CURTO E GROSSO - SEM NHÉM NHÉM NHÉM OU TROLOLÓ

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Lambido do Blog do Aposentado Invocado

QUANDO ACHAR QUE NÃO HÁ RACISMO NO BRASIL, OLHE PARA AS MESAS AO LADO NOS RESTAURANTES E, TAMBÉM, OLHE PARA OS 'GARÇONS'. OBSERVE A FILA DOS CINEMAS E DOS TEATROS. OBSERVE OS ALUNOS DAS ESCOLAS PARTICULARES , DAS UNIVERSIDADES, SEUS COLEGAS DE TRABALHO, OS MOTORISTAS DE CARROS PARTICULARES, OS PASSAGEIROS DOS AVIÕES, NA SUA PRÓXIMA VIAGEM PARA QUALQUER LUGAR E OS PACIENTES DOS HOSPITAIS E CLÍNICAS PARTICULARES. ENFIM, OLHE A SUA VOLTA E CONTE O NÚMERO DE PESSOAS NEGRAS PERTO DE VOCÊ.

E A FAMÍLIA DO FINADO FHC, TAMBÉM VIVE HUMILDEMENTE?

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Após 8 anos, irmãos de Lula mantêm vida modesta

Lambido da Folha Online

Vavá tinha 108 canários do reino, hoje não resta nenhum. O motivo: os ratos de telhado que invadiam o viveiro do seu sobrado na periferia de São Bernardo do Campo, Grande São Paulo.

A casa simples onde mora Vavá, ou Genival Inácio da Silva, irmão do presidente Lula, é a mesma há 36 anos.

Às vésperas do segundo turno da eleição, ele conversou por uma hora com a Folha. De início, gritou para a mulher, que atendeu o portão, que não queria papo. Mas logo cedeu e convidou a reportagem a entrar.

Primeiro falou na apertada sala (5 m²), decorada com móveis tipo Casas Bahia, azulejo barato, uma TV grande e três quadros: uma foto oficial do presidente (com o autógrafo "Para o meu querido irmão Vavá, um abraço do Lula"); um retrato em preto e branco da mãe, dona Lindu; e um quadro bordado de uma mulher-anjo.


Lalo de Almeida/Folhapress
Genival Inácio da Silva, o Vavá, um dos seis irmãos vivos de Lula, no terraço de sua casa, em São Bernardo do Campo
Genival Inácio da Silva, o Vavá, um dos seis irmãos vivos de Lula, no terraço de sua casa, em São Bernardo

Depois, no terraço do primeiro andar nos fundos da casa, onde havia a criação, contou que os ratos arruinaram os canários e ele foi forçado a dar os que restaram.

Personagem do noticiário em 2007, quando foi indiciado pela Polícia Federal por tráfico de influência e exploração de prestígio, na Operação Xeque-Mate (que investigou máfia de caça-níqueis), Vavá foi excluído da denúncia do Ministério Público.

"Os caras pensam que a gente é milionário, quebraram a cara. Desmoralizam você, te jogam no lixo. Se não tiver cabeça, acabou."

Aposentado como supervisor de transporte da Prefeitura de São Bernardo, pouco sai de casa. Ainda se ressente de seis cirurgias nos últimos anos (no fêmur e na coluna).

DUREZA

A poucos dias de Lula deixar a Presidência, após oito anos no cargo, os seus seis irmãos vivos moram em situação semelhante à de Vavá, alguns com maior dureza.

O primogênito, Jaime, 73, vive numa periferia pobre de São Bernardo, acorda diariamente às 4h30 e vai de ônibus para o trabalho, numa metalúrgica na Vila das Mercês, zona sul de São Paulo.

Marinete, 72, a mais velha das mulheres, que foi doméstica na juventude e hoje não trabalha, é vizinha de Vavá.

Quando a Folha o entrevistava, ela surgiu no terraço dos fundos do seu sobrado, colado ao dele, para checar um contratempo. "Não tem água. Acabou a água da rua e estou sem água", queixou-se. "Marinete do céu, nenhuma das duas [da rua ou do tanque]?", questionou Vavá.

O fotógrafo Lalo de Almeida subiu no muro para checar o registro da caixa d'água. "Ó o sujeito... Ah, você não vai subir, não. Filhinho de papai, não sabe subir em muro", gracejou Marinete.

