22 Jul 2010 às 19:11:15
"Quem vem comigo sabe como eu me comporto. É um pouco difícil ficar comparando quem tem quem. Num torneio, a candidata do governo perde(?) no quesito más companhias."
Por: José Serra - Candidato do PSDB à Presidência
"O acerto do Rodrigo era direto com o Arruda"
"O Ministério Público vai pegar"
"O constrangimento é de quem roubou"
Procurador-geral da República prevê que Arruda saia da prisão em 15 dias “Achei ele muito diferente da semana passada para cá, desde quinta, sexta e sábado, achei ele com um aprofundamento do quadro depressivo. Por isso, eu solicitei a avaliação da psiquiatra e estou esperando. Acho que ela vem hoje”, afirmou Caiado após visitar Arruda esta manhã.
O ex-governador está preso desde o dia 11 de fevereiro, acusado de tentar subornar uma testemunha do caso que ficou conhecido como mensalão do DEM.
Síndrome de abstinência
| Conjunto de sinais e sintomas decorrentes da falta de drogas em usuários dependentes. | |
| Caracteriza-se por sensações de mal-estar e diferentes graus de sofrimento mental e físico, particulares para cada tipo de droga. | |
| Manifestação de um desajuste metabólico no organismo provocado pela suspensão do uso de algumas substâncias. | |
| Quadro clínico que revela a falta que determinada substância está fazendo ao metabolismo orgânico. | |
| Algumas síndromes de abstinência podem ser tão graves ao ponto de colocar em risco a vida da pessoa, como é o caso da abstinência do álcool e da heroína. | |
| Ver também dependência, dependência física e dependente |
Tal como um usuário de drogas ou de alcool ou, ainda, um viciado em jogo ou sexo que, de forma aprupta é impedido de "curtir" o seu vício, o cleptogovernador do DF, José Roberto Arruda, outrora baluarte do DEM (o partido mais corrupto do Brasil) apresenta claros e inequívocos sinais do que a medicina define como Síndrome de Abstinência.
Arruda, que dias antes de ter sua prisão ser decretada pelo STJ, gozava de plenas condições de saúde, física e mental, apesar de toda exposição pública a que estava submetido devido à roubalheira que protagonizou no governo do DF. Nada parecia incomodar Arruda que, mesmo diante do abandono de seu partido, de fortes protestos e de toda indignação pública, continuava todo serelepe à frente do governo do DF e, sem quaisquer escrúpulos, protagonizando novos episódios que aumentava a repulsa popular, inclusive aquele que culminou em sua prisão, a tentativa de subornar o Sr. Sombra, feita por escrito. Este, por sua vez, um claro sintoma de burrice.
Pressão arterial elevada, depressão, trombose nas pernas, perda de peso. Estes são alguns dos sintomas relatados por pessoas próximas ao cleptogovernador quando em visita em sua "masmorra", na verdade, um confortável Apart Service nas dependências da PF, pago com o nosso suado dinheirinho.
Aos senhores leitores deste blog, um alerta: Não caiam no papo destes filhos da puta, os sintomas relatados acima são muito comuns quando ricos e figurões entram em cana. Quem não se lembra de Maluf, do Juiz Lalau, Eliana Trambiquese e tantos outros do mesmo naipe em circunstâncias semelhantes?
Fui, inté!
Com a devida vênia, ilustríssimo Doutor Nélio, defina para nós e, para essa gente toda que está aí em cima, o vocábulo mais adequado para designar o local onde eles estão presos, uma vez oue o senhor, ao meu ver, usurpou, em favor de seu cliente, o safado que assaltou os cofres de Brasília, o termo que eu entendia ser o mais adequado para designar onde os brasileiros comuns e, que na maioria das vezes elegem filhos da puta como o seu cliente, cumprem pena. Veja fotos da sala onde Arruda está preso na PF
A Procuradoria Geral da República divulgou nesta sexta-feira (5) fotos da sala onde o governador afastado, José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM), está preso na Superintendência da Polícia Federal. Nesta quinta-feira (4), durante julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) do pedido de habeas corpus do governador, o advogado dele, Nélio Machado, classificou a sala de Arruda de "masmorra".
