro subscritor.

Inadmissível. "O País vive um processo de autoritarismo crescente, um caudilhismo que se impõe assustadoramente", declarou José Carlos Dias, aos pés da estátua de José Bonifácio, o Moço, à entrada do território livre do Direito. "A imprensa está sendo atacada de forma inadmissível como se partido fosse. O presidente ofende a democracia quando ofende a imprensa por exercer missão que o Estado deveria exercer: investigar e combater a corrupção."

"Lula age como um fascista", compara Reale. "O que ele fará lá na frente se agora quer jogar para debaixo do tapete toda a corrupção em seu governo para ganhar a eleição? A imprensa não pode mais revelar a verdade? Há uma campanha indiscriminada contra todos os órgãos de imprensa. O presidente não pode insuflar o País, "quem é a favor do PT é a favor do povo". Descumpre ordem da harmonia social, divide o País. É uma grande irresponsabilidade, algo muito grave."

Mobilização. O advogado disse que o manifesto é mobilização da sociedade civil, não um evento político. "É um alerta sobre os riscos de um confronto social. Transformar a imprensa em golpista é caminho perigoso para o autoritarismo. Quando o presidente diz que "formadores de opinião somos nós" é uma ideia substancialmente fascista, posição populista. É o peso da Presidência contra a liberdade de imprensa."

Bicudo, ainda antes de subir ao púlpito onde nos anos 70 lideranças estudantis desafiavam a repressão, afirmou que "Lula tenta desmoralizar todos os que se opõem ao seu poder pessoal".

Presidente do PPS, Roberto Freire avalia que Lula "se despiu do caráter republicano ao debochar das instituições e se transformar em cabo eleitoral". José Gregori, ex-ministro da Justiça, disse que a ordem dos juristas deu início à reação há 12 dias, "quando o presidente desferiu as primeiras agressões à democracia". "Ele não pode fazer papel de estafeta de um partido."

Signatários

O Manifesto em Defesa da Democracia, redigido em 43 linhas e divulgado ontem, tem entre seus signatários juristas, cientistas políticos, historiadores, embaixadores e membros da classe artística.

O jurista Hélio Bicudo, que leu o documento no centro da capital paulista, encabeça a lista, ao lado do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Carlos Velloso e do arcebispo emérito de São Paulo, d. Paulo Evaristo Arns.

Os ex-ministros da Justiça José Gregori, Paulo Brossard, Miguel Reale Júnior, José Carlos Dias, além do embaixador Celso Lafer, também subscrevem o documento.

A academia, por sua vez, aparece em peso com os cientistas políticos Leôncio Martins Rodrigues, José Arthur Gianotti, José Álvaro Moisés e Lourdes Sola, bem como os historiadores Marco Antonio Villa e Boris Fausto.

Depoimentos

José Carlos Dias, ex-ministro da Justiça
"As atitudes de Lula são de um fascista, do verdadeiro autoritarismo. É preciso defender a democracia a qualquer preço"

Roberto Freire, presidente do PPS
"Lula perdeu a compostura ao propor que extirpem partido de oposição e ao atacar a imprensa. Mussolini e os camisas negras agiram assim"

Hélio Bicudo, fundador do PT
"Não precisamos de soberanos com pretensões paternas, mas de democratas convictos. Ele pode ter opinião, mas não pode fazer uso da máquina"

Miguel Reale Jr., ex-ministro da Justiça
"Lula age como um fascista. Golpismo é tentar calar a imprensa. Temos de nos arregimentar pela preservação dos princípios democráticos"

DE SACO CHEIO - NEM ELEITOR DO ZÉ LADEIRA ABAIXO ESTÁ ENGOLINDO MAIS A MÍDIA CORRUPTA E PARTIDÁRIA DO BRASIL

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O desmanche da democracia (Segundo o Estadão)

120 gianone Carlos Custodio
23 de setembro de 2010 | 14h 55
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Não sou lulista. A bem da verdade não tenho admiração por nenhum parido político e tampouco pelos seus afilhiados e políticos.

Mas, com certeza a imprensa brasileira é tendenciosa até a medula.

Não há jornal ou revista eletrônica 100% séria e digna.

Toda a mídia quer; em prileiro lugar vender seu peixe, ou seja seu jornal. Produto que lhe rende grana.

Segunado há na mídia, nitidamente, seus apadrinhados. Mesmo que sejam ums crápulas.

Votarei no José Serra mas, em um país sério e honrado, esse mesmo candidato não iria ao desespero de aumentar salário mínimo sem nenhum estudo e tampouco prometeria aos artistas coisas absurdas como Serra vem fazendo em seu exteetor de candidanto, infelizmnete, derrotado.