Vavá, 71, é o terceiro. É seguido por Frei Chico (José Ferreira da Silva), 68, o responsável por introduzir Lula no sindicalismo. Metalúrgico aposentado, Frei Chico recebe ainda uma indenização mensal de R$ 4.000 por ter sido preso e torturado na ditadura. Presta assessoria sindical e mora em São Caetano.

Maria, a Baixinha, 67, e Tiana (cujo nome de batismo é Ruth), 60, a caçula --Lula, 65, está entre as duas--, completam a família. A primeira vive no mesmo bairro que Vavá e Marinete e não trabalha; Tiana, merendeira numa escola pública, mora na zona leste de São Paulo.

Esses são os sobreviventes dos 11 filhos de dona Lindu com o pai de Lula, Aristides --que teve vários outros filhos com outras mulheres.

SAÚDE

Todos os irmãos do presidente Lula têm problemas de saúde. Jaime e Maria enfrentaram cânceres. Frei Chico é cardíaco. Vavá tem complicações ósseas. Marinete está com uma doença grave que os irmãos não revelam.

"Só tem o Lula bom ainda", afirma Frei Chico.

Os parentes dizem não receber auxílio financeiro do presidente e não se queixam disso. "Ele não foi eleito presidente para ajudar a família. Seria ridículo se desse dinheiro", declara Vavá.

"Não tem o que dizer. O Lula tem a vida dele, temos a nossa. Ainda posso trabalhar, trabalho", diz Jaime.

Frei Chico conta estar aliviado com o fim do mandato de Lula na Presidência. Ele acredita que vai cessar o assédio aos irmãos em busca de atalhos até o Planalto.

"Para nós, só tem a melhorar. Vamos ficar mais tranquilos em relação à paparicagem. É muita gente enchendo o saco, gente que achava que a gente podia fazer alguma coisa", afirma.

Os irmãos não têm ilusão de que, ao deixar Brasília, Lula seja assíduo nas reuniões familiares. "Estamos envelhecendo, a família vai chegando ao fim e assumem os filhos e sobrinhos, a família lateral", diz Vavá.

O consolo é pensar que o irmão famoso estará mais perto. "Ele disse que não vê a hora de voltar [para São Bernardo] para descansar um pouco. Ele está muito cansado. O Lula tem trabalhado muito", afirma Marinete.

DECISÃO "MULHERZINHA" DO CNJ CRIA PRECEDENTE IMORAL À VIRILIDADE DE UM ILUSTRE MEMBRO DO MMM, O MOVIMENTO DO MACHÃO MINEIRO

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CNJ pune juiz mineiro por postura machista

Landercy Hemerson - Estado de Minas

Publicação: 10/11/2010 06:24 Atualização:
O juiz Edilson Rumbelsperger Rodrigues, titular da 1ª Vara Criminal e Juizado da Infância e da Juventude de Sete Lagoas, na Região Central de Minas, pode ficar afastado do cargo por pelo menos dois anos. Na terça-feira, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu pela “disponibilidade compulsória” do magistrado, em processo administrativo disciplinar que o acusa de usar declarações discriminatórias de gênero, em sentenças de crimes de violência contra a mulher. Rumbelsperger Rodrigues não compareceu terça-feira ao fórum da cidade para falar da decisão do CNJ, da qual ele pode recorrer no Supremo Tribunal Federal (STF).

No caso que levou à abertura do processo contra Rodrigues, em 2007, ele dizia em uma decisão “ver um conjunto de regras diabólicas" e afirmava que “a desgraça humana começou por causa da mulher”. Além disso, o magistrado considerava a Lei Maria da Penha absurda e a classificava como um “monstrengo tinhoso”. "Ora, a desgraça humana começou no Éden: por causa da mulher, todos nós sabemos, mas também em virtude da ingenuidade, da tolice e da fragilidade emocional do homem (...) O mundo é masculino! A ideia que temos de Deus é masculina! Jesus foi homem!”, afirmava o juiz em sua decisão. “Para não se ver eventualmente envolvido nas armadilhas dessa lei absurda, o homem terá de se manter tolo, mole, no sentido de se ver na contingência de ter de ceder facilmente às pressões”, acrescentava.

