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MORDE E ASSOPRA - COMEÇA A ESQUENTAR A CAMPANHA TUCANA PARA 2014

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Serra vê 2014 como 'carro adiante dos bois'

Em aparente resposta a entrevista de Aécio sobre eleição presidencial, tucano tuitou que antecipar debate 'atrapalha e desorganiza a oposição'

Quinta, 13 de Outubro de 2011, 03h04
ANDREA JUBÉ VIANNA, JOÃO DOMINGOS / BRASÍLIA O ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) utilizou ontem o microblog Twitter para dizer que não é o momento de a oposição discutir a sucessão da presidente Dilma Rousseff, numa aparente resposta à declaração do senador tucano Aécio Neves (MG). Em entrevista ao Estado, publicada no domingo, o mineiro afirmou estar pronto para disputar a Presidência com qualquer candidato do PT, "seja Lula ou Dilma".

Serra afirmou ontem, no Twitter: "2014 está longe. Antes vem 2012. Querer colocar o carro adiante dos bois só atrapalha e desorganiza a oposição". Na segunda-feira à noite, após reunião do Conselho Político do PSDB, o ex-governador havia dito que achou a entrevista "interessante" e "verdadeira". "Acho positivo que Aécio se coloque", disse após a reunião, da qual o mineiro também participou. Segundo políticos ligados a Serra, o ex-governador sonha em disputar a eleição presidencial pela terceira vez, em 2014.

Aécio não quis entrar em polêmica. Por meio de sua assessoria, o senador afirmou ontem que pensa exatamente desta forma, de que não é o momento de discutir a sucessão presidencial.

Panos quentes. "Uma coisa que o mineiro não faz é passar o carro na frente dos bois", endossou o presidente do PSDB em Minas Gerais, deputado Marcus Pestana, afirmando que a opinião de Serra e de Aécio é a mesma. Pestana lembrou que o senador disse à bancada tucana, em jantar realizado há duas semanas, que não é hora de colocar a campanha presidencial na rua.

"Aécio acha que o momento é de organizar e modernizar o partido e ter foco nas eleições de 2012", disse Pestana. "O partido tem que discutir um realinhamento programático e uma agenda para o Brasil."

Já o líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), disse que não entendeu a declaração de José Serra como um recado para Aécio. "Não creio que seja para o Aécio, até porque ele (Aécio) foi pressionado a se manifestar pelos próprios integrantes do PSDB", ponderou.

"O que é mais importante é o que conversei com o Aécio terça-feira e que tenho conversado com o Serra, a respeito da definição das primárias para a escolha do candidato. É mais importante definir o processos do que a escolha. Se adotarmos as primárias, o nome escolhido será legitimado pelo processo, e terá a participação da militância", explicou Álvaro Dias.

Para ele, as primárias eliminam a hipótese da racha no partido e derrubam qualquer pretexto para a montagem de dissidências. "Estamos chegando a isso com muito facilidade. Primeiro é preciso revitalizar o partido e estimular os militantes, tornar o partido mais sólido para a disputa de 2014", disse. "Todo mundo é favorável a isso. O Sérgio Guerra (presidente do PSDB), a Executiva, desde os tempos em que o presidente era o Tasso Jereissati (ex-senador cearense). O Aécio e o Serra já são favoráveis."

A QUALQUER MOMENTO, O "DOSSIÊ ITAGIBA" PODE VAZAR

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Serristas tentam esvaziar Aécio e manter controle do PSDB


Marcela Rocha

A ala do PSDB ligada ao ex-presidenciável José Serra se articula para ficar com a liderança na Câmara dos Deputados e assumir a linha de frente na oposição ao governo Dilma. Para isso, sabe que é preciso manter o poder do diretório de São Paulo na sigla. Os serristas esperam reduzir eventuais danos causados pela aproximação do ex-governador mineiro Aécio Neves à base governista para tentar concorrer à presidência do Senado.

Ao mesmo tempo, o grupo mais próximo a Serra busca uma forma de mantê-lo em evidência no cenário nacional. Uma das opções apontadas seria nomeá-lo para a presidência do Instituto Teotônio Vilela, órgão de estudos e formação política do PSDB.

Para tucanos paulistas, a movimentação do PSB junto à ala aecista do PSDB e do DEM seria apenas uma tentativa de pressionar Dilma e assim aumentar a influência deles na partilha do governo. Mostrando que tem diálogo com setores da oposição, o PSB aumentaria seu poder de barganha junto à petista, que precisa dividir os ministérios com o aval do PMDB.

Integrantes do PSDB de São Paulo dizem que o PMDB não permitirá Aécio na presidência do Senado, o que não significa que ele não se candidatará à vaga. Tucanos ligados a Serra esperam também que Aécio dispute a presidência do partido ou a liderança em uma das Casas, e já costuram de modo a garantir a liderança na Câmara.

Entre os nomes cogitados numa lista já preparada, estão os deputados eleitos Mendes Thame (SP), Luiz Carlos Hauly (PR) e César Colnago (ES), que coordenou a campanha de Serra em seu Estado. Os serristas defendem organizar esse foco de resistência a partir de São Paulo, contando com a reaproximação entre o ex-presidenciável e o governador eleito Geraldo Alckmin (SP).

Outra forma de ampliar o campo de influência de Serra no comando do partido seria, de acordo com aliados, defender a manutenção do senador Sérgio Guerra (PE) na presidência da sigla. Para eles, seria uma maneira de evitar a entrada de um aliado de Aécio, ou dele próprio.