Em uma disputa política nesse nível, a razão e a lógica passam longe doa ética e da verdade.

QUEM PUBLICA O QUE QUER, ESCUTA DO CARA DOS 80% O QUE NÃO QUER

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"Se o dono do jornal lesse seu jornal, se o dono da revista lesse sua revista, eles ficariam com vergonha do que eles estão escrevendo exatamente neste instante."


Lula, o cara

NHÉM NHÉM NHÉM DO DOSSIÊ - O PIG NÃO CANSA DE FAZER SEUS PAU-MANDADOS PASSAREM POR ESSE PAPEL RIDÍCULO

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Será que a mamãe deste bosta fica orgulhosa com trabalho de merda que o filhinho dela faz?

Lambido do G1

Clique aqui para assistir a entrevista da futura PRESIDENTE do Brasil ao Roda Viva.

Dilma cobra provas e eleva tom ao rebater suposto dossiê anti-Serra

Candidata à Presidência negou participação da campanha em espionagem. Ex-ministra disse que não processará jornal por respeitar imprensa.

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, elevou o tom de suas declarações nesta segunda-feira (28) ao rebater acusações sobre a suposta elaboração de um dossiê contra o candidato do PSDB, José Serra, por profissionais ligados à campanha petista.

“Não podemos aceitar no Brasil, porque vivemos em uma democracia, acusações sem provas”, disse a ex-ministra, citando a publicação, pelo jornal "Folha de São Paulo", de dados fiscais de um dirigente tucano e que integrariam o suposto dossiê anti-Serra.

“Sempre que nos atribuem isso [montagem de dossiês], tomamos atitudes concretas: processamos o acusador. Vocês [Folha de São Paulo] nós não vamos processar porque respeitamos a liberdade de imprensa. Acho que vocês [jornal] estão protegendo a fonte [da informação]”, afirmou Dilma, dirigindo-se ao editor-executivo do jornal, Sérgio D’Ávila.

PARA OS BRASILEIROS, DESCULPAS DESNECESSÁRIAS, POIS NOS FEZ MUITO BEM MAS, PARA O JORNALISTA CAGÃO E SEUS PATRÕES, UMA BANANA.

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TÁ TODO MUNDO CAGANDO E ANDANDO PARA A GLOBO


TÔ DENTRO - CALA A BOCA GLOBO!

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Lambido do Blog Com Texto Livre

O DUNGA JÁ É O MEU HERÓI E, POR MIM, ELE NEM PRECISA TRAZER O CANECO!

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Em BH, Galvão Bueno já experimentou a calorosa acolhida dos mineiros.

A FONTE DE INSPIRAÇÃO DA FOLHA PARA FAZER O "JORNAL DO FUTURO"

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Agora, para niguém dizer que estou exagerando, vejam só o nível da matéria produzida pelo "enviado especial", Ranier Bragon:


Comitiva de Dilma Rousseff é repreendida no velório de Saramago

Na manhã deste sábado (19), Dilma Rousseff compareceu ao velório do escritor português José Saramago em Lisboa. A candidata do PT à Presidência da República está em visita a Portugal.

A candidata permaneceu cerca de cinco minutos no local. O tempo foi suficiente para que sua comitiva fosse repreendida pelo cerimonial por estar atrapalhando a passagem das pessoas.

Dilma conversou por alguns momentos com a filha, Violante, e com a viúva de Saramago, Pilar.

Na saída, a comitiva da petista parou na escada da Câmara Municipal de Lisboa, onde ocorre o velório do escritor português, para as despedidas. Nesse instante, um integrante do cerimonial chamou a atenção do grupo, dizendo que eles estavam atrapalhando a passagem das pessoas. Dilma e o restante da comitiva desceram as escadas, então.

Do lado de fora, candidata do PT disse em rápida entrevista que o livro de Saramago de que mais gostou foi "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" (1991). A razão, segundo ela, é que "ele é um livro muito bonito, com muita força".

Em seguida, ela acrescentou gostar "dos nomes". "Que nomes?", perguntou de volta uma repórter. "Dos nomes, chama 'os nomes' o livro", respondeu Dilma, cometendo leve lapso. O livro chama-se "Todos os Nomes".

O FATOR MINAS - TRADUÇÃO: ELES AINDA QUEREM MAMAR NA NOSSA VAQUINHA

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Já em desespero com a possibilidade que se desenha de uma flagorosa derrota nas urnas já em 03 de outubro, a mídia DEMOTUCOSERRISTA e seus lacaios amestrados, que outrora insuavam que Aécio era chegado nas tais "substâncias furfurantes", uma espécie de ameaça velada para garantir a vaga do Zé Medonho na chapa tucana e afastar a hipótese das tais prévias tucanas, agora deitam falação nesta presepada chamada "O fator Minas".