No julgamento do CNJ, os conselheiros colocaram em dúvida, além da imparcialidade e cumprimento funcional, a sanidade mental do magistrado. Por nove votos a seis, o conselho decidiu pela disponibilidade compulsória do magistrado. Seis conselheiros votaram por uma punição mais branda, que seria a censura ao juiz e a realização de teste para aferir sua sanidade mental. O relator do procedimento administrativo, conselheiro Marcelo Neves, considerou a conduta de Rodrigues “incompatível com o exercício da magistratura”. A decisão do CNJ levou em consideração, mais do que os termos da decisão do juiz, as declarações feitas à imprensa e a divulgação dos argumentos. “Este magistrado não tem equilíbrio, seja pelo preconceito que demonstrou nas suas decisões, seja pelos debates que travou (sobre a Lei Maria da Penha) pela imprensa", afirmou o conselheiro Felipe Locke.

O vice-presidente do CNJ, ministro Carlos Ayres Britto, afirmou que o juiz mineiro, nas suas decisões, incitou o preconceito contra a mulher, o que é vedado pela Constituição. “A decisão toca as raias do fundamentalismo. Ele decidiu de costas para a Constituição.” Sancionada em agosto de 2006, a Lei Maria da Penha (11.340/06) agravou as penas impostas para acusados de agressões contra a mulher e facilitou os procedimentos para coibir a violência doméstica.

Outro lado

Em seu site, Edilson Rodrigues esclarece ao que sugere ser “interpretações jornalísticas” relativas às decisões nos processos que julgou relacionados à Lei 11.340/06. “O tema objeto desta lei levou-nos a tecer considerações que mexeram com nossos arquétipos mais profundos, sendo assim compreensível uma reação hostil inicial, a qual, contudo, espero que evolua em direção a uma reflexão menos apaixonada”, sugere. Ele destaca que se criou uma falsa e equivocada ideia de que ele seria contra a severa penalização do agressor no âmbito doméstico-familiar.

O magistrado negou também que teria uma visão machista da relação homem-mulher. “Não é verdade que tenha dito que a ‘igualdade é um instituto hipócrita e demagógico’. O que disse foi que hipócrita e demagógica é a falsa igualdade que tem sido imposta às mulheres”. Em suas justificativas, Rodrigues manteve em parte as críticas à Lei Maria da Penha. “Eu não disse que a ‘proteção à mulher é diabólica’; diabólica é discriminação que a lei enseja e que leva o feminismo às últimas consequências, tentando compensar um machismo que há muito já se foi”. Caso o juiz não recorra da decisão do CNJ, vai ficar afastado da função por dois anos, mas recebendo salário proporcional ao tempo de serviço. Depois desse período, ele poderá requer ao conselho o retorno à magistratura. (Com Agência Estado)

INDISPENSÁVEL - PRÁ QUÊ? - PRÁ RIR!

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A QUALQUER MOMENTO, O "DOSSIÊ ITAGIBA" PODE VAZAR

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Serristas tentam esvaziar Aécio e manter controle do PSDB


Marcela Rocha

A ala do PSDB ligada ao ex-presidenciável José Serra se articula para ficar com a liderança na Câmara dos Deputados e assumir a linha de frente na oposição ao governo Dilma. Para isso, sabe que é preciso manter o poder do diretório de São Paulo na sigla. Os serristas esperam reduzir eventuais danos causados pela aproximação do ex-governador mineiro Aécio Neves à base governista para tentar concorrer à presidência do Senado.

Ao mesmo tempo, o grupo mais próximo a Serra busca uma forma de mantê-lo em evidência no cenário nacional. Uma das opções apontadas seria nomeá-lo para a presidência do Instituto Teotônio Vilela, órgão de estudos e formação política do PSDB.

Para tucanos paulistas, a movimentação do PSB junto à ala aecista do PSDB e do DEM seria apenas uma tentativa de pressionar Dilma e assim aumentar a influência deles na partilha do governo. Mostrando que tem diálogo com setores da oposição, o PSB aumentaria seu poder de barganha junto à petista, que precisa dividir os ministérios com o aval do PMDB.

Integrantes do PSDB de São Paulo dizem que o PMDB não permitirá Aécio na presidência do Senado, o que não significa que ele não se candidatará à vaga. Tucanos ligados a Serra esperam também que Aécio dispute a presidência do partido ou a liderança em uma das Casas, e já costuram de modo a garantir a liderança na Câmara.

