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O DOSSIÊ ITAGIBA E AS "ATIVIDADES SOCIAIS" DO FARAÓCIO

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Lambido do Novo Jornal

Expulso, Aécio perderá seu mandato de senador?
Comprovado através de investigações conduzidas pela PF ser Aécio o mandante do Dossiê Serra, partido quer julgá-lo

O desdobramento da investigação do “Dossiê Serra” deverá trazer para o ex-governador e senador eleito por Minas Gerais, Aécio Neves, diversas complicações.

A principal delas será, sem dúvida, a possível perda de seu mandato se expulso de seu partido. Os Tribunais Federais já têm entendimento pacífico que o mandato pertence ao partido e não ao candidato.

Desta forma, após expulsão, será inevitável a perda de seu mandato.

Senador com mais de três mandatos informa que a situação de Aécio não será boa dentro do Senado. Concluindo: “Seu comportamento pouco ortodoxo na política e na vida social não será aceito nesta casa”.

Novojornal apurou ainda que o relatório apontado como “Dossiê Itagiba”, já nas mãos de diversos senadores e autoridades federais, não tem nada de Dossiê, trata-se de uma investigação desenvolvida pela Polícia Federal brasileira junto com a Interpol, que acompanhou as atividades do então governador de Minas, Aécio Neves em grandes capitais internacionais a exemplo do Rio de Janeiro, Nova York, Aspen, Amsterdam, Dubai, Londres e Paris. Locais onde Aécio procurou nos últimos anos para desenvolver com liberdade suas atividades “sociais”.

As investigações que, a início, visavam apenas acompanhar a movimentação financeira do presidente da Codemig, Oswaldo Borges da Costa, acabaram envolvendo Aécio, devido a depósitos e ao pagamento de suas despesas por Oswaldo com contas mantidas no exterior.

As investigações já se encontram nas mãos da Procuradoria da República, que se recusa a comentá-las.

DOSSIÊ TUCANO - PF QUER OUVIR OS MANDANTES

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Lambido do Novo Jornal

PF quer ouvir Aécio Neves

Após ouvir os autores dos crimes praticados na confecção do Dossiê Serra, Polícia Federal agora quer ouvir os mandantes

Fontes da Polícia Federal informam que já concluíram a primeira fase do inquérito que apura os crimes praticados na confecção do Dossiê Serra ao ouvirem o diretor do jornal “Estado de Minas”, Josemar Gimenez.

Agora, no menor prazo possível pretendem ouvir os possíveis mandantes e concluir o inquérito. Tudo porque um dos possíveis mandantes, o ex-governador de Minas e senador eleito Aécio Neves, deverá ser diplomado no término da primeira quinzena de dezembro.

A partir desta data, a Polícia Federal, por dispositivo constitucional, só poderá investigar Aécio Neves após aprovação do Supremo Tribunal Federal. O que torna a investigação mais difícil.

A mesma fonte informa que já existem provas suficientes para o indiciamento dos mandantes do crime.

15 MINUTOS DE FAMA - TAL COMO MARCOS VALÉRIO, "O GRANDE JORNAL DOS MINEIROS" CONSEGUE ENFIM O SEU LUGARZINHO AO SOL, TAMBÉM NAS PÁGINAS POLICIAIS

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Diretor de jornal mineiro será convocado a depor na Polícia Federal
MARCELA ROCHA, Portal Terra

A Polícia Federal vai convocar o diretor de redação do jornal Estado de Minas, Josemar Gimenez, para prestar depoimento sobre o caso de quebras de sigilo fiscal de tucanos e familiares do presidenciável José Serra (PSDB). Os investigadores querem saber se o jornalista já indiciado no caso, Amaury Ribeiro Jr., encomendava documentos sigilosos - protegidos por lei - em nome do jornal para qual trabalhava. Segundo a PF, o depoimento ainda não tem data marcada para acontecer.

Conforme as investigações comandadas pelo delegado Hugo Uruguai, o jornalista encomendou declarações de renda de Eduardo Jorge, vice-presidente do PSDB, da filha e do genro de Serra.