Cela de Arruda tem beliche, mesa e sofá (Foto: Divulgação/PGR)
Presente à sessão na qual o Supremo negou liberdade ao governador, a sub-procuradora-geral da República, Débora Dubrat, rebateu as acusações da defesa de que o governador estaria mantido em condições precárias. Ela disse que recebeu fotos da sala, que não contém grades, e constatou que o local é "digno". A sala tem 10 m² e é mobiliada com uma beliche, mesa com cadeira, sofá e ar-condicionado.
Sala onde Arruda está preso (Foto: Divulgação/PGR)
Arruda está preso desde o dia 11 de fevereiro por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ele ficou oito dias na sala do diretor Tecno Científico da PF, que tem 40m² e banheiro privativo. No dia 19, o governador foi transferido para uma sala no Comando de Operações Táticas, também na Superintendência da PF.
Imagem de sofá e armário na sala onde governador afastado está detido na PF (Foto: Divulgação/PGR)
Prisão
O STJ determinou a prisão preventiva de Arruda sob a alegação de que ele estaria obstruindo as investigações do mensalão do DEM de Brasília ao tentar subornar uma testemunha. Além do governador afastado, foram presos 4 suspeitos de participar da tentativa de suborno do jornalista Edmilson Edson dos Santos, conhecido como Sombra.
Nesta quinta, o STF manteve, por nove votos a um, a prisão de Arruda. Seguindo o voto do relator, ministro Marco Aurélio Mello, os ministros Joaquim Barbosa, Carlos Ayres Britto, Cezar Peluso, Celso de Mello, Ellen Gracie, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, e o presidente do STF, Gilmar Mendes, entenderam não haver fatos novos na tese elaborada pelos advogados para conceder o pedido de liberdade ao governador.
“Dói em cada um de nós, dói na alma, dói no coração ver um governador sair de um palácio direto para a cadeia”, resumiu o ministro Carlos Ayres Britto o sentimento da Suprema Corte diante do caso envolvendo o governador do DF. “Acabrunha um país como um todo e constrange a cada um de nós, com seres humanos. Há quem chegue às maiores alturas para cometer as maiores baixezas”, complementou.

Leia aqui o depoimento de Durval Barbosa para a Polícia Federal.
Lambido do Novo Jornal
Logo que estourou o escândalo de corrupção no Distrito Federal, o fato ficou nacionalmente conhecido como “mensalão do DEM”. Em depoimento à Polícia Federal, o denunciante Durval Barbosa informou que José Roberto Arruda lhe confidenciou que teria pedido ao governador Aécio Neves que intercedesse junto ao ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Fernando Gonçalves, por ser o mesmo de Minas Gerais.
O intuito seria conseguir “informações privilegiadas” a respeito das investigações da Polícia Federal envolvendo o esquema de corrupção montado pelo governador Arruda.
Devido à grande influencia do governador mineiro sobre a mídia estadual e nacional, este fato praticamente só foi noticiado pelo Novojornal, caindo em seguida no esquecimento, até que o ministro Fernando Gonçalves informasse que havia sido procurado pelo secretário de governo e principal homem de confiança do governador Aécio Neves, Danilo de Castro.
“A declaração do ministro confirma o teor da denúncia de Duval Barbosa, demonstrando que Aécio Neves teria em clara exploração de prestígio praticado o crime de prevaricação e condescendência criminosa”, afirma um ministro aposentado do STJ, que acrescenta: “Se o governador Aécio Neves tem o poder de saber a tramitação de um processo que corre em segredo de justiça contra outra pessoa, imagina qual é o seu poder em relação a ele mesmo? Isto comprova a falência do atual modelo da justiça brasileira”.
Esta afirmativa comprova a tese noticiada pelo Novojornal de que no Brasil os responsáveis pela implantação da Nova República montaram um esquema capaz de garantir-lhes total impunidade.
Independentemente de qualquer coisa, cabe uma pergunta:
Porque Aécio estaria interessado em ajudar Arruda a saber o que estava sendo investigado?
Aécio, meses antes de estourar o escândalo, encontrara-se com Arruda para tratar da compra da Companhia de Energia do Distrito Federal pela Cemig e convidá-lo para ser vice em sua chapa à Presidência da República.
É publico que o secretário de Obras do Distrito Federal, repartição onde circula o maior volume de recursos e comprovadamente a relação com os empreiteiros, é a mais promíscua possível, além de ser ocupada por indicação do PSDB, partido do governador Aécio Neves.