Apesar de tudo que penso e digo sobre a fraude que é Aécio Neves, posso garantir:
IDIOTA ele não é!

O fator Minas

De Merval Pereira:

Minas Gerais mais uma vez está no centro da disputa política, e o que acontecer lá será fundamental para a eleição presidencial. O ex-governador Aécio Neves está chegando de Londres hoje e traz com ele muitas dúvidas e uma pequena chance de mudar de ideia para ser vice na chapa tucana. Do lado governista, indícios tênues de que a coalizão entre PT e PMDB pode não estar tão tranquila quanto aparenta. Esta lenga-lenga continua aqui.

HISTERIA COREOGRÁFICA, A EXPERTISE DE UM CANALHA MIDIÁTICO

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Lambido do Blog do Provocador

PATOLOGIA DE UM FANTOCHE

O ex-cineasta Arnaldo Jabor sempre aparece na calada da noite para assustar crianças e democratas com seus olhos e raciocínios esbugalhados. Medo.

Mais feio é o que ele escreve. Ao observar a patologia de suas dejeções literárias, ficam evidentes o oportunismo e a escatologia ideológica desse cidadão.

Do alto de seu ego, em vez de pular e suicidar-se, investe numa retórica de inegável pobreza estilística. Sua literatura arrogante é indigna de reacionários limpinhos como Nelson Rodrigues ou alucinados geniais como Glauber Rocha.

Sem pudor, o Arnaldo limpa os pés nos capachos dos palácios e outorga-se lucidez num país de dementes. Joga suas fichas ensebadas na provocação barata, na autopromoção compulsiva, no servilismo explícito.

Ele sempre encontra um jeito de puxar o saco dos barões e baronetes. FHC, Collor, Serra, Bush, Reagan. Até PC Farias esse homem defendeu. Menos o Lula, parabéns.

Arnaldo somatiza a doença da adesão incondicional ao poder econômico. Em seu maniqueísmo, que alterna forças das trevas e anjos neoliberais, o que não for tucano é lixo, espantalho, judas.

Uiva delírios paranoicos e destila rancor contra quem tenha um projeto para o Brasil diferente do genocídio promovido pelas elites brancas.

Faz de conta que seus aliados não são o que o Brasil formou de mais perverso, arcaico e malévolo nas últimas décadas.

Mártir de si mesmo, Arnaldo morre de medo de perder o emprego que lhe restou. Não há por que se preocupar. Sempre haverá espaço para os escribas do templo que exalem elogios subalternos e lambam as feridas que o poder produz.

PS: Se alguém achou esse post pesado, grosseiro ou sem noção, um conselho: imagine o Jabor lendo isto na TV. No fundo, no fundo, estou prestando uma homenagem.

A FOLHA MENTE, MENTE DESCARADAMENTE E AFIRMA EM CHAMADA EM SEU PORTAL QUE ISRAEL DISSE QUE IRÃ ENGANOU O BRASIL E A TURQUIA

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A Folha falsifica de tudo um pouco, desde documentos, pesquisas e, principalmente, notícias.

Lambido do portal da falsificação UOL

17/05/2010 - 04h23
Israel diz (mentira, até agora não há comunicado oficial do governo de Israel) que Irã enganou Brasil e Turquia

da Reportagem Local

De acordo com a agência de notícias France Presse, um alto funcionário do governo israelense teria dito (O TÍTULO SUGERE QUE O ESTADO DE ISRAEL DISSE) que o Irã enganou o Brasil e a Turquia com o acordo de troca de material nuclear, assinado poucas horas antes.

"Os iranianos enganaram o Brasil e a Turquia fingindo aceitar que o enriquecimento de parte do seu urânio seja feito na Turquia", afirmou o funcionário que pediu anonimato.

"Eles já fizeram o mesmo no passado, fingindo aceitar esse procedimento para diminuir a tensão e o riscode sanções internacionais, porém, em seguida, se negaram a cumprir o acordo", disse.

Na manhã desta segunda-feira (horário local), os ministros de Relações Exteriores do Brasil, Turquia e Irã assinaram um acordo no qual o Irã enviará 1.200 quilos de urânio levemente enriquecido para a Turquia e receberá de volta, em um ano, o material enriquecido a 20% (nível utilizado para um reator de pesquisa).

Com France Presse

NÃO SOMOS IDIOTAS - O POVO, QUE NÃO É BOBO, SABE QUE JOSÉ SERRA É O CANDITADO DA REDE GLOBO

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Até agora ninguém, inclusive o blogueiro que vos escreve, conseguiu ver uma linha publicada nos portais da Globo sobre a virada de Dilma sobre Serra.

Por que será?

 

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