Entre os nomes cogitados numa lista já preparada, estão os deputados eleitos Mendes Thame (SP), Luiz Carlos Hauly (PR) e César Colnago (ES), que coordenou a campanha de Serra em seu Estado. Os serristas defendem organizar esse foco de resistência a partir de São Paulo, contando com a reaproximação entre o ex-presidenciável e o governador eleito Geraldo Alckmin (SP).

Outra forma de ampliar o campo de influência de Serra no comando do partido seria, de acordo com aliados, defender a manutenção do senador Sérgio Guerra (PE) na presidência da sigla. Para eles, seria uma maneira de evitar a entrada de um aliado de Aécio, ou dele próprio.

Embora Serra tenha tido problemas com Guerra durante a campanha, ele aposta que o pernambucano adotaria uma linha mais crítica em relação ao governo Dilma no Congresso. Linha que, para os tucanos paulistas, seria evitada por aecistas.

Serra está na França e ainda não se sabe quando voltará. O tucano viajou acompanhado de seu filho e palestrou em um seminário sobre a Europa e a América Latina em Biarritz.

Terra Magazine

AMIZADE É ISSO! - REINALDINHO CABEÇÃO DESMENTE A AGÊNCIA EFE PARA PROTEGER SEU AMIGUINHO ZEZINHO INVEJOSO

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Análise de Serra teve como foco América Latina

Havia reproduzido um texto da Agência Efe sobre uma palestra que o tucano José Serra concedeu nesta sexta em Biarritz, sul da França, sobre as relações entre a América Latina e União Européia. Acabo de falar com a assessoria do ex-governador de São Paulo, segundo a qual o despacho da agência está errado. Em nenhum momento, afirma, o ex-candidato à Presidência pelo PSDB se referiu, em sua intervenção, ao presidente Lula.

Ao apontar um processo de desindustrialização, Serra não falava do Brasil em particular, mas da América Latina como um todo. Para ele, alguns países estão vivendo um “populismo cambial” que lhes é prejudicial. O tucano também criticou o alinhamento de vários governos da região com regimes autoritários, como o do Irã.

De fato, durante a sua intervenção, ele foi interrompido por um membro da Fundação Zapata, do México, que gritou “por que não te calas?” Abaixo, a grosseria se explica.

Esta senhora à direita de Dilma é Margarita Zapata, presidente da fundação a que pertence o esquerdopata que interrompeu a palestra de Serra. A classe petralha é internacional, hehe...

Esta senhora à direita de Dilma é Margarita Zapata, presidente da fundação a que pertence o esquerdopata que interrompeu a palestra de Serra. Ela veio ao Brasil no lançamento da candidatura do PT à Presidência. A classe petralha é internacional, hehe...

Por Reinaldo Azevedo

POR QUE NÃO TE CALAS? - SERRA FOI PARA A FRANÇA ENVERGONHAR OS BRASILEIROS, MAIS UMA VEZ

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Lambido do Blog do Noblábláblá

É UM OTÁRIO!

UM FARSANTE !

UM IDIOTA!

Serra diz que governo Lula é 'populista de direita'

Da EFE

O ex-governador tucano José Serra acusou nesta sexta-feira (5) o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de desindustrializar o país e fazer populismo "de direita" na economia.

As declarações foram dadas em discurso no encerramento do XI Fórum de Biarritz, no Sul da França, dedicado a analisar as relações entre América Latina e União Europeia (UE).

Serra, que disputou as eleições para a Presidência da República e perdeu no segundo turno, expôs algumas ideias que, segundo ele, "não pôde discutir como gostaria durante a campanha" eleitoral.

Declarou que o Brasil "é um país fechado ao exterior", no qual "há um processo claro de desindustrialização", e criticou "a fraqueza" dos investimentos do governo e a elevada carga tributária.

"É um governo populista de direita em matéria econômica", disse, em relação ao governo Lula, a quem também acusou de exercer um "populismo cambial" e de não ter um modelo econômico.

"A democracia não é só ganhar eleições, é governar democraticamente", disse Serra, que criticou o modelo de "orçamento participativo", no qual o contribuinte pode decidir sobre a distribuição de parte dos impostos, adotado pelo Brasil e por outros países latino-americanos.

O tucano também acusou o governo de "se unir a ditaduras, como a do Irã". Nesse momento, foi interrompido por um membro da Fundação Zapata, do México, que estava na plateia e gritou "por que não se cala?", provocando um momento de alvoroço na sala.

Após Serra, tomaram a palavra outros participantes do Fórum de Biarritz, como o ex-presidente da Colômbia, Ernesto Samper, que preside o encontro.