Arruda leu inquérito antes de a PF lançar ação contra ele
Na véspera da Operação Caixa de Pandora, José Roberto Arruda já conhecia em detalhes 200 páginas do inquérito que a Polícia Federal havia preparado sobre o mensalão do DEM.
O Ministro Fernando Gonçalves teria após contato de Danilo de Castro “liberado a papelada” para advogados do então governador do Distrito Federal no dia 26 de novembro.
A PF, que havia se programado para efetuar a busca de provas no dia 1º de dezembro, teve de se antecipar. Não se sabe que prejuízos a liberação pode ter causado à operação.
A PF encontrou cópias dos documentos liberados pelo STJ na casa do então chefe de gabinete de Arruda.
Eram planilhas de gastos e notas fiscais do suposto caixa dois da campanha eleitoral de 2006. Estavam em um envelope com o timbre do tribunal.
Um inquérito foi aberto para apurar se houve vazamento. O caso está sob responsabilidade da área de inteligência da superintendência do órgão. Não por outro motivo que o ministro informou que Danilo de Castro teria ligado para ele solicitando acesso às investigações.
Arruda está preso desde o dia 11 na Superintendência da Polícia Federal. Ontem, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu o julgamento do pedido de liberdade de Arruda.
Não há previsão de quando o caso será levado ao plenário da Suprema Corte. O adiamento foi solicitado pelo advogado Nélio Machado.
“Muitos fatos novos ainda aparecerão”, afirma um dos principais interlocutores de Durval Barbosa. Prestes a sair do Governo de Minas, desta forma perdendo o Fórum Privilegiado, Aécio Neves deverá ser convocado a depor na Polícia Federal para explicar sua participação no caso.
O esquema montado para eleger Tancredo Neves no colégio eleitoral em 1985 baseou-se na distribuição do Estado entre aliados.
Depois de quase duas décadas de regime militar, articulou-se no País uma transição política, para retornar o Poder para os civis.
A campanha das diretas servira para projetar Tancredo Neves a nível nacional e os militares sentiam-se menos desconfortáveis com sua eleição, derrotando Paulo Maluf.
Como a eleição seria indireta através de um colégio eleitoral formado pelos parlamentares federais.
A campanha de “convencimento”, dos eleitores foi feita dentro do Congresso Nacional e a “argumentação” foi à entrega do Estado aos “privilegiados eleitores”.
A vice-presidência foi entregue ao PDS de Sarney, que através da Aliança Democrática transformou-se na frente liberal.
Ministérios, Autarquias e Estatais foram divididos entre os “apoiadores de Tancredo”, cabendo a José Aparecido de Oliveira, o Governo do Distrito Federal.
Escudeiro de Magalhães Pinto que, durante grande parte da vida fora adversário de Tancredo, o governador do Distrito Federal, José Aparecido, jamais administrara. Passou a vida ganhando dinheiro como “jornalista” sem ter escrito sequer uma linha.
A bem da verdade tem-se que reconhecer que na década de 60 administrou as benesses distribuídas à “imprensa mineira”.
Assim como José Aparecido, sem qualquer compromisso político eleitoral, os “escolhidos”, assumiram seus cargos passando a, literalmente, desmontar o Estado.
Se Tancredo estivesse vivo, a história seria outra, pois sabia como domar as feras.
A exemplo do que fez em Minas quando governador, sabia a origem de cada um dos indicados assim como onde ficava o botão de “desliga”. Embora já com idade avançada, a lucidez e memória de Tancredo assombravam.
Porém, quis o destino que fosse Sarney, na maioria dos casos sequer conhecia pessoalmente quem estava nomeando. Ocorrendo algo como na época do Império, na divisão das Capitanias Hereditárias.
Falar sobre a corrupção ocorrida no governo Sarney é perda de tempo.
Todos que nasceram na Nova República, nasceram contaminados pelo vírus da corrupção e ilegitimidade.
Cargos que, em um período de normalidade no País só seriam ocupados por funcionários com anos de carreira, passaram a ser ocupados por jovens sem qualquer experiência. Apenas porque era amigo do rei.
Nesse contesto, Arruda assumiu a Secretaria de Obras do Distrito Federal.