Embora Serra tenha tido problemas com Guerra durante a campanha, ele aposta que o pernambucano adotaria uma linha mais crítica em relação ao governo Dilma no Congresso. Linha que, para os tucanos paulistas, seria evitada por aecistas.

Serra está na França e ainda não se sabe quando voltará. O tucano viajou acompanhado de seu filho e palestrou em um seminário sobre a Europa e a América Latina em Biarritz.

Terra Magazine

DOSSIÊ TUCANO - PF QUER OUVIR OS MANDANTES

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Lambido do Novo Jornal

PF quer ouvir Aécio Neves

Após ouvir os autores dos crimes praticados na confecção do Dossiê Serra, Polícia Federal agora quer ouvir os mandantes

Fontes da Polícia Federal informam que já concluíram a primeira fase do inquérito que apura os crimes praticados na confecção do Dossiê Serra ao ouvirem o diretor do jornal “Estado de Minas”, Josemar Gimenez.

Agora, no menor prazo possível pretendem ouvir os possíveis mandantes e concluir o inquérito. Tudo porque um dos possíveis mandantes, o ex-governador de Minas e senador eleito Aécio Neves, deverá ser diplomado no término da primeira quinzena de dezembro.

A partir desta data, a Polícia Federal, por dispositivo constitucional, só poderá investigar Aécio Neves após aprovação do Supremo Tribunal Federal. O que torna a investigação mais difícil.

A mesma fonte informa que já existem provas suficientes para o indiciamento dos mandantes do crime.

SOB A COORDENAÇÃO DO ITAGIBA, AÉCIO FOI INVESTIGADO NOS "MÍNIMOS" DETALHES

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‘Grupo seguia Aécio Neves’

À PF, Amaury relata que resolveu investigar Serra após saber que um grupo ligado a ele espionava Aécio Neves: “Em dezembro de 2007, tendo tomado ciência de que um grupo clandestino de inteligência estaria seguindo o então governador do estado, Aécio Neves, (Amaury) decidiu investigar quem eram os integrantes do tal grupo e a motivação de seus trabalhos”.

Mais tarde, ele descobriu quem eram os integrantes do grupo clandestino. Diz o depoimento: “Obteve informação de que se tratava de grupo que trabalhava para José Serra, sob o comando do deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-RJ)”.

ELE SABE TUDO - O "ESPECIALISTA" EM AÉCIO NEVES

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Conta prá nós Itagiba, conta, conta tudinho!

O FARSANTE DAS GERAIS - ACUADO POR DENÚNCIA DE MANDO DE ARAPONGAGEM, AÉCIO TIRA A MÁSCARA E ATACA LULA

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Aécio troca discurso pós-Lula por postura anti-Lula
Senador eleito por MG diz que 'por suas últimas atitudes, o presidente terminará seu governo menor do que iniciou'

Christiane Samarco - O Estado de S. Paulo

A radicalização da campanha eleitoral levou o ex-governador e senador eleito Aécio Neves (PSDB-MG) a se mover do discurso do pós-Lula para uma postura anti-Lula. Depois de passar oito anos provocando incômodos no PSDB por conta da boa relação pessoal com o Planalto, Aécio afirma agora que "por suas últimas atitudes, o presidente terminará seu governo menor do que iniciou", e mais: Sugere que Lula faça um "mea-culpa" depois da eleição, reconhecendo os "excessos" para assegurar uma transição "serena e pacífica", independentemente de quem seja o vencedor.

Em entrevista ao Estado, o senador mineiro confessa estar "decepcionado" com o chefe da Nação que "se despe da função presidencial e vira cabo eleitoral" para atacar o candidato da oposição. Mais do que uma queixa, ele diz que sua intenção é fazer um alerta em defesa da democracia e da paz na política. "Entre a chefia de Estado e a chefia de um grupo político, Lula opta claramente pela segunda e presta um desserviço àquilo que ele próprio ajudou a construir, que foi a democracia no Brasil", afirma. A seguir, a entrevista.

Como o senhor avalia o comportamento do presidente Lula nesta reta final da campanha?

É triste o figurino que o presidente resolveu vestir ao final desta campanha, com atitudes absolutamente impróprias e esquecendo que é o presidente de todos os brasileiros. Ele optou, como diz o Serra, por ser o presidente de uma facção. É triste e preocupante ver como as instituições de Estado se colocaram a serviço de um mundo político. A própria Polícia Federal, neste papel absurdo e ridículo que fez nestes últimos dias, criando versões que possam atender aos interesses do PT. A democracia que foi conquistada por tantos brasileiros não merecia, no momento de sua consolidação e amadurecimento, assistir a cenas como estas que não engrandecem o País. É desolador ver a forma como o presidente está terminando esta campanha.

.O senhor acha que o presidente está trocando a faixa presidencial pela camisa de militante partidário?

Sempre tive uma boa relação pessoal com o Lula que sempre busquei preservar. Eu reconheço os avanços que houve no governo dele mas, por estas últimas atitudes, o presidente Lula, passadas estas eleições, termina seu governo menor do que iniciou.

Isto compromete de alguma forma a relação entre governo e oposição na próxima administração, qualquer que seja o resultado da eleição?

O que me preocupa é que esta postura de dirigentes do PT e do próprio Lula, independentemente do resultado eleitoral, crie no País um clima de muito maior acirramento e radicalização, no período pós-eleitoral, do que seria adequado e se esperava.

No cenário atual, a transição para o próximo governo corre risco?