O DOSSIÊ ITAGIBA E AS "ATIVIDADES SOCIAIS" DO FARAÓCIO

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Lambido do Novo Jornal

Expulso, Aécio perderá seu mandato de senador?
Comprovado através de investigações conduzidas pela PF ser Aécio o mandante do Dossiê Serra, partido quer julgá-lo

O desdobramento da investigação do “Dossiê Serra” deverá trazer para o ex-governador e senador eleito por Minas Gerais, Aécio Neves, diversas complicações.

A principal delas será, sem dúvida, a possível perda de seu mandato se expulso de seu partido. Os Tribunais Federais já têm entendimento pacífico que o mandato pertence ao partido e não ao candidato.

Desta forma, após expulsão, será inevitável a perda de seu mandato.

Senador com mais de três mandatos informa que a situação de Aécio não será boa dentro do Senado. Concluindo: “Seu comportamento pouco ortodoxo na política e na vida social não será aceito nesta casa”.

Novojornal apurou ainda que o relatório apontado como “Dossiê Itagiba”, já nas mãos de diversos senadores e autoridades federais, não tem nada de Dossiê, trata-se de uma investigação desenvolvida pela Polícia Federal brasileira junto com a Interpol, que acompanhou as atividades do então governador de Minas, Aécio Neves em grandes capitais internacionais a exemplo do Rio de Janeiro, Nova York, Aspen, Amsterdam, Dubai, Londres e Paris. Locais onde Aécio procurou nos últimos anos para desenvolver com liberdade suas atividades “sociais”.

As investigações que, a início, visavam apenas acompanhar a movimentação financeira do presidente da Codemig, Oswaldo Borges da Costa, acabaram envolvendo Aécio, devido a depósitos e ao pagamento de suas despesas por Oswaldo com contas mantidas no exterior.

As investigações já se encontram nas mãos da Procuradoria da República, que se recusa a comentá-las.

DOSSIÊ TUCANO - PF QUER OUVIR OS MANDANTES

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Lambido do Novo Jornal

PF quer ouvir Aécio Neves

Após ouvir os autores dos crimes praticados na confecção do Dossiê Serra, Polícia Federal agora quer ouvir os mandantes

Fontes da Polícia Federal informam que já concluíram a primeira fase do inquérito que apura os crimes praticados na confecção do Dossiê Serra ao ouvirem o diretor do jornal “Estado de Minas”, Josemar Gimenez.

Agora, no menor prazo possível pretendem ouvir os possíveis mandantes e concluir o inquérito. Tudo porque um dos possíveis mandantes, o ex-governador de Minas e senador eleito Aécio Neves, deverá ser diplomado no término da primeira quinzena de dezembro.

A partir desta data, a Polícia Federal, por dispositivo constitucional, só poderá investigar Aécio Neves após aprovação do Supremo Tribunal Federal. O que torna a investigação mais difícil.

A mesma fonte informa que já existem provas suficientes para o indiciamento dos mandantes do crime.

DECADENCE AVEC ELEGANCE

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Serra viaja para França, onde fará palestra


Marcela Rocha - do Terra

O tucano José Serra (PSDB-SP), ex-governador de São Paulo e candidato derrotado à Presidência da República, viajou à França, onde participa, nesta sexta-feira (5), do encerramento de um seminário nos arredores da capital. Serra ministra palestra sobre América Latina e Europa.

O PSDB vive agora a ressaca do período eleitoral. Embora tenha elegido oito governadores, somados aos outros 2 do DEM, o partido perdeu força no Congresso e luta para se reorganizar em nível nacional.

Assim como Serra, o presidente da legenda, senador Sérgio Guerra (PE), viajou. Ele foi aos Estados Unidos apenas para descansar.

ESPOSA É FILMADA POR MARIDO TRAÍDO NO EXATO MOMENTO EM QUE O PADRE APLICAVA-LHE O "SACRAMENTO"

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Lambido do Portal R7

Marido filma faxineira fazendo sexo com padre no Peru

Tedolinda Amaya foi demitida da paróquia, mas religioso continua a celebrar missas

Um padre católico virou motivo de escândalo no Peru ao ser surpreendido e gravado em pleno ato sexual com a faxineira de sua paróquia no norte do país. Um canal de TV de Lima divulgou as imagens feitas pelo marido, que suspeitava da infidelidade da mulher.