O restante da história está descrito no noticiário nacional. Arruda é apenas uma amostra do DNA dos filhotes da Nova República.
Em Minas Gerais, terra da gestação da campanha presidencial após a morte de Tancredo, exemplares como Hélio Garcia, Mares Guia, Romeu Queiroz, Roberto Brant, Eduardo Azeredo e muitos outros foram os embriões dessa nova safra de corruptos.
Basta reparar que a prática de corrupção apurada em todos os escândalos ocorridos nos últimos 25 anos é sempre a mesma.
da Folha Online
O ministro Marco Aurélio, do STF (Supremo Tribunal Federal), adiou para hoje a decisão sobre o habeas corpus do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido), que passou essa noite na Polícia Federal após ter a prisão decretada na tarde de ontem.
O ministro decidiu não julgar nesta quinta-feira o habeas corpus por que, entre as informações entregues a ele pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) sobre o decreto de prisão, faltavam alguns documentos para a análise liminar da ação.
O habbeas corpus apresentado ao STF não incluía o pedido para que Arruda retomasse o cargo de governador. Segundo o advogado Nélio Machado, que defende Arruda, o governador ficará licenciado do cargo.
| Leonardo Carvalho/Folha Imagem |
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| Manifestação fora Arruda em frente ao STF; grupo espera decisão sobre habeas corpus |
"A princípio, nosso entendimento é que o governador ficará licenciado. O pedido de habeas corpus trata exclusivamente da prisão. Fui informado que o próprio governador pediu para se licenciar [do cargo]", afirmou Machado.
Arruda passou essa madrugada no gabinete da diretoria do INC (Instituto Nacional de Criminalística), que fica na superintendência da corporação em Brasília. Segundo a PF, na sala há apenas um sofá.
De acordo com o jornal "Em Cima da Hora", do canal Globonews, foi pedido pizza no INC para o jantar do governador. Segundo a PF, teria sido disponibilizado para Arruda a chamada "Sala do Estado-Maior", reservada para autoridades.
Também foi oferecido a Arruda a possibilidade dele ser transferido para um quartel da Polícia Militar ou do Exército. Entretanto, Arruda preferiu ficar na PF.
De acordo com o secretário dos Transportes, Alberto Fraga (DEM), que esteve com Arruda em uma sala da PF, o governador está "calmo e sereno". Segundo ele, Arruda negou que sua prisão tenha sido uma derrota política. "Não foi uma derrota. Foi um constrangimento", disse o secretário.
Habbeas Corpus
| Sérgio Lima/Folha Imagem |
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| STJ determinou prisão de Arruda (foto) e mais cinco por tentativa de suborno no DF |
Marco Aurélio é relator de habeas corpus ajuizado pela defesa do governador para tentar reverter a decisão do STJ, que decretou a prisão de Arruda por envolvimento na tentativa de suborno do jornalista Edson dos Santos, o Sombra.
O pedido de habeas corpus é assinado pelos advogados José Gerardo Grossi, Nélio Machado e Cristiano Ávila Maronna. A ação foi distribuída para Marco Aurélio porque ele é relator de outros processos relacionados à Operação Caixa de Pandora, que investiga o suposto esquema de arrecadação e pagamento de propina a aliados no DF.
Prisão
Arruda foi preso nesta quinta-feira por decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que aceitou pedido da subprocuradora-geral da República, Raquel Dodge. O Ministério Público Federal ofereceu denúncia contra o governador e mais cinco pessoas por formação de quadrilha e corrupção de testemunha.
O advogado Nélio Machado, que defende Arruda, entrou com um habeas corpus no STF para reverter a prisão do governador. Porém, o ministro Marco Aurélio, do STF (Supremo Tribunal Federal), relator do recurso, informou que não irá decidir o caso hoje.
Além de Arruda, o assessor especial do Distrito Federal, Rodrigo Arantes, sobrinho do governador, também está preso. Ele se entregou à PF no início da noite. Ainda não há previsão se Arantes será transferido para o presídio da Papuda, em Brasília, onde o conselheiro do Metrô do DF, Antonio Bento da Silva, já está preso desde a semana passada, quando houve o flagrante da tentativa de suborno.