Não acredito que corra risco, mas buscar vencer o adversário é uma coisa, e tentar dizimá-lo, é outra. Quando não há palavra de equilíbrio e ponderação das maiores autoridades do País, recomendando cautela e prudência e esses exemplos não vêm de cima, é claro que o pós-eleição pode ser mais radicalizado do que seria bom para o Brasil, independentemente do vencedor.

No ponto em que a radicalização está hoje, dá para recompor as relações políticas entre petistas e oposição?

Todos nós que somos responsáveis temos que trabalhar nesta direção. Mas as últimas ações do presidente não contribuem e vão na direção inversa, a do acirramento. As últimas declarações dele foram imprudentes e equivocadas e não contribuem para o que é essencial: uma sucessão serena e tranquila, qualquer que seja o futuro presidente. Infelizmente, Lula não tem contribuído de forma positiva para sua própria transição.

Abertas as urnas, o senhor avalia que o presidente terá de fazer um gesto pela pacificação?

Acho que o presidente Lula acabará fazendo um mea-culpa, vai compreender que cometeu excessos nesta campanha e que sua figura representa muito mais que apenas um cabo eleitoral. Ele próprio fará um gesto para preservar sua imagem que é um patrimônio importante diante de tantos brasileiros que não votaram nele, mas que o respeitam, como eu próprio. Todos nós, independentemente do resultado eleitoral, temos que trabalhar para que a transição seja absolutamente serena e pacífica porque os governos passam e a democracia deve ser permanente".

Suas observações são uma queixa ou o senhor faz um alerta ao País?

Acho que é mais um alerta e uma certa decepção de quem sempre reconheceu valores no presidente. Eu continuo reconhecendo, mas acho que ele ultrapassou os limites daquilo que seria adequado a um chefe de Estado. Entre a chefia de Estado e a chefia de um grupo político, Lula opta claramente pela segunda e não é algo que contribua. Com estas ações, ele presta um desserviço àquilo que ele próprio ajudou a construir, que foi a democracia no Brasil.

Oposição e até aliados do presidente sempre disseram que Lula é fundamental para impor limites aos grupos mais radicais do PT. Agora, como fica?

Quando Lula eleva muito o tom, ele incita os setores mais radicais do partido. O que fica é que seus liderados se acharam no direito de agir de forma ainda "mais irresponsável" e isto certamente é preocupante. O presidente deixa uma mancha em sua trajetória ao final de seu governo.

Isso muda o comportamento do PSDB na reta final da campanha?

A estratégia não muda, mas é o momento de deixar um alerta. Há preocupação. Não se sabe como os liderados do presidente Lula recebem esta sinalização do presidente. Vamos ficar na expectativa de que agressões não ocorram. De nossa parte vamos enfrentar isto sempre com muita tranquilidade e serenidade. A orientação do partido à militância tucana é para que não aceitem qualquer tipo de provocação nesta última semana de campanha.

A PF QUER SABER QUEM ENCOMENDOU AO JORNALECÃO DE ALUGUEL, O ESTADO DE MINAS, O DOSSIÊ CONTRA JOSÉ SERRA

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DICA DO LÍNGUA

Lambido do Hoje em Dia

Amaury vai prestar novo depoimento na segunda-feira

Jornalista apontado como responsável por dossiê será ouvido novamente pela Polícia Federal na segunda-feira


O jornalista Amaury Ribeiro Júnior, apontado pela Polícia Federal (PF) como responsável por encomendar a violação dos sigilos fiscais de pessoas ligadas ao PSDB e ao presidenciável tucano José Serra, vai prestar novo depoimento, segunda-feira, em Brasília. A informação é do advogado Adriano Bretas, que assumiu a defesa do jornalista.

No último depoimento, Amaury Ribeiro Júnior confirmou que iniciou as investigações em 2008, a partir de informações de que um “grupo clandestino de inteligência” estaria seguindo o então governador Aécio Neves (PSDB). A PF quer saber agora quem encomendou os documentos ao jornalista e quem pagou pelo serviço.

Para realizar as investigações, visando também pessoas ligadas a Serra, Amaury Ribeiro Júnior fez “várias viagens” em 2008 e 2009, principalmente para São Paulo e Brasília. O jornalista sustentou no depoimento que “as despesas de viagem e de obtenção dos documentos foram custeadas pelo órgão de imprensa no qual trabalha, ou seja, o Estado de Minas”.

Ele também informou à PF que “se afastou formalmente do ‘Estado de Minas’ no dia 16 de outubro de 2009”, tendo gozado antes disto férias de 30 dias. O jornalista disse que, ao sair da empresa, fez um relatório “de todo o material colhido ao longo de sua investigação”, tendo deixado uma cópia com a empresa e ficado com uma outra, em seu notebook, para publicação de um livro.

A direção do ‘Estado de Minas’ negou, em nota, que tenha pago viagens de Amaury. Conforme o jornal, ele trabalhou como repórter de 25 de setembro de 2006 a 15 de outubro de 2009. No dia 25 de setembro de 2009, entrou em férias até 14 de outubro. No dia seguinte, teria pedido demissão. O jornal garante que nenhuma viagem do jornalista no período de férias foi custeada pela empresa, que não faz menção ao relatório feito por Amaury Júnior.

De acordo com a investigação da PF, ele encomendou cópias de declarações de Imposto de Renda ao despachante Dirceu Garcia, em setembro de 2009. Adeilda Ferreira, da agência da Receita na cidade de Mauá (SP), foi contatada por intermediários e levantou os dados no dia 8 de outubro de 2009. Amaury Júnior viajou a São Paulo em busca dos dados e pagou R$ 12 mil a Garcia, de acordo com depoimento do despachante.