O padre José Antonio Boitrón Solano foi flagrado em sua cama na igreja Medalha Milagrosa, na cidade de Trujillo, com Tedolinda Amaya Altamirano, que alega estar grávida de quatro meses por causa de sua relação com o religioso.

Ao ser questionado pelo marido na faxineira, o padre disse que foi vítima de uma armadilha.

- Reconheço meu erro, acalme-se.

O marido enganado, com a câmera na mão, gravou às escondidas o ato sexual antes de invadir o quarto. Ele não aceitou as desculpas do sacerdote.

- Como vou ficar calmo se minha mulher está com você, e ainda mais um padre?!

A faxineira, por sua vez, disse que foi atacada pelo religioso.

- O padre me atacou sexualmente, eu era forçada a satisfazer seus desejos.

A mulher, que foi demitida da paróquia, entrou com um processo exigindo pagamento pelo tempo de serviço e que seu filho com o padre seja reconhecido.

O padre, por sua vez, continua trabalhando normalmente, conduzindo missas e dando comunhão aos fieis.

"São Paulo para os paulistas! Tá na hora de limparmos o nosso estado!"

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PARAFRASEANDO CAZUZA "QUANDO AS IDÉIAS NÃO CORRESPONDEM ÀS FOTOS"

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Anônimo disse...

"Esse Sr. Aético Neves é tão imbecil que aparecia com Serra toda vez no segundo turno. Assim que Serra foi derrotado ele não estava junto quando o mesmo se pronunciou para não passar imagem de derrotado para o público. É um político de biscate, oportunismo puro."

AFOGA NÓS, PATRICINHA!

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Lambido do blog Tudo em Cima

QUEM TWITTA O QUE QUER...

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SUDESTINOS Vs. NORDESTINOS

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Recado aos Sudestinos

Tenho certeza de que a vasta maioria dos sudestinos que leram esse título se sentiu agredida por uma palavra absolutamente análoga à usual “nordestinos”. Isso sugere fortemente que as duas expressões sejam ofensivas, embora apenas uma delas esteja em uso corrente.

Em nome da reciprocidade, gostaria que essas duas expressões fossem colocadas em um mesmo nível e tornadas ambas coloquiais e despidas de qualquer resquício de ofensa. Caso isso seja impossível, minha sugestão é de que sejam ambas excluídas do dicionário e denunciadas como expressões chulas e ofensivas.

Gustavo Gollo
Publicado no Recanto das Letras em 02/07/2008
Código do texto: T1061766

JOSÉ DIRCEU NO RODA VIVA

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CONTRA O PIG, NOSSA GUERRILHEIRA RECOMENDA: MANTENHA ESTA ARMA AO SEU ALCANCE

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ACERTO DE CONTAS - NA CALIFÓRNIA, PADRE PEDÓFILO (MAIS UM) LEVA SURRA DE SUA VÍTIMA

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Lambido do Portal R7

Homem é preso após agredir padre por suposto abuso nos EUA

Abuso teria ocorrido quando homem tinha apenas sete anos

William Lynch, de 43 anos, que alega ter sido molestado quando tinha sete anos por um padre durante um acampamento, espancou o religioso e foi preso no Estado americano da Califórnia, de acordo com o jornal britânico The Daily Mail.

A prisão de Lynch ocorreu na última sexta-feira (29) e ele sorriu na ocasião, informou ainda o diário. Ele foi acusado de agressão com arma mortal.

O ato de violência aconteceu em 10 de maio deste ano contra o reverendo Jerold Lindner, que foi levado ao hospital com machucados e arranhões.

Lynch ficou por anos pensando em uma vingança contra o padre, de acordo com o jornal. O religioso também é acusado de molestar sexualmente o irmão mais novo de Lynch. O padre nega as acusações.

O suposto abuso ocorreu durante um acampamento nas montanhas de Santa Cruz. Os meninos tinham então sete e cinco anos. Eles alegam que foram violentados pelo padre e obrigados a fazer sexo oral no religioso católico em 1975.

Em uma investigação, foi descoberto que o padre também abusava de seus sobrinhos e sobrinhas a partir dos três anos de idade. A família do padre cortou relações com ele por causa do episódio.

Lynch e seu irmão chegaram a processar a ordem do padre, a Jesuítas da Califórnia, e fizeram um acordo de indenização de R$ 1 milhão (US$ 625 mil) em 1998.