Além de Arruda, Arantes e Bento, também tiveram a prisão decretada o ex-deputado Geraldo Naves (DEM); Weligton Moraes, ex-secretário de Comunicação, e Haroaldo Brasil de Carvalho, diretor da CEB (Companhia Energética de Brasília).
Intervenção
Após a prisão de Arruda, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, ingressou no STF (Supremo Tribunal Federal) com pedido de intervenção federal no Distrito Federal. Gurgel disse que o pedido se justifica porque há no governo do DF uma "verdadeira organização criminosa" comandada pelo governador.
O procurador também usou como argumento para pedir a intervenção a falta de "condições mínimas" da Câmara Legislativa do DF tomar medida semelhante.
"Há uma organização encastelada no governo, com indícios de um esquema criminoso de apropriação de recursos públicos, inclusive com parlamentares envolvidos. O governador tem demonstrado que o andamento das investigações não tem impedido ele de continuar a atuar criminosamente, atuando para coagir testemunhas, apagar vestígios", disse o procurador-geral.
Nélio Machado disse que desconhecia o pedido de intervenção, mas criticou a medida. "Acho que elegeram esse caso como exemplar e, com isso, se atropelam garantias fundamentais", afirmou.

ARRUDA É A CEREJA QUE FALTAVA NO BOLO DEM, O PARTIDO MAIS CORRUPTO DO BRASIL

Roberto Carlos foge de Brasília
EM TEMPO: EU CONFIO MUITO MAIS QUE O TOTÓ NÃO COMA A LINGUIÇA!Os pedidos de impeachment contra Arruda e os pedidos de investigação contra seus aliados acusados de fazer parte do suposto esquema de corrupção vão passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Corrupção e por uma comissão especial criada para analisar o caso.
Na CPI, estará apenas um membro da oposição a Arruda, o deputado Paulo Tadeu (PT). Já na CCJ e na comissão especial o deputado petista Chico Leite será o único representante oposicionista.
Na CPI, além de aliados, estão pelo menos três deputados que eram secretários do governo Arruda e só se afastaram porque foram citados nas denúncias.
Em reunião realizada nesta segunda-feira os deputados elegeram o presidente, Geraldo Naves (DEM) e como vice-presidente Doutor Charles (PTB). A expectativa é de que ainda nesta tarde sejam escolhidos os cargos dos integrantes da CPI da Corrupção.
Agência Estado
O presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Leonardo Prudente (sem partido), anunciou nessa sexta (9), em reunião informal da Mesa Diretora, que permanecerá no comando da Casa, apesar da pressão da oposição para que se mantenha afastado do cargo durante a investigação das denúncias de seu envolvimento em um esquema de corrupção.
De acordo com inquérito comandado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), o esquema seria chefiado pelo governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (ex-DEM), e envolveria 10 deputados distritais. Leonardo Prudente foi flagrado em vídeo da Operação Caixa de Pandora guardando nos bolsos e nas meias maços de dinheiro que seriam do esquema de propinas.
Dos cinco membros da Mesa Diretora, quatro participaram do encontro de sexta (9), realizado na casa do deputado Wilson Lima (PR), no Gama, cidade-satélite de Brasília. Segundo o deputado Cabo Patrício (PT), todos os parlamentares presentes pressionaram Prudente a se afastar da presidência da Câmara. Mas, segundo Patrício, Prudente, que havia se afastado do cargo após a divulgação das denúncias, alegou que um parecer da Procuradoria da Câmara é favorável a seu retorno à presidência.
De acordo com o secretário-geral da Câmara Legislativa, Gustavo Marquez, o deputado Prudente, como presidente eleito, pode pedir licença e retornar ao cargo a qualquer momento.
O PT, porém, questiona o fato de Prudente ter pedido 60 dias de licença da presidência da Câmara Legislativa alegando problemas de saúde, mas, menos de um mês depois, voltou ao cargo sem comunicar à Mesa Diretora. Na segunda-feira (11), segundo a líder petista, deputada Érika Kokay, o PT apresentará um requerimento ao plenário pedindo o afastamento de Prudente da presidência.
Além de Prudente, outros nove deputados respondem a processo acusados de quebra de decoro parlamentar por envolvimento no esquema de propina investigado pelo STJ.
"Perdoo, a cada dia, os que me insultam. Entendo as suas indignações pelas forças das imagens. E, sabem por que eu perdoei? Porque só assim eu posso também pedir perdão dos meus pecados"
Sintam-se a vontade para comentar o que quiserem.