Jornalista do Estado de Minas, Amaury estava formalmente em férias quando foi a São Paulo buscar as declarações de renda - entre 29 de setembro e 8 de outubro do ano passado. À época, Serra e o então governador, Aécio Neves (PSDB-MG), disputavam internamente quem seria o presidenciável do partido. Os petistas, portanto, levantaram suspeitas de que o mineiro teria encomendado as investigações contra Serra.

Segundo Amaury, suas pesquisas começaram após ser informado sobre um grupo - ligado ao deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-RJ) - que estaria investigando Aécio.

Amaury foi indiciado, ainda na segunda, por quatro crimes no inquérito da violação do sigilo fiscal de lideranças tucanas e familiares de Serra. De acordo com o parecer da PF, o jornalista cometeu os crimes de violação de sigilo fiscal, corrupção ativa, uso de documento falso e oferecimento de vantagem a testemunha.

"ARISCO", ITAGIBA NEGA QUE SEJA O ARAPONGA DO ZÉ BAND-AID

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Lambido do Hoje em Dia

Itagiba rebate acusações de jornalista sobre espionagem


Amaury apontou deputado federal como responsável pela "obtenção de informações" sobre Aécio para beneficiar Serra

O deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-RJ) voltou a rebater com rispidez as afirmações do jornalista Amaury Ribeiro Jr. sobre seu envolvimento em um suposto esquema de espionagem contra o então governador mineiro, Aécio Neves (PSDB) - eleito senador no último dia 3 de outubro. Itagiba foi apontado por Amaury, em depoimento no dia 15, como responsável pela "obtenção de informações" sobre Aécio para beneficiar o atual candidato tucano à Presidência, José Serra.

"No fundo, ele (Amaury) é um covarde, porque não faz acusação nenhuma. Ele joga para lá e para cá - diz que alguém disse ou alguém falou", afirmou o deputado. "Essa é a atitude típica de covarde, da pessoa que não tem nenhum instrumento que confirme as suas declarações."

Itagiba - que é deputado federal, foi chefe de inteligência de José Serra no Ministério da Saúde e não conseguiu se reeleger nas eleições deste ano - negou envolvimento em atos de espionagem e acusou o PT pela elaboração de dossiês contra tucanos.

"Como delegado da Polícia Federal, eu sempre presidi inquéritos contra corruptos dessa laia, incrustados dentro do Partido dos Trabalhadores. A prática de dossiês é uma pratica estabelecida, criada e confirmada como uma prática do PT", disse

UMA SEMANA QUE PROMETE

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VEJA, INDISPENSÁVEL PARA O JORNAL NACIONAL

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SOB A COORDENAÇÃO DO ITAGIBA, AÉCIO FOI INVESTIGADO NOS "MÍNIMOS" DETALHES

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‘Grupo seguia Aécio Neves’

À PF, Amaury relata que resolveu investigar Serra após saber que um grupo ligado a ele espionava Aécio Neves: “Em dezembro de 2007, tendo tomado ciência de que um grupo clandestino de inteligência estaria seguindo o então governador do estado, Aécio Neves, (Amaury) decidiu investigar quem eram os integrantes do tal grupo e a motivação de seus trabalhos”.

Mais tarde, ele descobriu quem eram os integrantes do grupo clandestino. Diz o depoimento: “Obteve informação de que se tratava de grupo que trabalhava para José Serra, sob o comando do deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-RJ)”.

ELE SABE TUDO - O "ESPECIALISTA" EM AÉCIO NEVES

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Conta prá nós Itagiba, conta, conta tudinho!

O FARSANTE DAS GERAIS - ACUADO POR DENÚNCIA DE MANDO DE ARAPONGAGEM, AÉCIO TIRA A MÁSCARA E ATACA LULA

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Aécio troca discurso pós-Lula por postura anti-Lula
Senador eleito por MG diz que 'por suas últimas atitudes, o presidente terminará seu governo menor do que iniciou'

Christiane Samarco - O Estado de S. Paulo

A radicalização da campanha eleitoral levou o ex-governador e senador eleito Aécio Neves (PSDB-MG) a se mover do discurso do pós-Lula para uma postura anti-Lula. Depois de passar oito anos provocando incômodos no PSDB por conta da boa relação pessoal com o Planalto, Aécio afirma agora que "por suas últimas atitudes, o presidente terminará seu governo menor do que iniciou", e mais: Sugere que Lula faça um "mea-culpa" depois da eleição, reconhecendo os "excessos" para assegurar uma transição "serena e pacífica", independentemente de quem seja o vencedor.