Agora, para sair da prisão, Lynch deve pagar uma fiança de R$ 42,5 mil (US$ 25 mil).

COM A PALAVRA, DONA DILMA, A MÃE DA DILMA

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O telefone tocou por volta de 21h30. “Mãe, eu estou muito feliz. Como a senhora está?”, perguntava Dilma, a filha. “Eu estou muito bem, felicíssima˜, respondeu Dilma, a mãe. A rápida conversa no domingo à noite foi logo interrompida do outro lado, em Brasília, por alguém que chamava a recém-eleita para algum compromisso. “Mãe, te ligo mais tarde”, despediu-se a filha de dona Dilma Jane Silva Rousseff, pouco antes de fazer o primeiro pronunciamento à nação como presidente da República.

Do lado de cá da linha, dona Dilma, 86, também não parava de atender aos telefonemas de familiares cumprimentando pela vitória de sua filha nas urnas.

“Eu já estou acostumada. De repente, quando nós duas estamos almoçando, o telefone toca e ela nem termina de comer”, conta a mãe, em sua casa no bairro São Luís, região da Pampulha. Era lá que a nova presidente do Brasil costumava se reunir com seus aliados políticos mineiros quando vinha a Belo Horizonte, entre eles o ex-prefeito da capital Fernando Pimentel, candidato derrotado na disputa pelo senado.

Muito bonita, produzida e, acima de tudo, feliz, dona Dilma não se cansava de dizer a O TEMPO como estava satisfeita com vitória da filha, “depois de tudo que ela passou”. “O que fizeram com minha filha nessas eleições, eles acabaram com ela. Foi uma campanha muito dura”, desabafou.

Na entrevista, a mãe da primeira presidente mulher do Brasil falou de tudo: a infância da filha, a prisão pela ditadura e de política. Relembrou a paixão da nova presidente pela leitura. "Ela sempre gostou muito de ler. Como o ensino naquela época era muito diferente de hoje, ela foi aprender mesmo a ler com 7 anos”, contou. Dilma estudou no Instituto Izabela Hendrix.

“Dilminha sempre foi muito rápida. Ela tem o raciocínio muito rápido, puxou o pai (o engenheiro e poeta búlgaro Pétar Russév, naturalizado brasileiro como Pedro Rousseff, morto na década de 70). Não que eu seja burra”, brincou a professora aposentada, cercada pelos cinco cachorrinhos que vivem com ela e a irmã, Arilda Terezinha Silva. Até para cozinhar, a presidente eleita é ágil, garante a mãe. “Acho que é porque ela não tem muito tempo, então ela tempera tudo muito rápido”.

Questionada sobre o prato favorito da filha ilustre, dona Dilma diz que ela come de tudo, "desde que seja bem temperadinho”. E se lembrou de quando ela estudava no bairro Sion, no colegial, e tinha uma colega que adorava almoçar em sua casa porque sempre tinha sardinha. “Ela sempre gostou muito de peixe. Tinha que fazer sardinha lá em casa pelo menos duas vezes por semana”, contou.

Por ironia do destino, a mãe de Dilma não pôde dar a ela seu voto no segundo turno. Ela havia se cadastrado para votar em trânsito, e, como havia desistido de viajar, não conseguiu votar na sua seção, em Belo Horizonte.

CONFIRA TRECHOS DA ENTREVISTA COM A MÃE DA PRESIDENTE ELEITA:

A senhora está preparada para ser a mãe da presidente do Brasil? Quantas entrevistas a senhora já deu hoje?

Esta é a quarta. Estou preparada, sim. Estou achando muito gostosa essa situação, até porque acho que não deve durar muito (o assédio da imprensa). Acho que não deve chegar a um mês.

Olha, dona Dilma, acredito que será por um tempo bem maior...

Não tem problema, devo viajar também, ficar algum tempo fora...

A senhora imaginava, quando Dilma era pequena, que teria uma filha tão importante um dia?

Não, não imaginava. Até para você ver, o Serra planejou tantos anos para ser presidente do Brasil e não conseguiu, e de repente a minha filha é que é eleita. Foi tudo muito rápido. É uma emoção muito grande.

Como a sua filha está agora, depois de uma maratona tão intensa de compromisso, viagens, denúncias?

Ela está muito bem. Cansada, apenas, mas a vitória revigora as forças. E digo com certeza que ela está preparada para governar o Brasil e tem total condições de fazer um bom governo, ao contrário do que muitos dizem.