Já trabalhando para o ‘Estado de Minas’, Amaury Júnior passou a levantar informações contra Serra porque havia indícios de que um grupo de arapongas ligado ao ex-governador paulista e sob comando do deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-RJ) estaria investigando Aécio, na época cotado para ser o candidato tucano à Presidência.

A partir de suas investigações, Amaury Júnior passou a obter documentos em cartório, juntas comerciais, órgãos de Justiça no Brasil e nos Estados Unidos. O repórter recolheu procurações e outros documentos sobre a existência de empresas sediadas em paraísos fiscais (offshore), em nome da filha de Serra, Verônica Allede Serra, e de seu marido, Alexandre Bourgeois. O jornalista apurou também que essas empresas funcionavam no mesmo escritório nas Ilhas Virgens operado por Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-diretor da Área Externa do Banco do Brasil no Governo Fernando Henrique Cardoso, responsável pela montagem dos consórcios que participaram dos processos de privatização.

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Anastasia vê absurdo na associação com Aécio

IPATINGA – O governador reeleito de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), classificou como um “absurdo” tentar ligar o ex-governador Aécio Neves (PSDB) ao dossiê contra o candidato tucano à Presidência, José Serra (PSDB).

Anastasia disse que o ex-governador já se pronunciou sobre a questão, rechaçando qualquer envolvimento com o dossiê. “Já houve uma nota do senador Aécio Neves, demonstrando o absurdo dessa afirmação”.

O governador eleito percorre o interior para reforçar a campanha de Serra. O tucano ressaltou que o candidato a presidente do PSDB ainda pode superar a adversária, a candidata a presidente do PT, Dilma Rousseff.
Conforme pesquisa divulgada pelo Datafolha, a petista está com 12 pontos de vantagem sobre o rival tucano.

Antonio Anastasia aproveitou para reiterar compromissos de campanha e informou que, por exemplo, definirá, no início do próximo ano, o local de construção do Centro de Internação de Adolescentes (CIA) no Vale do Aço. “Os compromissos estão todos afirmados. No caso da questão da internação dos adolescentes infratores, despachei esta semana o pedido para debatermos o assunto; devemos ter a definição do terreno e instalação no início do próximo ano”, relatou.

O governador reeleito lembrou que irá aguardar o fim das eleições presidenciais para definir a sua equipe de Governo.Os partidos aliados, que não tiveram alguns caciques eleitos, pleiteiam um espaço na próxima gestão do tucano.

Temos que esperar o término das eleições presidenciais para definirmos como será o espaço político e, depois, conversarmos com os partidos que nos apoiaram”, disse o governador Antonio Anastasia.

O tucano reafirmou o compromisso de duplicar a BR-381. “Esperamos, com a vitória dele (Serra), que haja a duplicação da rodovia. A nossa bancada federal, os dois senadores eleitos mais o senador Eliseu Resende e os deputados federais vão cobrar de forma veemente, rigorosa e firme junto do Governo federal para que haja a duplicação do trecho Belo Horizonte a Valadares”, afirmou ele.

"NãO sE LArgA uM Líder feRIdO na EsTRADa a tROcO dE nAdA. NãO coMetAm esse ERRo"

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No Piauí, Aécio diz que não conhece o jornalista Amaury Júnior

Do Terra - Yala Sena - Direto de Teresina

O ex-governador Aécio Neves, ao desembarcar em Teresina na tarde desta sexta-feira (22), classificou como inverdades as afirmações de a investigação do jornalista Amaury Riberio Júnior teria o objetivo de lhe proteger. "Não conheço esse jornalista. Eu nunca o vi na minha vida".

Aécio criticou a Polícia Federal por vazar as informações sobre esse suposto dôssie com dados sigilosos dos familiares do candidato à presidência José Serra (PSDB). "Isto não existe no depoimento (sobre o dôssie ter protegido Aécio). Esta frase jamais existiu, foi uma declaração do delegado da Polícia Federal que, de forma incorreta, vazou parcialmente um depoimento", afirmou.

"A Polícia Federal, uma instituição séria, está sendo uitlizada em um jogo político. Nunca houve isso, é um factóide. O PT é que sabe forjar, criar dossiê e quer fazer quebra de sigilo, como ocorreu no caso do caseiro (Francenildo dos Santos Costa). Isto está no DNA do PT e não do PSDB", disse Aécio.

O senador eleito por Minas Gerais visitou o shopping de camelôs em Teresina. Fez também uma caminhada no centro da cidade e finalizou com um ato na Praça Rio Branco, uma das mais movimentadas da capital.

NO SILÊNCIO SERVIL DA IMPRENSA CORRUPTA DE MINAS GERAIS, O JORNAL DO BISPO É O ÚNICO A DAR O AR DA GRAÇA. ALELUIA SENHOR!

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PF descobre que Estado de Minas pagou passagens do jornalista do dossiê

Jornal arcou com despesas até julho de 2009, e as demais foram quitadas pelo funcionário Marcelo Augusto de Oliveira

Lambido do Hoje em Dia com grifos do Língua

O Jornal Estado de Minas pagou as passagens aéreas do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que encomendou a violação dos sigilos fiscais dos tucanos. Em depoimento à Polícia Federal, Amaury afirmou que deixou oficialmente o jornal em 16 de outubro, tendo gozado férias de 30 dias antes disso. A quebra dos sigilos fiscais dos tucanos ocorreu entre 29 de setembro e 8 de outubro. As passagens foram faturadas pela agência de viagens Primus, que presta serviços ao jornal.