Em entrevista ao Estado, o senador mineiro confessa estar "decepcionado" com o chefe da Nação que "se despe da função presidencial e vira cabo eleitoral" para atacar o candidato da oposição. Mais do que uma queixa, ele diz que sua intenção é fazer um alerta em defesa da democracia e da paz na política. "Entre a chefia de Estado e a chefia de um grupo político, Lula opta claramente pela segunda e presta um desserviço àquilo que ele próprio ajudou a construir, que foi a democracia no Brasil", afirma. A seguir, a entrevista.

Como o senhor avalia o comportamento do presidente Lula nesta reta final da campanha?

É triste o figurino que o presidente resolveu vestir ao final desta campanha, com atitudes absolutamente impróprias e esquecendo que é o presidente de todos os brasileiros. Ele optou, como diz o Serra, por ser o presidente de uma facção. É triste e preocupante ver como as instituições de Estado se colocaram a serviço de um mundo político. A própria Polícia Federal, neste papel absurdo e ridículo que fez nestes últimos dias, criando versões que possam atender aos interesses do PT. A democracia que foi conquistada por tantos brasileiros não merecia, no momento de sua consolidação e amadurecimento, assistir a cenas como estas que não engrandecem o País. É desolador ver a forma como o presidente está terminando esta campanha.

.O senhor acha que o presidente está trocando a faixa presidencial pela camisa de militante partidário?

Sempre tive uma boa relação pessoal com o Lula que sempre busquei preservar. Eu reconheço os avanços que houve no governo dele mas, por estas últimas atitudes, o presidente Lula, passadas estas eleições, termina seu governo menor do que iniciou.

Isto compromete de alguma forma a relação entre governo e oposição na próxima administração, qualquer que seja o resultado da eleição?

O que me preocupa é que esta postura de dirigentes do PT e do próprio Lula, independentemente do resultado eleitoral, crie no País um clima de muito maior acirramento e radicalização, no período pós-eleitoral, do que seria adequado e se esperava.

No cenário atual, a transição para o próximo governo corre risco?

Não acredito que corra risco, mas buscar vencer o adversário é uma coisa, e tentar dizimá-lo, é outra. Quando não há palavra de equilíbrio e ponderação das maiores autoridades do País, recomendando cautela e prudência e esses exemplos não vêm de cima, é claro que o pós-eleição pode ser mais radicalizado do que seria bom para o Brasil, independentemente do vencedor.

No ponto em que a radicalização está hoje, dá para recompor as relações políticas entre petistas e oposição?

Todos nós que somos responsáveis temos que trabalhar nesta direção. Mas as últimas ações do presidente não contribuem e vão na direção inversa, a do acirramento. As últimas declarações dele foram imprudentes e equivocadas e não contribuem para o que é essencial: uma sucessão serena e tranquila, qualquer que seja o futuro presidente. Infelizmente, Lula não tem contribuído de forma positiva para sua própria transição.

Abertas as urnas, o senhor avalia que o presidente terá de fazer um gesto pela pacificação?

Acho que o presidente Lula acabará fazendo um mea-culpa, vai compreender que cometeu excessos nesta campanha e que sua figura representa muito mais que apenas um cabo eleitoral. Ele próprio fará um gesto para preservar sua imagem que é um patrimônio importante diante de tantos brasileiros que não votaram nele, mas que o respeitam, como eu próprio. Todos nós, independentemente do resultado eleitoral, temos que trabalhar para que a transição seja absolutamente serena e pacífica porque os governos passam e a democracia deve ser permanente".

Suas observações são uma queixa ou o senhor faz um alerta ao País?

Acho que é mais um alerta e uma certa decepção de quem sempre reconheceu valores no presidente. Eu continuo reconhecendo, mas acho que ele ultrapassou os limites daquilo que seria adequado a um chefe de Estado. Entre a chefia de Estado e a chefia de um grupo político, Lula opta claramente pela segunda e não é algo que contribua. Com estas ações, ele presta um desserviço àquilo que ele próprio ajudou a construir, que foi a democracia no Brasil.