No final do primeiro turno, a candidata parecia mais inchada, e surgiram rumores de que ela teria retomado o tratamento contra o câncer...

Não, de jeito nenhum. Gorda, ela estava muito gorda mesmo, mas é por causa daquele remédio que ela teve que tomar para a garganta, corticóide. No final, ela já estava quase sem voz. Dilminha fez recentemente exames de controle e está tudo bem.

O que a senhora achou da campanha? Foram muitas denúncias envolvendo aliados da sua filha...

Eles acabaram com ela, a turma do PSDB. Foi tudo muito duro. Todos nós sofremos muito. Chegaram até a falar que ela não era brasileira. Imagine só. Era só procurar nos arquivos das escolas onde ela estudou aqui em Belo Horizonte. Só porque o pai dela era búlgaro. Não é demais? E olha bem, para você ver, nós não podemos imaginar o que as pessoas que a gente tanto confia são capazes de fazer, como essa Erenice, que colocou os filhos lá.

Ela chegou a desabafar com a senhora sobre as denúncias envolvendo a sucessora dela na Casa Civil, Erenice Silva?

Dilma não me conta nada, ela costuma dizer que eu sou muito faladeira. Aliás, ela nunca foi de desabafar, ela acha que eu sou mais frágil que ela. Nem quando ficou presa e foi torturada ela me contou como foi.

Como foi quando a senhora descobriu que sua filha tinha sido presa?

Ela tinha fugido daqui na época do golpe militar. Eu fiquei um tempo sem procurar por ela. Não podia procurar, para não despertar a atenção. E aí veio a notícia de que ela tinha sido presa. Só pude visitar um mês depois.

E como foi a visita?

Muito rápida, muito vigiada. Depois que eu vi minha filha magrinha daquele jeito, chorei por duas horas sem parar. Eles queriam até me levar para a enfermaria, mas eu disse que enfermeiro nenhum poderia curar a dor de uma mãe ver a filha presa e torturada.

A senhora sabia que ela fazia parte de movimentos de esquerda?

Sabia, mas só fui cair em mim quando houve o golpe militar. E eu dizia para ela e as colegas: “vocês deviam estudar em vez de ficar fazendo revolução”. Mas não posso reclamar, ela sempre estudou muito.

Como é a Dilma como mãe e como filha?

Nossa, eu acho que ela mima demais a filha dela. Nunca vi dar tanta atenção. Chega até a ser um luxo. Eu já sou mais livre, deixou meus filhos voarem... Ela é uma filha muito preocupada, sempre presente.

Desde que ela entrou para o governo, a senhora se encontra sempre com sua filha?

Nestes oito anos em que ela esteve no governo do Lula, nos encontrávamos mais no início. Ela vinha aqui, nós íamos lá em Brasília. Mas os compromissos iam só aumentando. Mas sempre ela aparece por aqui.

A senhora já conhece o bisnetinho?

Já, fui lá no Rio Grande do Sul quando ele nasceu. Vai fazer dois meses daqui a sete ou oito dias.

REGISTRO: QUANDO CHEGAR A VEZ DE AÉCIO, ESSE TABLÓIDE DE ALUGUEL VAI PROVAR POR A+B QUE DILMA É UMA MINEIRA SEM PEDIGREE E SEM INDENTIDADE COM MINAS

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O TAMANHO DE LULA

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SERRA VENCE DILMA NO ARRAIAL DO CURRAL DEL REY, ANTIGA OCUPAÇÃO DO PETISMO DE ARAQUE DE FERNANDO PIMENTEL

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Lambido do Jornal O TEMPO

Com votos de Marina, José Serra vence a eleição em Belo Horizonte

Após uma vitória de Marina Silva no primeiro turno em Belo Horizonte, José Serra (PSDB) teve a preferência da maioria do eleitorado da capital mineira.

O candidato tucano teve 50,39% dos votos válidos, enquanto Dilma Rousseff (PT) teve 49,61% dos votos dos belo-horizontinos. Em números brutos, a diferença entre eles foi de aproximadamente 10 mil votos.

No primeiro turno, Marina Silva (PV), teve 39,88% dos votos em Belo Horizonte, Dilma teve 30,92% e Serra 27,73%.


No segundo turno, a maioria dos militantes do PV mineiro havia declarado apoio a Serra

 

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