De acordo com o inquérito da Polícia Federal, uma declaração da agência de turismo confirma que o Estado de Minas só pagou, em nome da empresa, viagens para Amaury até julho do ano passado. A partir de setembro, os bilhetes, inclusive os adquiridos no período da quebra do sigilo fiscal, foram faturados em nome de Marcelo Augusto de Oliveira, funcionário do jornal até hoje. Dezoito passagens emitidas em favor de Amaury, a última delas datada de 22 de dezembro de 2009, foram pagas em dinheiro ou faturada em nome do funcionário.

A direção do jornal negou, em nota divulgada nesta quinta-feira (21), que tenha pago viagens de Amaury durante as férias. "Amaury Ribeiro Júnior trabalhou como repórter do Estado de Minas de 25 de setembro de 2006 a 15 de outubro de 2009. No dia 25 de setembro de 2009, o jornalista entrou em férias e as gozou até o dia 14 de outubro do mesmo ano. No dia 15 de outubro, o repórter pediu demissão. Nenhuma viagem do jornalista no período em questão foi custeada pelo jornal", diz a nota.

Em depoimento à PF, o despachante paulista Dirceu Garcia admitiu que recebeu R$ 12 mil em dinheiro de Amaury para comprar as declarações de renda das pessoas próximas a Serra. Por sua vez, o jornalista confirmou que conhecia o despachante e que encomendou buscas em juntas comerciais, mas negou a compra de documentos sigilosos e desconversou sobre a forma de pagamento. Ele afirmou que levantou informações do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, e de outros tucanos e familiares de Serra, entre eles a filha Verônica, como parte de uma investigação de “mais de dez anos”, que foi concluída antes de ele pedir demissão do jornal “Estado de Minas”, em 15 de outubro de 2009.

A PF informou que Amaury Ribeiro Jr. disse que estava levantando as informações contra José Serra porque havia indícios de que um grupo de arapongagem ligado ao ex-governador de São Paulo estaria investigando Aécio Neves, à época cotado para ser o candidato tucano à Presidência. No entanto, no depoimento prestado à PF em 15 de outubro, Amaury diz que existe um grupo de inteligência tucano, comandado pelo deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-SP), mas não cita o nome nem faz menção ao ex-governador de Minas Gerais. Afirma que ouviu relatos de que o grupo tucano “estaria adiantado” em relação aos petistas e que, por isso, seria importante que a campanha de Dilma também tivesse seu próprio núcleo de inteligência.

NA CARTA DESTA SEMANA, LEANDRO FORTES DESCASCA O FACTÓIDE DA QUEBRA DE SIGILO DE TUCANOS

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A mídia rebola para esconder o fato: a quebra do sigilo da turma de Serra é fruto de uma guerra tucana - Clique aqui para ler.

"NÃO MEXA COM MINAS, QUE MINAS REAGE"

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Lambido do Jornal Hoje em Dia

O assunto dominante na noite foi o recado a José Serra dado, indiretamente, em discurso pelo diretor do jornal, Álvaro Teixeira da Costa: “Não mexa com Minas, que Minas reage” – referência à possível espionagem de Itagiba contra Aécio Neves.

Clique aqui para ler a reportagem completa.

AÉCIO NEGA SER O MANDANTE DO VAZAMENTO E O JORNALECÃO DE ALUGUEL "O ESTADO DE MINAS" SE ESCONDE

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ATÉ O PIRULITO DA PRAÇA SETE SABE QUE AÉCIO E O JORNALECÃO DE ALUGUEL, O ESTADO DE MINAS, ESTÃO NESTA CAGADA ATÉ O PESCOÇO.


Aécio nega vínculo com jornalista que encomendou dados de tucanos

RODRIGO VIZEU
DE BELO HORIZONTE

O ex-governador e senador eleito Aécio Neves (PSDB-MG) divulgou nota nesta quarta em que disse repudiar "com veemência e indignação" a vinculação de seu nome à origem da quebra de sigilo de pessoas ligadas ao presidenciável José Serra (PSDB).

O nome de Aécio voltou a ser relacionado ao caso após o jornalista Amaury Ribeiro Júnior ter dito à PF que encomendou os dados ilegais.

Segundo a Folha revelou hoje, os dados foram encomendados em outubro de 2009, quando Amaury era funcionário do jornal "Estado de Minas". Na mesma época, Serra e Aécio disputavam a indicação do PSDB à Presidência da República.

Aécio disse não conhecer nem nunca ter tido "qualquer tipo de relação" com Amaury. "Tal prática jamais fez parte da minha história política em 25 anos de vida pública", afirmou o ex-governador mineiro.

A assessoria do tucano se negou a comentar suposta influência de Aécio sobre o jornal "Estado de Minas".

Fontes ligadas ao ex-governador procuraram ontem descolar Aécio de qualquer ingerência sobre o diário.

O argumento é que o jornal "assumiu publicamente" uma linha crítica a Serra, que inclusive teria ficado clara em março em um editorial com ataques ao processo que escolheu Serra candidato.

No início de setembro, Aécio disse à Folha, enquanto fazia campanha ao lado de Serra em Pará de Minas (MG), que considerava "risível" a tese de que tenha envolvimento com a violação.

Em junho, em Montes Claros (MG), também junto com o tucano paulista, Aécio se exaltou ao ser questionado sobre o caso: "Eu exijo respeito, minha trajetória política é conhecida. Nós sabemos onde estão os aloprados, até o endereço tem".