Oposição e até aliados do presidente sempre disseram que Lula é fundamental para impor limites aos grupos mais radicais do PT. Agora, como fica?

Quando Lula eleva muito o tom, ele incita os setores mais radicais do partido. O que fica é que seus liderados se acharam no direito de agir de forma ainda "mais irresponsável" e isto certamente é preocupante. O presidente deixa uma mancha em sua trajetória ao final de seu governo.

Isso muda o comportamento do PSDB na reta final da campanha?

A estratégia não muda, mas é o momento de deixar um alerta. Há preocupação. Não se sabe como os liderados do presidente Lula recebem esta sinalização do presidente. Vamos ficar na expectativa de que agressões não ocorram. De nossa parte vamos enfrentar isto sempre com muita tranquilidade e serenidade. A orientação do partido à militância tucana é para que não aceitem qualquer tipo de provocação nesta última semana de campanha.

A PF QUER SABER QUEM ENCOMENDOU AO JORNALECÃO DE ALUGUEL, O ESTADO DE MINAS, O DOSSIÊ CONTRA JOSÉ SERRA

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DICA DO LÍNGUA

Lambido do Hoje em Dia

Amaury vai prestar novo depoimento na segunda-feira

Jornalista apontado como responsável por dossiê será ouvido novamente pela Polícia Federal na segunda-feira


O jornalista Amaury Ribeiro Júnior, apontado pela Polícia Federal (PF) como responsável por encomendar a violação dos sigilos fiscais de pessoas ligadas ao PSDB e ao presidenciável tucano José Serra, vai prestar novo depoimento, segunda-feira, em Brasília. A informação é do advogado Adriano Bretas, que assumiu a defesa do jornalista.

No último depoimento, Amaury Ribeiro Júnior confirmou que iniciou as investigações em 2008, a partir de informações de que um “grupo clandestino de inteligência” estaria seguindo o então governador Aécio Neves (PSDB). A PF quer saber agora quem encomendou os documentos ao jornalista e quem pagou pelo serviço.

Para realizar as investigações, visando também pessoas ligadas a Serra, Amaury Ribeiro Júnior fez “várias viagens” em 2008 e 2009, principalmente para São Paulo e Brasília. O jornalista sustentou no depoimento que “as despesas de viagem e de obtenção dos documentos foram custeadas pelo órgão de imprensa no qual trabalha, ou seja, o Estado de Minas”.

Ele também informou à PF que “se afastou formalmente do ‘Estado de Minas’ no dia 16 de outubro de 2009”, tendo gozado antes disto férias de 30 dias. O jornalista disse que, ao sair da empresa, fez um relatório “de todo o material colhido ao longo de sua investigação”, tendo deixado uma cópia com a empresa e ficado com uma outra, em seu notebook, para publicação de um livro.

A direção do ‘Estado de Minas’ negou, em nota, que tenha pago viagens de Amaury. Conforme o jornal, ele trabalhou como repórter de 25 de setembro de 2006 a 15 de outubro de 2009. No dia 25 de setembro de 2009, entrou em férias até 14 de outubro. No dia seguinte, teria pedido demissão. O jornal garante que nenhuma viagem do jornalista no período de férias foi custeada pela empresa, que não faz menção ao relatório feito por Amaury Júnior.

De acordo com a investigação da PF, ele encomendou cópias de declarações de Imposto de Renda ao despachante Dirceu Garcia, em setembro de 2009. Adeilda Ferreira, da agência da Receita na cidade de Mauá (SP), foi contatada por intermediários e levantou os dados no dia 8 de outubro de 2009. Amaury Júnior viajou a São Paulo em busca dos dados e pagou R$ 12 mil a Garcia, de acordo com depoimento do despachante.

Já trabalhando para o ‘Estado de Minas’, Amaury Júnior passou a levantar informações contra Serra porque havia indícios de que um grupo de arapongas ligado ao ex-governador paulista e sob comando do deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-RJ) estaria investigando Aécio, na época cotado para ser o candidato tucano à Presidência.