Violência Policial no ato Fora Arruda from Raul Cardoso on Vimeo.
Leia o depoimento VIOLÊNCIA NO ATO "FORA ARRUDA" - O PRIMEIRO PUNIDO, José Ricardo Fonseca no blog do Professor Fernando Massote
Santiago (Chile) - A desfiliação do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, do DEM desmontou a estratégia organizada por um setor do partido que pretendia usar a expulsão do política como trunfo da defesa da ética e da moralidade. No entanto há membros da executiva nacional da legenda que defendem a manutenção do discurso como elemento de reação a eventuais ataques dos adversários.
Enviados como observadores estrangeiros para as eleições no Chile, quatro integrantes do Democratas afirmam que a decisão de cancelar a reunião que ocorreria hoje (11) em Brasília indica que o objetivo é esvaziar o assunto e evitar que o tema volte ao debate. Eles reconhecem, porém, que é difícil neutralizar o assunto.
De acordo com os integrantes do partido, a orientação transmitida a Arruda é que ele conclua seu mandato como governador, mantendo as ações de sua gestão com apoio da popularidade, e busque a discrição. Segundo parlamentares experientes, o ideal seria o governador manter-se afastado dos debates políticos para evitar posteriores críticas.
Ontem Arruda enviou carta ao DEM anunciando sua desfiliação do partido, segundo ele, “para evitar constrangimentos”. A executiva nacional da legenda se reuniria hoje para avaliar a expulsão.
“Para evitar o constrangimento de ter que decidir se entre saciar a sede por atos radicais e midiáticos ou julgar com amplo direito de defesa e cumprimento do prazo estatutário”, afirmou ele, em entrevista coletiva convocada ontem.
“Tomo a difícil decisão de deixar a vida partidária desligando-me neste momento do partido democrata. Não disputarei a eleição do próximo ano”.
Arruda afirmou que vai dedicar-se dedicará ao governo e não pretende se candidatar em 2010 à reeleição, como já era certo. “Com as atuais regras eleitorais, não disputarei mais nenhuma eleição”.
O escândalo envolvendo as revelações da Operação Caixa de Pandora, realizada pela Polícia Federal, isolou Arruda no DEM. O agravante, segundo os integrantes do partido, foram as imagens que mostraram o governador negociando dinheiro supostamente ligado a um complexo esquema de corrupção no Distrito Federal.
Lambido da Folha Online, mas não se esqueçam, a Folha apoiou a tortura e a ditatura, censurou um blogueiro e estuprou o jornalismo. Portanto, CANCELE!
Documentos entregues à Polícia Federal pelo pivô do mensalão do DEM, Durval Barbosa, indicam que dinheiro público bancou despesas de uma casa usada pelo governador José Roberto Arruda (DEM-DF) na campanha eleitoral de 2006 e durante a transição de governo, informa reportagem de Hudson Corrêa e Andreza Matais, publicada nesta quinta-feira pela Folha (íntegra disponível somente para assinantes do jornal ou do UOL).
Segundo a reportagem, um funcionário do governo do Distrito Federal, que atuava como uma mistura de caseiro e gerente da casa, cobria os gastos, que incluíam churrasqueiro, linguiça e coxinha de frango.
Barbosa disse que até R$ 7 milhões de dinheiro desviado da estatal do DF que presidia, a Codeplan, foram parar na casa. Cerca de R$ 400 mil estão discriminados em recibos e notas fiscais datadas de outubro a dezembro daquele ano.
A Folha informa que Barbosa guardou os documentos, que foram assinados pelo "caseiro" Tales Souza Ferreira. Ele ocupava cargo de confiança na Codeplan, então dirigida por Barbosa. Ferreira entrou na estatal como motorista. Depois, ganhou cargo de confiança de assessor com o segundo melhor salário da Codeplan: R$ 6.996.
Outro lado
A assessoria de Arruda informou que declarou os gastos eleitorais à Justiça e não conhece Ferreira. O "caseiro" não quis dar entrevistas. Após a revelação do mensalão, há duas semanas, pediu licença e só volta a trabalhar daqui a dez dias.
Leia a reportagem completa na Folha desta quinta-feira, que já está nas bancas.
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