Procurado, o jornal "Estado de Minas" informou que só o diretor de redação, Josemar Gimenez, falaria sobre o assunto. Foi levantada a hipótese de ser divulgada uma nota, o que não ocorreu até o fechamento desta edição.

Gimenez não foi encontrado pela reportagem. Ontem, ele estava em Brasília, onde também dirige a redação do "Correio Braziliense". Ambos os jornais são do grupo Diários Associados.

ATÉ AGORA, NENHUMA PALAVRA - IMPRENSA MINEIRA FAZ SILÊNCIO SEPUCRAL SOBRE ARAPONGAGEM DE AÉCIO NEVES E O JORNALECÃO O ESTADO DE MINAS

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AMEAÇADOS DE EXTINÇÃO, TUCANOS PEDEM MISERICÓRDIA A AÉCIO NEVES

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Aécio é convocado a ajudar na campanha nacional tucana
Reunião hoje, em São Paulo, terá mineiro como protagonista


Lambido do Portal O TEMPO

A cúpula do PSDB convocou o ex-governador Aécio Neves, candidato ao Senado, para participar hoje de uma reunião em São Paulo sobre as definições dos novos rumos da campanha à Presidência e as principais estratégias para eleições estaduais. A queda do candidato tucano ao Planalto, José Serra, nas pesquisas de intenções de voto tornou Minas Gerais e, especialmente, o ex-governador mineiro peças fundamentais para o futuro do partido. A assessoria de Aécio não confirma o encontro, apenas informou que ele visita a capital paulista para gravar uma participação no programa eleitoral de Serra.

Nos bastidores, a informação é que a cúpula tucana vai solicitar a Aécio maior participação na TV ao lado de José Serra, de forma a fortalecer a campanha nacional. Junto ao presidente nacional do partido, o senador Sérgio Guerra, Aécio também deverá discutir outras ações estratégicas para levar a disputa nacional contra a adversária petista, Dilma Rousseff, ao segundo turno. O aumento dos investimentos nas campanhas estaduais também está na pauta de discussão das lideranças tucanas.

O secretário geral do PSDB, deputado mineiro Rodrigo de Castro, admite que a importância de Aécio na campanha cresceu, mas evita colocar o ex-governador como um "salvador da pátria". "Ele é o grande líder do PSDB nessas eleições. É natural, pela sua importância, que ele seja chamado para participar das decisões do partido tanto em nível nacional quanto estadual", afirmou o deputado.

Além do reforço da campanha nacional, a cúpula do PSDB está preocupada com o desempenho regional do partido. Ela avalia que pior do que uma derrota para Dilma seria perder a eleição também em alguns Estados, o que poderia levar a oposição a uma situação complicada até para a eleição de 2014. Assim as viagens de José Serra a Minas e outros Estados também serão intensificadas.

Os pesos de Minas Gerais e de Aécio Neves

"Estamos com uma presença boa nos Estados. A nossa preocupação é fazer nossos governadores e senadores. Minas é estratégica pelo peso político e por Aécio"
Rodrigo de Castro
Secretário do PSDB

"Acendeu a luz amarela do PSDB. O partido tem que trabalhar forte para não perder sua presença em alguns Estados. Uma derrota aqui (Minas) é o que pode acontecer de pior para a oposição"
Carlos Ranulfo
Cientista político

"Em um cenário de vitória tucana em Minas e uma derrota no âmbito nacional, o Aécio, no Senado, se torna uma figura de oposição muito forte do partido em nível nacional"
Paulo Roberto Leal
Cientista político

"Minas é a joia da coroa para o PSDB", afirma especialista

O tucanato se esforça para eleger pelo menos seis governadores no país. Entre os Estados almejados e com chances reais de vitória, estão São Paulo, Paraná e Goiás. No entanto, é Minas que está sob os holofotes. Um derrota no Estado, de acordo com um integrante da legenda, seria "um pesadelo" para o partido.

O candidato à reeleição Antonio Anastasia, atrás do principal adversário ao governo, Hélio Costa (PMDB), nas pesquisas de intenções de voto, é a aposta do partido e a principal arma de Aécio para sair ainda mais fortalecido.

O cientista político da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Paulo Roberto Leal afirma que Minas, além de estratégica nacionalmente, pode definir os rumos da oposição no país.

"Minas é a joia da coroa para o PSDB. Aqui está a principal liderança do partido com capacidade de ser o candidato à sucessão em 2014", disse. (FMM)

NA TETA DE AÉCIO NEVES SÓ MAMA O SEU BOFE, DIGO, POSTE

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Lambido do Portal O TEMPO

Mídia de Aécio ignora Serra
Em "telefonema", candidato ao Senado pede votos só para Anastasia
RICARDO PLOTEK

Mais uma vez, a figura do candidato à Presidência da República pelo PSDB, José Serra, parece não ser lembrado pela campanha dos tucanos no Estado.

José Serra também não é citado em uma mensagem eletrônica gravada pelo ex-governador de Minas Gerais e candidato ao Senado pelo PSDB, Aécio Neves, que está chegando às casas dos mineiros através de uma ligação no telefone fixo.

No último fim de semana, muita gente comentou ter recebido o "telefonema" de Aécio e os mais atentos perceberam que José Serra não tem o nome citado. Na mensagem, o ex-governador pede apoio ao candidato tucano ao governo de Minas, Antonio Anastasia, e ressalta a importância da continuidade do trabalho do PSDB à frente do Palácio da Liberdade nos últimos oito anos, com os dois mandatos de Aécio.