A partir de suas investigações, Amaury Júnior passou a obter documentos em cartório, juntas comerciais, órgãos de Justiça no Brasil e nos Estados Unidos. O repórter recolheu procurações e outros documentos sobre a existência de empresas sediadas em paraísos fiscais (offshore), em nome da filha de Serra, Verônica Allede Serra, e de seu marido, Alexandre Bourgeois. O jornalista apurou também que essas empresas funcionavam no mesmo escritório nas Ilhas Virgens operado por Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-diretor da Área Externa do Banco do Brasil no Governo Fernando Henrique Cardoso, responsável pela montagem dos consórcios que participaram dos processos de privatização.

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Anastasia vê absurdo na associação com Aécio

IPATINGA – O governador reeleito de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), classificou como um “absurdo” tentar ligar o ex-governador Aécio Neves (PSDB) ao dossiê contra o candidato tucano à Presidência, José Serra (PSDB).

Anastasia disse que o ex-governador já se pronunciou sobre a questão, rechaçando qualquer envolvimento com o dossiê. “Já houve uma nota do senador Aécio Neves, demonstrando o absurdo dessa afirmação”.

O governador eleito percorre o interior para reforçar a campanha de Serra. O tucano ressaltou que o candidato a presidente do PSDB ainda pode superar a adversária, a candidata a presidente do PT, Dilma Rousseff.
Conforme pesquisa divulgada pelo Datafolha, a petista está com 12 pontos de vantagem sobre o rival tucano.

Antonio Anastasia aproveitou para reiterar compromissos de campanha e informou que, por exemplo, definirá, no início do próximo ano, o local de construção do Centro de Internação de Adolescentes (CIA) no Vale do Aço. “Os compromissos estão todos afirmados. No caso da questão da internação dos adolescentes infratores, despachei esta semana o pedido para debatermos o assunto; devemos ter a definição do terreno e instalação no início do próximo ano”, relatou.

O governador reeleito lembrou que irá aguardar o fim das eleições presidenciais para definir a sua equipe de Governo.Os partidos aliados, que não tiveram alguns caciques eleitos, pleiteiam um espaço na próxima gestão do tucano.

Temos que esperar o término das eleições presidenciais para definirmos como será o espaço político e, depois, conversarmos com os partidos que nos apoiaram”, disse o governador Antonio Anastasia.

O tucano reafirmou o compromisso de duplicar a BR-381. “Esperamos, com a vitória dele (Serra), que haja a duplicação da rodovia. A nossa bancada federal, os dois senadores eleitos mais o senador Eliseu Resende e os deputados federais vão cobrar de forma veemente, rigorosa e firme junto do Governo federal para que haja a duplicação do trecho Belo Horizonte a Valadares”, afirmou ele.

"NãO sE LArgA uM Líder feRIdO na EsTRADa a tROcO dE nAdA. NãO coMetAm esse ERRo"

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No Piauí, Aécio diz que não conhece o jornalista Amaury Júnior

Do Terra - Yala Sena - Direto de Teresina

O ex-governador Aécio Neves, ao desembarcar em Teresina na tarde desta sexta-feira (22), classificou como inverdades as afirmações de a investigação do jornalista Amaury Riberio Júnior teria o objetivo de lhe proteger. "Não conheço esse jornalista. Eu nunca o vi na minha vida".

Aécio criticou a Polícia Federal por vazar as informações sobre esse suposto dôssie com dados sigilosos dos familiares do candidato à presidência José Serra (PSDB). "Isto não existe no depoimento (sobre o dôssie ter protegido Aécio). Esta frase jamais existiu, foi uma declaração do delegado da Polícia Federal que, de forma incorreta, vazou parcialmente um depoimento", afirmou.

"A Polícia Federal, uma instituição séria, está sendo uitlizada em um jogo político. Nunca houve isso, é um factóide. O PT é que sabe forjar, criar dossiê e quer fazer quebra de sigilo, como ocorreu no caso do caseiro (Francenildo dos Santos Costa). Isto está no DNA do PT e não do PSDB", disse Aécio.

O senador eleito por Minas Gerais visitou o shopping de camelôs em Teresina. Fez também uma caminhada no centro da cidade e finalizou com um ato na Praça Rio Branco, uma das mais movimentadas da capital.