Não é a primeira vez que percebe-se essa indiferença. Recentemente, O TEMPO publicou matéria mostrando que os candidatos Anastasia e Aécio não têm falado de Serra em eventos de campanha por Minas Gerais. Alguns cartazes e panfletos também denotam tal tendência, já que trazem fotos apenas de Aécio, Anastasia e Itamar Franco (PPS), candidato ao Senado pela coligação que apoia o PSDB. O nome de Serra vem somente impresso, o que é obrigado pela legislação eleitoral.

A reportagem entrou em contato com o comitê de campanha de Aécio e Anastasia para saber por que José Serra é ignorado na mensagem gravada pelo ex-governador e como os números dos telefones para o envio foram conseguidos, pois muitos deles não constam em lista e os titulares nunca os forneceram para comitês. Não houve resposta até o fechamento desta edição.

PÓ PARÁ, GOVERNADOR - IBOPE REVELA, EM NÚMEROS, O EMPENHO DE AÉCIO NEVES PARA QUE JOSÉ SERRA POSSA MAMAR NA NOSSA VAQUINHA

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Dilma abre 12 pontos sobre Serra em Minas, diz Ibope

Agência Estado

A candidata petista Dilma Rousseff abriu 12 pontos porcentuais de vantagem sobre o tucano José Serra em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país e Estado considerado por analistas políticos como o principal campo de batalha da campanha presidencial.

Segundo pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, Dilma tem 44% das intenções de voto entre os mineiros, contra 32% para Serra. Em números absolutos, a diferença entre os dois está em cerca de 1,2 milhão de votos, levando-se em conta o tamanho do eleitorado e as taxas históricas de abstenção.

A pesquisa mostra que o apoio do ex-governador Aécio Neves e do candidato à reeleição Antonio Anastasia (ambos do PSDB) ao presidenciável tucano não mobilizou o eleitorado do partido na mesma direção. Entre os entrevistados que declaram voto em Anastasia para o governo, há mais eleitores inclinados a eleger Dilma (48%) que Serra (37%). Esse voto que combina PT e PSDB nos diferentes cargos foi apelidado de "Dilmasia".

Na última semana, o Ibope fez pesquisas em estados do Sudeste, do Norte e do Nordeste - não houve levantamentos no Sul, onde Serra é o favorito. O desempenho em Minas, combinado com a liderança no Rio de Janeiro, onde vence por 46% a 27%, fez com que Dilma empatasse no Sudeste, contrabalançando nesses dois Estados a vantagem do tucano em São Paulo. Segundo o Ibope, ele lidera por 44% a 33% entre os paulistas.

O empate no Sudeste, que vinha se mostrando um reduto serrista, empurrou Dilma para a liderança na pesquisa nacional do Ibope, divulgada na sexta-feira. Ela tem 39% das intenções de voto em todo o País, cinco pontos porcentuais a mais que o adversário do PSDB.

A pesquisa Ibope/Estado/TV Globo foi protocolada no TSE sob o nº 20809. Os registros das pesquisas estaduais são 20792 (MG), 20797 (RJ) e 20791 (SP).

PARA BOM ENTENDEDOR, UM PINGO É LETRA - MEIA PATACA NÃO INTERESSA

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Aécio enfrenta pressão e sepulta chapa puro-sangue com Serra

Ivan Stuf/Isabella Souto - Estado de Minas

Aécio participou de uma reunião com Anastasia e Itamar, que também  pode se candidatar ao Senado pelo PPS - (Marcelo Sant'Anna/D.A Press)
Aécio participou de uma reunião com Anastasia e Itamar, que também
pode se candidatar ao Senado pelo PPS

Aécio Neves (PSDB) colocou um ponto final nas especulações para se tornar vice na chapa de José Serra à Presidência da República. Nesta quinta-feira, ao lado de Antonio Anastasia (PSDB) e Itamar Franco (PPS), no Palácio das Mangabeiras, em Belo Horizonte, o ex-governador confirmou que vai disputar uma vaga no Senado.

“A minha decisão não pode ser tomada a partir de opiniões pessoais, até mesmo de boas intenções de alguns companheiros. Elas são até legítimas, mas a minha decisão tem que ser tomada a partir de uma análise muito profunda que eu faço do cenário político”, disse Aécio.

Segundo ele, ficar em Minas é a melhor maneira de ajudar a candidatura de Serra à Presidência e Anastasia ao Palácio da Liberdade. Aécio Neves também fez questão de ressaltar que vai se empenhar na campanha nacional e prometeu viajar pelo país ao lado de Serra.

Em relação à hipótese de Itamar Franco representar Minas na chapa presidencial como candidato a vice, Aécio disse que a escolha cabe a Serra, mas que o ex-presidente tem todas as credenciais para isso.

"Sempre que se falar de Itamar Franco estará se falando de ética, de dignidade. Um homem em condições de ser candidato ao que quer que seja, à Presidência, à vice-presidência da República", disse o tucano. "O que posso garantir é que o palanque em que estiver o presidente Itamar Franco será o meu palanque." Já Itamar foi categórico ao dizer que nunca foi cogitado como vice.

Sobre as pequisas eleitorais que colocam Hélio Costa (PMDB) como favorito na disputa pelo governo mineiro, Aécio preferiu não se pronunciar.

Animação

O ex-governador disse que retorna ao Brasil extremamente animado com os cenários nacional e estadual. Prometeu empenho na campanha e afirmou que estará ao lado de Serra, se colocando à disposição para viajar pelo Brasil com o pré-candidato. Ele reiterou que considera que a campanha, de fato, terá início após a Copa do Mundo.

Para o ex-governador, sua confiança na eleição de Serra e Anastasia se baseia no fato de ambos serem as melhores alternativas. Aécio afirmou também que a campanha de Serra não deve ignorar os avanços do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas também não deve deixar de apontar "os equívocos" da gestão petista.

'Campanha de beija-flor'

Coube a Itamar falar claramente da opção de Aécio pela sucessão estadual. Segundo o ex-presidente, se fosse candidato a vice, Aécio faria uma "campanha de beija-flor." "Viria aqui (no Estado) de vez em quando, e bicava aqui e bicava lá. Nós precisamos vencer (em Minas)", afirmou. "É fundamental e nós acreditamos nisso piamente, a vitória do governador Anastasia."

Apoio a Serra

Perguntado se aceitava a contragosto a posição do PPS de apoiar Serra, Itamar limitou-se a dizer que o mais importante é ajudar a eleger o governo de Minas. "Há tanta determinação que a gente cumpri", esquivou-se. O ex-presidente não deixou de criticar a forma como Serra vem atuando, não atacando diretamente o presidente Lula. "Se o governador Serra não quer falar mal do presidente Lula, fica quieto. Se começa a elogiar muito o presidente Lula o pessoal começa a perguntar, porque vamos mudar. Aprenda como o governador Aécio, deixa o barco correr", enfatizou.

Com Agência Estado

SE CONFIRMADA TAL HIPÓTESE, PARAGUAI, BOLÍVIA E COLÔMBIA PODEM RESPIRAR ALIVIADOS POIS, COM ELE, O BRASIL PÓ DEMAIS

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Lambido do Blog dos Amigos do Presidente Lula

Troca de Serra por Aécio atiça as serpentes do PSDB

Dois gladiadores do PSDB, que se caracterizam por nãoficar em cima do muro, têm conspirado sobre uma ideia que, se revelada, os transformaria em estátuas de sal. A premissa é um cenário eleitoral,a ser confirmado por uma pesquisa interna aguardada para a próxima semana, que ratificaria ou não um quadro de avanço da candidata Marina Silva sobre o eleitorado de José Serra e um descolamento ainda mais acentuado de Dilma Rousseff.

A extrapolação da pesquisa permitiria inferir a vitória

de Dilma já no primeiro turno. A maquiavélica engenharia, que parece interditada antes do seu nascedouro, transformaria a convenção nacional do PSDB, marcadapara 12 de junho, em uma das mais emblemáticas viradas da política partidária nacional. Como sempre no terreno das hipóteses, a convenção seria tratada como uma superprodução e evento definitivo para as aspirações do PSDB.

José Serra retiraria sua candidatura em prol do exgovernador Aécio Neves, repetindo,na prática, a velha ladainha de Lord Keynes de que “se a realidade muda, nós mudamos”. Ou seja: o partido teria de mostrar capacidade de adaptação às grandes mudanças que se verificaram no cenário da corrida eleitoral, no qual a presença do presidente Lula é um fator que precisa ser enfrentado com a geração de novos fatos políticos.

Aécio ingressaria no embate com o cacife da unificação de Minas Gerais, o apoio do PSDB de São Paulo – o único que existe de verdade no país – e a possibilidade de minar a esmagadora preferência por Dilma nos currais eleitorais do PT. Ao contrário do insosso discurso de defesa da austeridade das contas fiscais, entoado por Serra, Aécio traria as bandeiras da redução tributária, do pleno emprego e da união nacional sob a égide do legado de Tancredo Neves.

Símbolos, ideias e empatia, tudo aquilo que o partido dos tucanos não tem. O PSDB carece também de um “P”maiúsculo para uma guinada dessas. Essa feminilidade partidária é que desanima os canhoneiros que continuam carpindo a morte política antecipada de José Serra. Se vontade fosse quesito suficiente, na próxima convenção o sacrifício de Serra seria purificador e ele, então, se elevaria ao panteão dos protagonistas que fizeram a história. A Aécio Neves, as batatas!. Fonte: Relatório Reservado

Publicação atendendo pedidos...Para análise de vocês...

O FATOR MINAS - TRADUÇÃO: ELES AINDA QUEREM MAMAR NA NOSSA VAQUINHA

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Já em desespero com a possibilidade que se desenha de uma flagorosa derrota nas urnas já em 03 de outubro, a mídia DEMOTUCOSERRISTA e seus lacaios amestrados, que outrora insuavam que Aécio era chegado nas tais "substâncias furfurantes", uma espécie de ameaça velada para garantir a vaga do Zé Medonho na chapa tucana e afastar a hipótese das tais prévias tucanas, agora deitam falação nesta presepada chamada "O fator Minas".

Apesar de tudo que penso e digo sobre a fraude que é Aécio Neves, posso garantir:
IDIOTA ele não é!

O fator Minas

De Merval Pereira:

Minas Gerais mais uma vez está no centro da disputa política, e o que acontecer lá será fundamental para a eleição presidencial. O ex-governador Aécio Neves está chegando de Londres hoje e traz com ele muitas dúvidas e uma pequena chance de mudar de ideia para ser vice na chapa tucana. Do lado governista, indícios tênues de que a coalizão entre PT e PMDB pode não estar tão tranquila quanto aparenta. Esta lenga-lenga continua aqui.

SER OU NÃO SER, EIS A QUESTÃO

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