NO SILÊNCIO SERVIL DA IMPRENSA CORRUPTA DE MINAS GERAIS, O JORNAL DO BISPO É O ÚNICO A DAR O AR DA GRAÇA. ALELUIA SENHOR!

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PF descobre que Estado de Minas pagou passagens do jornalista do dossiê

Jornal arcou com despesas até julho de 2009, e as demais foram quitadas pelo funcionário Marcelo Augusto de Oliveira

Lambido do Hoje em Dia com grifos do Língua

O Jornal Estado de Minas pagou as passagens aéreas do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que encomendou a violação dos sigilos fiscais dos tucanos. Em depoimento à Polícia Federal, Amaury afirmou que deixou oficialmente o jornal em 16 de outubro, tendo gozado férias de 30 dias antes disso. A quebra dos sigilos fiscais dos tucanos ocorreu entre 29 de setembro e 8 de outubro. As passagens foram faturadas pela agência de viagens Primus, que presta serviços ao jornal.

De acordo com o inquérito da Polícia Federal, uma declaração da agência de turismo confirma que o Estado de Minas só pagou, em nome da empresa, viagens para Amaury até julho do ano passado. A partir de setembro, os bilhetes, inclusive os adquiridos no período da quebra do sigilo fiscal, foram faturados em nome de Marcelo Augusto de Oliveira, funcionário do jornal até hoje. Dezoito passagens emitidas em favor de Amaury, a última delas datada de 22 de dezembro de 2009, foram pagas em dinheiro ou faturada em nome do funcionário.

A direção do jornal negou, em nota divulgada nesta quinta-feira (21), que tenha pago viagens de Amaury durante as férias. "Amaury Ribeiro Júnior trabalhou como repórter do Estado de Minas de 25 de setembro de 2006 a 15 de outubro de 2009. No dia 25 de setembro de 2009, o jornalista entrou em férias e as gozou até o dia 14 de outubro do mesmo ano. No dia 15 de outubro, o repórter pediu demissão. Nenhuma viagem do jornalista no período em questão foi custeada pelo jornal", diz a nota.

Em depoimento à PF, o despachante paulista Dirceu Garcia admitiu que recebeu R$ 12 mil em dinheiro de Amaury para comprar as declarações de renda das pessoas próximas a Serra. Por sua vez, o jornalista confirmou que conhecia o despachante e que encomendou buscas em juntas comerciais, mas negou a compra de documentos sigilosos e desconversou sobre a forma de pagamento. Ele afirmou que levantou informações do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, e de outros tucanos e familiares de Serra, entre eles a filha Verônica, como parte de uma investigação de “mais de dez anos”, que foi concluída antes de ele pedir demissão do jornal “Estado de Minas”, em 15 de outubro de 2009.

A PF informou que Amaury Ribeiro Jr. disse que estava levantando as informações contra José Serra porque havia indícios de que um grupo de arapongagem ligado ao ex-governador de São Paulo estaria investigando Aécio Neves, à época cotado para ser o candidato tucano à Presidência. No entanto, no depoimento prestado à PF em 15 de outubro, Amaury diz que existe um grupo de inteligência tucano, comandado pelo deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-SP), mas não cita o nome nem faz menção ao ex-governador de Minas Gerais. Afirma que ouviu relatos de que o grupo tucano “estaria adiantado” em relação aos petistas e que, por isso, seria importante que a campanha de Dilma também tivesse seu próprio núcleo de inteligência.

NA CARTA DESTA SEMANA, LEANDRO FORTES DESCASCA O FACTÓIDE DA QUEBRA DE SIGILO DE TUCANOS

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A mídia rebola para esconder o fato: a quebra do sigilo da turma de Serra é fruto de uma guerra tucana - Clique aqui para ler.

"NÃO MEXA COM MINAS, QUE MINAS REAGE"

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Lambido do Jornal Hoje em Dia

O assunto dominante na noite foi o recado a José Serra dado, indiretamente, em discurso pelo diretor do jornal, Álvaro Teixeira da Costa: “Não mexa com Minas, que Minas reage” – referência à possível espionagem de Itagiba contra Aécio Neves.

Clique aqui para ler a reportagem completa.

 

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